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DAHIANA DIVULGAÇÃO

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ADAUTO NASCIMENTO

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quarta-feira, 31 de março de 2021

Barro Preto - Prefeitura faz a tradicional distribuição de 6.500kg

 


Fonte Ascom Barro Preto 

A prefeitura de Barro Preto, realizou na manhã desta terça-feira (30), a entrega de 6.500kg (seis mil e quinhentos quilos) de peixe, que vão compor a mesa das famílias da comunidade durante a semana Santa. 

Diante de tantos momentos difíceis em decorrência da pandemia, uma notícia que traz certo alívio para os mais necessitados.


A semana Santa é uma data muito importante no calendário cristão, e  sendo assim, o prefeito afirmou "mesmo em meio a dificuldades financeiras, não poderia deixar de realizar essa ação que é tão importante e vem renovar a esperança da população. Vou sempre, com muita humildade, buscar o melhor pra minha amada Barro Preto", declarou o prefeito Juraci da Saúdeaúde.


segunda-feira, 29 de março de 2021

Estou na dúvida se existe PANDEMIA em Ibicaraí

 


Por Arnold Coelho 

Tenho tentado manter o distanciamento social como pede a Organização Mundial de Saúde (OMS) e as autoridades de Saúde no Brasil. Eu, minha esposa e minha filha já estamos há mais de um ano dentro de casa, temos saído pouco, somente para fazer o necessário no comércio. Só saímos para comprar alimentos e remédios ou para abastecer o veículo. Tentamos sempre fazer tudo em uma única saída.


Quatro ou cinco vezes na semana tenho saído no final da tarde ou no início da noite para correr. Costumo escolher horários de pouca movimentação, e sempre que encontro alguém na pista ou entrada da cidade eu procuro me manter a uma distância mínima de dois metros das pessoas.


Aqui em casa recebemos poucas pessoas – geralmente a trabalho – e existe um ritual para a visita: o uso da máscara é obrigatório; uma distância mínima é outro requisito, além da constante aplicação de álcool gel. Outra medida seguida aqui em casa é a de lavar as roupas usadas toda vez que saímos. Esses procedimentos têm surtido efeito, pois até o momento ainda não fomos infectados.


Mas vamos ao motivo de todo esse rodeio: Sexta-feira (26), precisamos ir a noite em uma farmácia comprar medicamentos e para a minha surpresa a avenida São Vicente de Paula estava movimentada e em um determinado ponto da avenida tinha mesas e pessoas sentadas conversando, sem máscaras. Fiquei surpreso pois a cena passava a ideia de que não estamos em uma PANDEMIA.


Ontem, domingo (28), no final da tarde, precisei levar uma encomenda para o meu filho. Uma visita rápida, sem entrar na casa dele. Para minha surpresa, a rua que ele mora tinha aproximadamente umas 70 PESSOAS nas portas ou trafegando tranquilamente, sem usar máscaras, além de uma comemoração em um bar, com muita cerveja e aproximadamente 20 pessoas sem máscaras e o devido distanciamento.


Voltamos pela avenida São Vicente de Paula (bairro Caxingó) e nos deparamos com alguns carros e famílias aglomerando nas portas, com muito bate-papo e sem a ‘bendita máscara’. Cheguei em casa e me deparei com os números da PANDEMIA no BRASIL. Começo a chegar à seguinte conclusão: o POVO já se acostumou com a PANDEMIA e com as MORTES DIÁRIAS. Enquanto existe a preocupação do governo (nas três esferas) para vacinar toda a população e um esforço desumano dos profissionais da saúde, o povo NÃO TÁ NEM AI!


Infelizmente nesse momento de combate ao VÍRUS no BRASIL quem menos tem ajudado é o POVOExiste mesmo PANDEMIA em IBICARAÍ

domingo, 28 de março de 2021

Ibicaraí - A falta de fiscalização abre caminho para os vândalos se divertirem

 



Por André Luiz Evangelista 

É de cortar o coração o que vem acontecendo na Praça Assis Araújo, Praça essa que foi recém reformada e entregue a população no ano de 2019.

