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segunda-feira, 7 de junho de 2010

7 de junho: Dia Nacional da Liberdade de Imprensa

* Imagem da campanha da ANJ (Associação Nacional dos Jornais) para o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa, em 2009
Segundo a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), o Brasil tem cerca de 80 mil profissionais da informação. Para exercer bem o seu trabalho, o repórter precisa, no mínimo, de liberdade para fazer suas matérias. A chamada liberdade de imprensa é o direito dos jornalistas de fazer circular livremente as notícias. É um pressuposto para a democracia. O contrário dela é a censura, própria dos governos ditatoriais, mas que, às vezes, acaba ressurgindo, mesmo nos governos ditos democráticos. O que é o caso do Brasil.
Nesse dia não temos muito o que comemorar. Em 2009, a Fenaj lançou um relatório, intitulado “Violência e liberdade de imprensa no Brasil”, que revela que o jornalismo e os jornalistas ainda sofrem em consequência dos desmandos cometidos, da violência e da falta de compreensão do significado de uma imprensa livre, regulamentada em bases democráticas.
De acordo com o levantamento, 40% dos casos de violência aos repórteres brasileiros é composta de agressões físicas e verbais, sendo que 4% resultam em assassinato. Os estados que apresentam maior grau de violência, ainda conforme o relatório, são São Paulo e Pará, o que faz com que o sudeste e o nordeste brasileiro sejam considerados as regiões mais violentas para jornalistas.
:: Leia na íntegra o relatório da Fenaj
Ranking da liberdade de imprensa no mundo
MAIS LIBERDADE1º Dinamarca- Finlândia- Irlanda- Noruega- Suécia6º Estônia7º Holanda- Suíça9º Islândia10º Lituânia71º BRASIL
MENOS LIBERDADE175º Eritreia174º Coreia do Norte173º Turcomenistão172º Irã171º Mianmar170º Cuba169º Laos168º China167º Iêmen166º Vietnã
Fonte: Repórteres Sem Fronteiras

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