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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

AVISO AOS DESINFORMADOS


 Por Arnold Coelho Jornalista MTB 0006446/BA

A antiga Refinaria Landulpho Alves (RLAM) foi vendida pela Petrobras no governo Jair Messias Bolsonaro

A venda foi concluída em novembro de 2021 por US$ 1,65 bilhão para o grupo Mubadala Capital, um fundo de investimentos dos Emirados Árabes Unidos, que passou a gerenciar a refinaria por meio da empresa Acelen.

Na época da venda, o governo federal, estava sob a gestão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. A venda fez parte de um plano de desinvestimentos da Petrobras exigido pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para abrir o mercado de refino no Brasil e estimular a competitividade.

IMPORTANTE SABER

Hoje, nem o Governo Estadual, muito menos o Governo Federal possui poder legal para barrar, autorizar ou tabelar os aumentos de preços definidos pela refinaria Acelen na Bahia. Desde que a antiga Refinaria Landulpho Alves foi privatizada e passou a se chamar Refinaria de Mataripe, ela opera sob as regras de livre mercado estabelecidas pela lei brasileira. 


GÁS DE COZINHA

Sim, a Acelen também aumenta de forma independente o valor do gás de cozinha (GLP) comercializado na Bahia, utilizando os mesmos critérios de mercado que aplica à gasolina e ao diesel.

A Refinaria de Mataripe não produz apenas combustíveis automotivos; ela é a principal fornecedora do gás de cozinha que abastece as distribuidoras de todo o estado. Portanto, quando os custos internacionais do petróleo sobem ou o dólar varia, a refinaria privada reajusta tanto os combustíveis quanto o preço do GLP entregue às empresas que enchem e vendem os botijões.


PARA QUEM PEDIU E APROVOU A PRIVATIZAÇÃO, ESSE É O PREÇO A SER PAGO.


Arnold Coelho

Não a privatização

DIA DE FINADOS: A SAUDADE NÃO TEM DATA, A MEMÓRIA NÃO TEM PRAZO E O AMOR NÃO MORRE

 


Uma reflexão sobre a origem da data, a tradição religiosa e a transformação da saudade em comércio.

ARTIGO DE OPINIÃO - André Luiz EvangelistaJornalista – MTB 0006515/BA

O Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro, é uma data marcada pela saudade, pela reflexão e pela lembrança daqueles que partiram desta vida. É um momento em que milhares de pessoas visitam cemitérios, levam flores aos túmulos, acendem velas e fazem orações em homenagem aos seus familiares, amigos e entes queridos que já não estão fisicamente entre nós.

Mas você já parou para pensar como surgiu essa tradição?

A celebração do Dia de Finados tem suas raízes na tradição cristã, especialmente na Igreja Católica. A prática de reservar um dia para rezar pelos falecidos ganhou força no século X, quando, no ano de 998, o abade Odilo, do mosteiro de Cluny, na França, estabeleceu o dia 2 de novembro como uma ocasião especial de oração pelas almas dos mortos. Com o passar dos séculos, a tradição se espalhou pelo mundo católico e se consolidou no calendário religioso.

A data passou a representar um momento de oração, respeito, recolhimento e esperança na vida eterna. Para os católicos, visitar os túmulos e rezar pelos falecidos é uma maneira de expressar fé, carinho e respeito por aqueles que fizeram parte de suas vidas.

Entretanto, os tempos mudaram, e a data também ganhou outra dimensão.

Nos dias atuais, é impossível não perceber que o Dia de Finados também se transformou em uma importante data comercial. Flores naturais e artificiais, coroas, velas, arranjos, vasos e diversos produtos relacionados à homenagem aos mortos passam a ocupar as vitrines e movimentar o comércio.

Não há problema em comprar flores, acender velas ou levar uma homenagem material ao túmulo de alguém que amamos. O comércio faz parte da dinâmica da sociedade, e muitas famílias encontram nesses gestos uma forma simbólica de demonstrar carinho.