A Praça Assis Araújo, ficou destruída do ano de 1996 até meados de 2019, quando foi totalmente requalificada e entregue à população. A Praça ficou um verdadeiro cartão postal, foi instalado um parquinho infantil, feito um excelente paisagismo, uma boa iluminação, deixou a Praça em condições de frequentabilidade a noite. Tornando-se um ponto de encontro durante dia e noite  principalmente para crianças.




Mas, desde o mês de janeiro de 2021, a falta de guarda e agentes fiscalizadores, tem facilitado a ação dos vândalos principalmente a noite (quando todos os gatos são pardos).

Fazemos aqui um apelo ao poder público municipal, que da mesma forma que vem deixando a Praça totalmente limpa e com a grama bem aparada e muito bem iluminada, também se digne, em proceder com a reforma dos bancos e que destine um funcionário (Guarda Municipal), para fazer a devida manutenção da ordem e cobrança da preservação do equipamento público.


sábado, 27 de março de 2021

Barro Preto - Prefeito fará a Distribuição do Tradicional Peixe da Semana Santa

 

Foto ilustrativa

FONTE ASCOM BARRO PRETO

Na próxima terça-feira (30), a Prefeitura Municipal de Barro Preto, cumprindo o que determina a lei municipal, irá realizar a distribuição do peixe para a população do município. A ação será realizada através da Secretaria de Assistência Social.

A distribuição do peixe é uma tradição da Semana Santa e ao longo dos anos se consolidou em algo necessário, para atender, principalmente, as famílias carentes do nosso município.

Preocupado em promover a segurança da população na pandemia do covid 19, a Secretaria de Assistência Social, através da secretária Lia de Juraci, informa a comunidade que a entrega dos peixes será realizada em suas residências, dos beneficiados na próxima terça-feira (30), a partir das 9 horas.

A Secretaria de Assistência Social pede a população que fique em casa, pois, a equipe da secretaria de Assistência Social juntamente com outros setores da gestão municipal, estarão totalmente mobilizados em realizar a operação de entrega.

O prefeito Juraci da Saúde junto com sua equipe, preocupado em zelar da saúde da população, buscou a melhor forma para a entrega dos peixes, sem colocar em risco comunidade, “a nossa população merece o melhor e além de manter a tradição do peixe na mesa da população na semana santa, iremos entregar de casa em casa, para que não haja aglomeração e possamos cuidar da saúde do nosso povo”, afirmou o prefeito.

Academia Grapiúna de Letras (AGRAL) completa dez anos de existência

 



Por Vercil Rodrigues

Neste 4 de abril de 2021, a Academia Grapiúna de Letras (AGRAL), sediada na cidade de Itabuna e sob a recém presidência do professor universitário Samuel Leandro Oliveira de Mattos, que sucede o jornalista e autor do livro “De Tabocas a Itabuna 100 anos de Imprensa” (Agora Editora, 1999), Ramiro Soares de Aquino, completa dez anos de existência. 



Até o ano de 2011, Itabuna lamentavelmente cometia um descaso com a cultura grapiúna, que detém nomes nacionais em suas diversas vertentes, não dispondo de uma academia de letras que os imortalizassem no seio de suas origens, mas que foi corrigida por um grupo de abnegados intelectuais dessa urbe, em 4 de abril, quando fundaram a AGRAL.

A propósito, o Sul da Bahia é uma das únicas regiões brasileiras que tem uma literatura própria, com identidade diferenciada. A chamada Civilização do Cacau, pois, produziu expressões idiomáticas, adjetivos e substantivos peculiares, a exemplo dos encontrados na obra “Dicionareco das Roças de Cacau e Arredores”, de Euclides Neto (1925-2000). Por sua vez, as temáticas abordadas nas obras de Adonias Filho (1915-1990), Sosígenes Costa (1901-1968), Jorge Medauar (1918-2003), Jorge Amado, dentre outros, difundiram um expressivo imaginário cultural sulbaiano, já reproduzido na dramaturgia, teledramaturgia e no cinema.