O questionamento é outro: será que precisamos esperar o dia 2 de novembro para demonstrar amor, respeito e saudade por aqueles que partiram?

Nossos pais, nossas mães, nossos avós, irmãos, filhos, amigos e tantas outras pessoas que passaram por nossas vidas não são lembrados apenas uma vez por ano. Eles permanecem vivos em nossas lembranças, nas histórias que contamos, nos ensinamentos que deixaram, nos conselhos que guardamos e nos momentos que jamais serão apagados pelo tempo.

A mãe que partiu continua presente na memória do filho. O pai que já não está entre nós continua sendo referência em suas lembranças. Aquele amigo que se foi continua sendo recordado pelas conversas, pelas brincadeiras e pelos momentos compartilhados.

A morte encerra uma presença física, mas não apaga uma história, não destrói os sentimentos e não elimina o amor construído ao longo de uma vida.

Por isso, precisamos compreender que o Dia de Finados não deve ser apenas uma obrigação religiosa, uma visita anual ao cemitério ou uma oportunidade para movimentar o comércio de flores e velas.

O dia 2 de novembro é uma data oficial de homenagem aos mortos, especialmente dentro da tradição católica, mas a saudade não tem calendário. Não existe um único dia para lembrar quem amamos. Não existe uma data específica para sentir falta de quem deixou marcas profundas em nossa existência.

Podemos visitar um cemitério no dia 2 de novembro, levar flores, acender uma vela e fazer uma oração. Mas também podemos fechar os olhos em qualquer manhã, tarde ou noite e recordar aqueles que já partiram.

Porque os nossos mortos não precisam de um dia no calendário para continuarem vivos dentro de nós.

Que neste 2 de novembro possamos refletir não apenas sobre aqueles que morreram, mas também sobre aqueles que continuam ao nosso lado.

Enquanto há vida, há tempo para abraçar, pedir perdão, dizer eu te amo, demonstrar carinho e valorizar a presença das pessoas.

Afinal, depois que alguém parte, as flores já não podem substituir um abraço, as velas não podem substituir uma conversa e as homenagens não podem devolver os momentos que deixamos de viver.

A SAUDADE É DIÁRIA, O AMOR É PERMANENTE E A MEMÓRIA É ETERNA.

Que o Dia de Finados seja, acima de tudo, um dia de reflexão sobre a vida, o amor, a família e a importância de valorizarmos as pessoas enquanto ainda podemos tê-las perto de nós.

André Luiz Evangelista
Jornalista – MTB 0006515/BA
Programa Palestina Acontece | Blog Ibicaraí Política

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

IBICARAÍ- JONATHAS SOARES JUVENTUDE, ARTICULAÇÃO POLÍTICA E A SUCESSÃO MUNICIPAL EM 2028

 


OPINIÃO  POR André Luiz Evangelista Jornalista MTB 0006515/BA

DEIXANDO BEM CLARO, QUE NA ELEIÇÃO PARA PREFEITO, NÃO VOTO NEM NELES, E NEM NELAS.

O atual vice-prefeito, ex-vereador e aliado do grupo político ligado ao governador Jerônimo Rodrigues tem seu nome mencionado no debate sobre os possíveis caminhos da sucessão municipal.

A política de Ibicaraí começa a projetar cenários para as eleições municipais de 2028. Nesse contexto, o nome do atual vice-prefeito Jonathas Soares aparece associado às articulações políticas estaduais e nacionais, à sua trajetória na vida pública e à participação em iniciativas voltadas para o município.

Jonathas construiu sua caminhada política participando de campanhas e alianças que envolveram lideranças como Luiz Inácio Lula da Silva, Jerônimo Rodrigues, Rui Costa e Jaques Wagner. Também manteve articulações com representantes políticos ligados ao grupo governista da Bahia, buscando espaço para projetos e ações de interesse de Ibicaraí.

Sua trajetória inclui a experiência como vereador e, atualmente, o exercício do cargo de vice-prefeito. Essa passagem por diferentes funções públicas constitui parte de sua experiência política e poderá ser considerada nas discussões sobre os rumos da política municipal.

Obras e infraestrutura no centro do debate

Entre as iniciativas associadas à sua atuação política está a pavimentação asfáltica no trecho que liga a região da Academia de Saúde, no Catingó, ao distrito da Saloméia. A obra representa uma pauta importante para a mobilidade, o deslocamento dos moradores e a integração entre localidades do município.

A execução e os resultados dessa intervenção, assim como outras ações de infraestrutura, podem contribuir para avaliar o alcance das articulações políticas e dos investimentos destinados à cidade.

Para a população, o debate sobre a sucessão municipal não se resume às alianças eleitorais. Envolve também a continuidade de obras, a qualidade dos serviços públicos, a geração de oportunidades, a melhoria das estradas e a capacidade de atender às necessidades dos bairros e distritos.

A juventude e os desafios da vida pública

Com menos de 30 anos, conforme a trajetória apresentada por seus apoiadores, Jonathas Soares representa uma geração mais jovem na política local. Sua experiência em campanhas, mandatos e articulações com lideranças estaduais e nacionais poderá fazer parte da avaliação de seu papel nos próximos anos.

Seus defensores destacam a proximidade com a população e a participação em pautas de interesse dos moradores. Como ocorre com qualquer agente público, o reconhecimento de sua atuação também passa pela avaliação dos resultados alcançados, pela transparência e pelo compromisso com as demandas coletivas.

O aval do governo estadual e o cenário de 2028

Nos bastidores da política, uma eventual indicação de Jônatas Soares para disputar a Prefeitura de Ibicaraí em 2028 é uma possibilidade que pode despertar discussões entre aliados, partidos e lideranças regionais.

Uma composição desse tipo dependeria de entendimentos políticos, decisões partidárias e da construção de apoio entre as diferentes forças envolvidas. A participação ou o aval de Jerônimo Rodrigues, Rui Costa, Jaques Wagner e outras lideranças, incluindo Carleto, precisaria ser confirmado por manifestações públicas ou articulações oficialmente conhecidas.

Até que haja uma definição, o nome de Jonathas deve ser tratado como parte do cenário em discussão, e não como candidato oficialmente escolhido pelo grupo governista.

O povo de Ibicaraí no centro das decisões

A eleição de 2028 ainda está no horizonte, mas as movimentações políticas já estimulam debates sobre projetos, alianças e lideranças capazes de representar os interesses do município.

Mais do que nomes e apoios, o desafio será apresentar propostas concretas para saúde, educação, infraestrutura, emprego, desenvolvimento econômico e qualidade de vida.

A trajetória de Jonathas Soares, suas articulações políticas e sua atuação como vice-prefeito estarão sujeitas à avaliação da população. Caberá aos partidos, às lideranças e, sobretudo, aos eleitores acompanhar os acontecimentos e decidir os rumos políticos de Ibicaraí.

Na política, as alianças abrem caminhos, mas são as propostas, os resultados e a escolha democrática da população que definem o futuro de uma cidade.

Por André Luiz Evangelista — Jornalista, MTB 0006515/BA.

 

NORDESTE FORTE: A GRANDEZA ECONÔMICA DE UMA REGIÃO QUE AJUDA A MOVIMENTAR O BRASIL

 


Com uma economia diversificada, um mercado consumidor expressivo e enorme potencial produtivo, o Nordeste brasileiro demonstra que sua importância vai muito além de suas riquezas culturais e naturais.

Por André Luiz Evangelista Jornalista MTB 0006515/BA

O Nordeste brasileiro é uma das regiões mais importantes do país. Conhecido por sua riqueza cultural, sua diversidade natural, sua história e pela força de seu povo, o território nordestino também ocupa um espaço significativo na economia nacional. Sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro evidencia a dimensão de uma região que reúne milhões de trabalhadores, empreendedores, produtores rurais, comerciantes e profissionais de diferentes setores.