A AGRAL, que tem como patrono o escritor Jorge Amado (1912-2001), reverencia grandes literatos sulbaianos e brasileiros, como um todo, e objetiva o cultivo da língua e da literatura, sobretudo a regional, inclusive nas áreas das ciências e das artes. 

O seu estatuto diz que os membros efetivos, serão escolhidos preferencialmente entre os destacáveis em sua atuação cultural, científica e artística em Itabuna, ou seja, privilegiará intelectuais ou artistas que tenham atuação ou trabalhos em quaisquer meios escritos ou falados de informação e arte etc., acolhendo-se, também, alguns residentes nas cidades que compõem a Região Grapiúna, sob essas mesmas condições. 

A AGRAL, que inspirou-se no formato da Academia Brasileira de Letras (fundada em 1897), é composta por  40 acadêmicos e/ou imortais efetivos (e perpétuos) e 20 correspondentes, tem como fundadores e historicamente membros de sua primeira diretoria, Ivan Krebs Montenegro, cadeira 10, presidente; Vercil Rodrigues, cadeira 1, vice-presidente; Washington Farias de Cerqueira, cadeira 3, secretário-geral; Antônio da Silva Costa, cadeira 8, tesoureiro; Jorge Ribeiro Carrilho, cadeira 7, 2º tesoureiro; Ramiro Nunes de Aquino, cadeira 9, diretor de eventos e José Carlos Oliveira, cadeira 4, diretor de biblioteca.

segunda-feira, 22 de março de 2021

O negacionismo tem ‘matado’ muito no Brasil

 


 POR Arnold Coelho 


Estranho culpar ou creditar parte dos mais de 290 mil mortos a uma negação, afinal o verbo ‘negar’ não é algo que possa se pegar (palpável), muito menos um hospedeiro. Essa palavra não tem o poder de carregar e muito menos transmitir o Covid-19, mas é fato que quando o indivíduo nega que a doença existe, se nega a usar máscara, rejeita a vacina ou propaga aglomerações, ele está colocando em risco a sua vida e a do seu semelhante.


É importante salientar que essa doutrina negacionista é uma prática antiga (os nazistas negaram por décadas o Holocausto). Aqui no Brasil o negacionismo ao vírus e à vacina foi implantado pelo presidente dessa nação e sua trupe, isso é fato, e nesse caso não adianta negar. Existem discursos e frases de efeito ditas por ele e seus apoiadores nas redes sociais. Ele afirmou que o Coronavírus era uma gripezinha, brincou com a vacina, dizendo que não se responsabilizaria se as pessoas virassem jacarés e chegou a especular que determinada vacina poderia conter chips líquidos para mudar o DNA humano.


O negacionismo ao vírus e as consequências da doença ainda são muito fortes no Brasil. Tenho uma vizinha de quase 90 anos que não quis tomar a vacina, não acreditando na sua eficácia. Outro dia me deparei com uma senhora com mais de 70 anos sentada na porta da casa dela, sem máscara, retrucando que esse vírus não existe, que ela acredita e tem fé em Deus. Tenho diversos amigos que não usam máscaras e dizem abertamente que essa doença é uma invenção da rede Globo e do pessoal de Esquerda que querem destruir o Brasil.


Nos últimos dias vimos a morte de alguns políticos importantes no Brasil, comprovando que a doença não escolhe cor, religião ou condição social. A morte do cantor gospel e político, Irmão Lázaro, infelizmente abriu os olhos para muitos religiosos negacionistas que ouviam cegamente os discursos eloquentes de pregadores que afirmam que os verdadeiros filhos de Deus estão protegidos e não serão infectados.