De acordo com os números apresentados como referência para esta discussão, a economia nordestina responde por aproximadamente 13,8% do PIB nacional, colocando a região entre as principais forças econômicas do Brasil. O Nordeste aparece na terceira posição entre as regiões brasileiras em participação econômica, atrás do Sudeste e do Sul.

Uma economia que ultrapassa fronteiras

Uma comparação frequentemente utilizada para ilustrar a dimensão econômica do Nordeste é imaginar a região como se fosse um país independente. Nesse exercício, seu produto econômico seria superior ao de diversas nações sul-americanas, como Chile, Peru, Colômbia, Equador, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Venezuela, Guiana e Suriname.

Essa comparação ajuda a compreender a escala da economia nordestina, embora os resultados dependam do ano de referência, da metodologia utilizada e das taxas de câmbio. O dado central é que o Nordeste possui uma base econômica expressiva, com capacidade de produção, consumo e geração de oportunidades.

Agricultura, indústria, turismo e energia

A força econômica nordestina está distribuída por diferentes atividades. A agricultura familiar e o agronegócio abastecem mercados locais e nacionais. A indústria produz alimentos, calçados, tecidos, produtos químicos e outros bens. O turismo movimenta hotéis, restaurantes, transportes, comércio e serviços, enquanto os investimentos em energia eólica e solar ampliam a participação da região na transição energética brasileira.

Além desses setores, o comércio, a educação, a saúde, a tecnologia e a administração pública também desempenham papéis relevantes na movimentação da economia regional.

Essa diversidade é importante porque amplia as possibilidades de geração de emprego e renda, reduz a dependência de uma única atividade e abre caminhos para novos investimentos.

O desafio é transformar riqueza em qualidade de vida

Apesar de sua dimensão econômica, o Nordeste ainda enfrenta desafios históricos relacionados à desigualdade social, à infraestrutura, ao acesso à água em determinadas áreas, à qualificação profissional e à distribuição de oportunidades entre os municípios.

Por isso, não basta reconhecer o tamanho de sua economia. É necessário discutir como essa capacidade produtiva pode resultar em melhores salários, empregos formais, serviços públicos de qualidade, estradas, saneamento básico, educação e saúde para a população.

O desenvolvimento regional exige planejamento, responsabilidade na aplicação dos recursos públicos, incentivo à iniciativa privada e políticas capazes de alcançar tanto as grandes cidades quanto os municípios de menor porte.

O interior também precisa participar desse crescimento

Para cidades do interior baiano, como Ibicaraí, o desenvolvimento regional precisa significar oportunidades concretas. Investimentos em infraestrutura, agricultura, pequenos negócios, capacitação profissional e serviços públicos podem contribuir para fortalecer a economia local e ampliar a circulação de renda.

Quando o pequeno empreendedor cresce, quando o produtor rural encontra mercado para sua produção e quando os jovens têm acesso à formação e ao trabalho, os resultados podem beneficiar toda a comunidade.

A discussão sobre a economia nordestina, portanto, não deve ficar restrita aos grandes centros urbanos. Ela precisa alcançar as cidades menores, onde a geração de oportunidades pode representar a diferença entre permanecer na própria terra com dignidade e precisar migrar em busca de trabalho.

Nordeste: potência que merece reconhecimento e oportunidades

A grandeza do Nordeste está em sua economia, em sua capacidade de produzir, em sua diversidade e, sobretudo, na força de sua população. A região não pode ser definida apenas pelos problemas que enfrenta, mas também pelas oportunidades que oferece e pela contribuição que presta ao desenvolvimento brasileiro.

Reconhecer esse potencial é importante. Mais importante ainda é assegurar que o crescimento econômico se traduza em desenvolvimento humano, redução das desigualdades e melhoria das condições de vida.

Investir no Nordeste é investir no Brasil. Valorizar sua produção, ampliar a infraestrutura, estimular o empreendedorismo e criar oportunidades no interior são caminhos para que a riqueza regional se transforme em benefícios concretos para milhões de brasileiros.

Nota de apuração: o percentual de 13,8% do PIB nacional está confirmado nos dados regionais do IBGE referentes a 2023, divulgados em 2025. Já a comparação com os países sul-americanos deve ser apresentada como uma estimativa, pois exige definir o ano e o critério de conversão monetária.

Blog Ibicaraí Política — informação, reflexão e compromisso com o desenvolvimento regional.

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Reforma e ampliação da Feira Livre de Barro Preto seguem avançando; prefeito Juraci da Saúde visita obra

 


POR Moura Notícias 

O trabalho e o compromisso com o desenvolvimento de Barro Preto não param! A reforma e ampliação da Feira Livre do município seguem avançando, com a realização de importantes intervenções para melhorar a estrutura do espaço e oferecer mais conforto e melhores condições de trabalho para os comerciantes e feirantes.

Na manhã desta quarta-feira (21), o prefeito Juraci da Saúde esteve visitando o local para acompanhar de perto o andamento dos serviços. As imagens mostram o avanço da obra, com a construção de estruturas de concreto, montagem de formas, preparação da área e organização dos materiais utilizados na execução dos trabalhos.

A iniciativa representa um importante investimento na infraestrutura do município, valorizando o comércio local e fortalecendo um espaço fundamental para a economia de Barro Preto. A expectativa é que, após a conclusão, a feira ofereça um ambiente mais adequado para comerciantes, trabalhadores e consumidores que frequentam o local.

Durante a visita, o prefeito Juraci da Saúde destacou a importância da obra para o município.

“Estamos acompanhando de perto o andamento dessa importante obra, porque sabemos o quanto a Feira Livre representa para nossa cidade. É aqui que muitos trabalhadores garantem o sustento de suas famílias e onde a população encontra produtos e movimenta o comércio local. Nosso compromisso é continuar trabalhando para melhorar os espaços públicos, valorizar nossos feirantes e oferecer mais conforto e dignidade à população. Barro Preto merece esse cuidado, e vamos continuar avançando, com trabalho, responsabilidade e compromisso com o nosso povo”, afirmou o prefeito.

A gestão municipal segue acompanhando o andamento dos serviços, reforçando o compromisso com a melhoria dos espaços públicos e com ações que contribuam para o desenvolvimento de Barro Preto.

Trabalho que avança, compromisso que se renova e uma cidade que segue em frente!

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

A maior e melhor de todas as vitórias

 


POR Arnold Coelho Jornalista MTB 0006446/BA

Passei o dia de ontem, domingo, 25 de outubro, convicto de que iríamos ganhar essa eleição e de que a democracia venceria o fascismo. Alguns amigos e familiares chegaram a me perguntar de onde vinha tanta certeza da vitória. A minha resposta era simples: da união do povo!

Isso mesmo! Eu vi um Brasil unido, com eleitores de esquerda e de direita contra o bolsonarismo. Vi muita gente de direita votar pela primeira vez em Lula para impedir a volta do que considero um retrocesso. Não sei se viverei para ver essa união outra vez.

Eu vi o movimento estudantil renascer e ganhar força em todo o Brasil no segundo turno dessa eleição. A mobilização da juventude brasileira, iniciada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ganhou as redes e contagiou positivamente estudantes de todo o país.

Se em uma ponta do novelo estava a juventude, na outra surgiram os nossos heróis que ajudaram a construir esta nação: idosos de 80, 90 e até 100 anos. Muitos estavam quietinhos, alguns havia mais de 20 anos sem sair de casa para votar. O idoso brasileiro levantou da cadeira de balanço, vestiu a capa vermelha e foi à sua seção eleitoral salvar o Brasil. De arrepiar!

Eu vi o brio de um povo guerreiro, trabalhador, temente a Deus, que aprendeu a suportar a dor e a falta de pão na mesa, mas que não se curva às dificuldades da vida. Vi, mais uma vez, o povo nordestino fazer a diferença, inclusive atravessando grandes distâncias para votar pela permanência da democracia no nosso país.