Ano passado o pastor norte americano Gerald Glenn se negou a fazer o distanciamento social e continuou lotando sua igreja para pregar. Ele afirmou que só pararia preso ou em um leito de hospital. Gerald morreu de Covid. O irmão Lázaro infelizmente seguiu o caminho do pastor americano, continuou pregando e terminou pegando o vírus e pagando com a vida.


É triste falar desse tema, pois o propósito de Lázaro era louvável. Propagar a palavra de Deus sempre, diariamente, para todos. Precisamos entender que é preciso seguir sempre os protocolos da Organização Mundial de Saúde (OMS), pois o vírus é letal e mata.

Uma década de filiação ao Instituto Histórico e Geográfico de Ilhéus

 


 

 Por Vercil Rodrigues


O ano de 2011, portanto, a 10 anos, foi um ano emblemático na vida desse doublé de professor, jornalista, advogado, empresário de comunicação – fundador dos jornais e portais de notícias DIREITOS e O COMPASSO – e autor de livros nas “horas vagas.”

Nesse ano com um grupo de intelectuais de Itabuna, fundamos no dia 4 de abril, a Academia Grapíúna de Letras (AGRAL), a primeira academia de letras de Itabuna, já no dia 5 de maio – dia do meu aniversário – fui empossado na cadeira 21, cujo patrono é Francisco Borges de Barros e tem como fundador Paulo Cardoso Pinto, na Academia de Letras de Ilhéus/ALI (fundada no dia 14 de março de 1959), realizando um sonho acalentado a muito tempo. E ainda nesse mesmo mês, dia 20, junto com um grupo de operadores do Direito sulbaiano, idealizamos e fundamos a Academia de Letras Jurídica do Sul da Bahia (ALJUSBA), a primeira do gênero a ser implanta no interior do estado.


No começo daquele ano, dia 10 de janeiro, enquanto historiador formado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), especialista em História Regional (UESC) e professor de História da rede pública estadual da (SEC/BA) a mais de duas décadas, o ápice foi ter sido aceito pelo Instituto Histórico e Geográfico de Ilhéus (IHGI) como membro efetivo, na gestão do historiador e professor-doutor da UESC André Luiz Rosa Ribeiro, que então presidia o órgão.


O Instituto Histórico e Geográfico de Ilhéus (IHGI), foi fundado em 28 de Junho de 1953, é uma sociedade civil de caráter científico e cultural, reconhecida de utilidade pública municipal pelo Decreto nº 2.929 de 6 de novembro de 2001, com a finalidade de promover o estudo e a divulgação da História e dos aspectos geográficos regionais, mediante conferências públicas, publicações de obras científicas, conservação e guarda de documentação, manutenção de intercâmbio com instituições congêneres do estado e do país, manutenção de bibliotecas e arquivos especializados, promoção de cursos abertos à comunidade, assim como colaborar com os poderes públicos nas solenidades cívicas que se realizem, a exemplo do 28 de Junho – Dia da Cidade (Lei Municipal nº 921 de 10/03/1967).


Vale salientar que, grande parte do conhecimento produzido sobre a história da antiga capitania de São Jorge dos Ilhéus até os dias de hoje foi produzido por seus sócios e apresentado em forma de teses acadêmicas, livros didáticos e científicos, assim como por palestras em inúmeros eventos culturais.

 

Por Vercil Rodrigues

quarta-feira, 10 de março de 2021

Pílula contra a COVID-19: antiviral apresenta resultados promissores em testes

 O medicamento, chamado de molnupiravir, foi capaz de reduzir a carga viral de pessoas infectadas com a doença após o 5º dia de uso. A expectativa é que esteja no mercado em quatro ou cinco meses


Medicamento pode chegar ao mercado em quatro ou cinco meses. Foto: Freepik

Equipe Focus
focus@focus.jor.br

Um novo medicamento capaz de tratar a COVID-19 está sendo desenvolvido pelos laboratórios Ridgeback Biotherapeutics e Merck. O medicamento, chamado de molnupiravir, foi capaz de reduzir a carga viral de pessoas infectadas com a doença após o 5º dia de uso.