Por fim, eu vi, vivi e votei, mais uma vez, naquele que considero o maior líder político de esquerda vivo do planeta. E testemunhei o que, para mim, foi a maior virada de uma campanha eleitoral.

São muitas emoções, mas fica um grande recado: aqui, fascista não se cria! Nosso país é soberano, e Trump vai ter que engolir a vitória de Lula. Flávio, falta pouco: sua imunidade parlamentar acaba em dois meses.


Arnold Coelho

Viva o Brasil!

sábado, 24 de outubro de 2026

ARNOLD COELHO falando porque votar Lula ⭐️13

 



Porque voto Lula 13

POR Arnold Coelho Jornalista MTB 0006446/BA

Quando defendemos a democracia, precisamos reconhecer o direito de discordar, questionar e se posicionar contra quem está no poder. No campo religioso, falamos em livre-arbítrio; na vida em sociedade, em liberdade de expressão e de escolha. Essa liberdade, porém, exige responsabilidade e respeito aos direitos do próximo.

A opinião do outro precisa ser respeitada, mas respeitar é diferente de concordar. Respeito o direito de cada pessoa votar em quem quiser. Entretanto, jamais concordarei com pensamentos racistas, misóginos e preconceituosos, nem normalizarei declarações dessa natureza por terem partido do meu candidato.

Tenho amigos bolsonaristas e amigos de direita. Antes que alguém diga que é tudo a mesma coisa, faço essa distinção: minha crítica é à postura de quem aceita e reproduz preconceitos para defender uma liderança política.

Não consigo compreender quem prega o amor a Deus, mas não se incomoda quando Bolsonaro responde “não sou coveiro” ao ser questionado sobre mortes na pandemia. Também me incomoda sua imitação de uma pessoa com falta de ar, feita ao criticar as orientações do então ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Para mim, são atitudes incompatíveis com a sensibilidade que o sofrimento humano exige.

Outro episódio que considero inaceitável foi sua resposta à saudosa cantora Preta Gil, que perguntou como reagiria se um filho namorasse uma mulher negra. Bolsonaro associou a situação à promiscuidade e afirmou que seus filhos haviam sido bem-educados. Depois, alegou ter entendido que a pergunta se referia a um relacionamento homossexual. Essa explicação também não torna a resposta aceitável para mim. Houve ainda a declaração em que se referiu ao peso de um quilombola em arrobas, unidade frequentemente usada para pesar animais.

Também não consigo conciliar os valores cristãos com a defesa da tortura. Bolsonaro declarou publicamente ser favorável a essa prática e homenageou o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido pela Justiça como torturador. Aos que se dizem cristãos, lembro que Cristo, antes de ser crucificado e morto, também foi torturado.

Outra contradição que me incomoda está em quem se apresenta como defensor da família, mas mantém relacionamentos extraconjugais enquanto vende a imagem de companheiro exemplar. Para mim, os valores que alguém anuncia precisam aparecer também nas suas atitudes.

Não posso deixar de mencionar as declarações homofóbicas de Bolsonaro. Em entrevista à revista Playboy, em 2011, ele afirmou que seria incapaz de amar um filho homossexual e que preferiria que um filho morresse em um acidente a vê-lo com outro homem. Como conciliar uma declaração dessas com o amor ao próximo?

Gosto de gente. A cor da pele, a orientação sexual, o gênero ou a aparência de uma pessoa não determinam seu valor. Sou cristão, e meu lema é amar ao próximo. Sinto a dor do meu semelhante e acredito em um Brasil mais igual, com melhor distribuição de renda, respeito à diversidade e justiça social para todos. Gosto de gente e não de gênero.

É com base nesses valores que faço minha escolha.

Dito isso, eu voto Lula...Voto 13!


Arnold Coelho

Sou de esquerda

AVISO AOS DESINFORMADOS

  Por Arnold Coelho Jornalista MTB 0006446/BA A antiga Refinaria Landulpho Alves (RLAM) foi vendida pela Petrobras no governo Jair Messias B...