De acordo com os laboratórios, a fase 2 de testes envolveu 202 pacientes adultos com COVID-19 não hospitalizados.

“Os resultados do objetivo secundário neste estudo, de uma redução mais rápida do vírus infeccioso entre os indivíduos com COVID-19 precoce tratados com molnupiravir, são promissores e, se apoiados por estudos adicionais, podem ter implicações importantes para a saúde pública”, destacou o pesquisador do estudo, William Fischer.

“Continuamos progredindo em nossos programas clínicos das  fases 2 e 3, avaliando molnupiravir em ambientes ambulatoriais e hospitalares. Planejamos fornecer atualizações quando apropriado”, disse o Roy Baynes, vice-presidente sênior e chefe de desenvolvimento clínico global da Merck Research Laboratories.

A expectativa é que a droga chegue ao mercado em quatro ou cinco meses.

O medicamento, destacam os pesquisadores, também se mostrou aliado contra outros coronavírus, entre eles o que causou a epidemia da SARS na China (2002-2003) e da MERS no Oriente Médio (2012).

domingo, 7 de março de 2021

Os extremos serão sempre perigosos

 


Por Arnold Coelho  Distante dos extremos


A imagem de apoiadores do presidente Jair ‘Messias’ Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo – principal centro financeiro do país – protestando contra o uso de máscaras só mostra a que ponto o ser humano pode chegar para adorar, idolatrar e seguir cegamente um ‘líder’.

O atual presidente conquistou milhões de fiéis seguidores com o seu discurso fascista, de extrema direita, ao ponto de convencer boa parte dos que o acompanham a não usarem máscaras e duvidarem da vacina. As consequências das falas esdrúxulas do ‘Messias’ foram vistas no protesto da Paulista, com a negação do uso da máscara e da doença.

Vendo esse cenário de tragédia e cegueira coletiva anunciada no Brasil eu lembrei do ‘pastor’ Jim Jones, do Templo Popular, uma seita pentecostal cristã, que em novembro de 1979 convenceu 918 pessoas a morreram em um misto de suicídio coletivo e assassinatos em Jonestown, na Floresta Amazônica, no território da Guiana. Eu particularmente tenho medo dos extremos, independente do lado, o extremismo é perigoso.

Essa semana vi a notícia de uma enfermeira que morreu de Covid por se negar a tomar a vacina e seguir os protocolos exigidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Ano passado, um médico ilheense do Hospital Costa do Cacau morreu tentando curar a Covid com o coquetel (Cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina) indicado pelo presidente. O médico era hipertenso e não resistiu. São muitos casos de seguidores morrendo cegamente, negando seguir o protocolo, enquanto a mãe do presidente já foi vacinada com a vacina chinesa.

A cegueira dessa ‘legião’ de seguidores é algo preocupante. A mudança é compreensível, pois o povo queria algo novo. A população queria o combate à corrupção e uma nova política sem conchavos, sem as famosas compras de votos no ‘Centrão’. Depois de 15 meses de governo o que conseguimos ver é uma grande crise econômica, desemprego em larga escala, inflação e um aumento monstruoso na no valor da cesta básica e nos derivados de petróleo.

O Brasil hoje é motivo de preocupação mundial. Entramos no terceiro mês de 2021, com muita falácia e pouca ação – por parte do presidente e sua equipe – no combate à pandemia. Segundo o comandante dessa Nau chamada Brasil é preciso “diminuir a frescura, com menos mimimi”.

Vale ressaltar que enquanto tem país vacinando milhões de pessoas a cada dia, o Brasil segue a passo de tartaruga, vacinando a ‘conta-gotas’, em um ritmo que levará alguns anos para imunizar toda a população. Com isso os números só crescem. Precisamos de mais ação concreta e menos falácia!

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