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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

LULA E A ASCENSÃO SOCIAL DOS MAIS POBRES: É ISSO QUE INCOMODA TANTA GENTE!

 



Por André Luiz Evangelista Jornalista MTB 0006515/BA

O Partido dos Trabalhadores (PT), ao longo dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, promoveu mudanças importantes no cenário social brasileiro. Desde a chegada de Lula à Presidência, em 2003, milhões de brasileiros passaram a enxergar novas possibilidades de acesso à educação, ao crédito, à alimentação, ao emprego e à inclusão social.

Antes de questionar, é preciso olhar para a história e reconhecer os avanços que permitiram a muitos brasileiros de baixa renda sonhar com uma realidade diferente daquela que parecia predestinada às suas famílias.

Durante os governos petistas, políticas de ampliação do acesso às universidades, expansão do ensino técnico, financiamento estudantil, fortalecimento de programas sociais e valorização do salário mínimo contribuíram para abrir portas que, durante muito tempo, permaneceram praticamente fechadas para parcelas significativas da população.

A educação superior, por exemplo, passou a fazer parte dos sonhos de muitos jovens cujos pais jamais tiveram condições de frequentar uma universidade. O acesso ao crédito e às oportunidades de empreendedorismo também ajudou trabalhadores a construir pequenos negócios, conquistar autonomia financeira e melhorar suas condições de vida.

E é justamente essa possibilidade de ascensão social que merece ser debatida com seriedade. Quando o filho de uma família humilde consegue se formar, conquistar uma profissão, abrir uma empresa ou ocupar espaços antes inacessíveis, toda a sociedade ganha.

O pobre não quer tomar o lugar de ninguém. Quer ter oportunidade de construir o próprio caminho!

Na saúde, na educação, na assistência social e no acesso ao crédito, existem políticas públicas que precisam ser avaliadas pelos seus resultados, sem ignorar dificuldades, falhas e desafios que ainda persistem. O Brasil continua enfrentando desigualdades profundas, mas isso não apaga a importância de iniciativas que ampliaram oportunidades para milhões de pessoas.

E há outro ponto que merece atenção: o agronegócio brasileiro também recebe expressivos volumes de recursos por meio do Plano Safra, com linhas de financiamento destinadas a diferentes segmentos do setor rural. Os governos Lula mantiveram e ampliaram instrumentos de apoio à produção agrícola, incluindo o agronegócio empresarial e a agricultura familiar.

Portanto, é preciso abandonar a ideia de que apoiar os mais pobres significa ser contra os produtores rurais, os empresários ou quem construiu patrimônio. Um país pode — e deve — incentivar a produção e fortalecer.

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

O COMERCIANTE QUE SE ACHA MILIONÁRIO, MAS DEPENDE DO DINHEIRO DOS POBRES



Por André Luiz Evangelista — Jornalista MTB 0006515/BA

Existe uma contradição que merece uma reflexão profunda na sociedade brasileira: a situação daquele comerciante que tem um estabelecimento no centro da cidade ou em um bairro popular, atende diariamente uma clientela formada majoritariamente por trabalhadores de baixa renda e beneficiários do Bolsa Família, mas, contraditoriamente, é contra os programas sociais e os direitos trabalhistas.

É o comerciante que vende para o povo, depende do dinheiro que circula entre as famílias humildes, mas acredita que os recursos destinados à população mais pobre representam um problema para o país. É também aquele que, muitas vezes, defende projetos políticos que prometem reduzir a atuação do Estado na proteção social, sem refletir sobre as consequências dessas medidas para seus próprios clientes e para o seu negócio.

A pergunta que fica é simples: se o dinheiro do povo não circula, quem vai comprar os produtos que mantêm as portas do comércio abertas?

O dinheiro dos mais pobres também movimenta a economia

O Bolsa Família, os salários dos trabalhadores, as aposentadorias e outros rendimentos das famílias de baixa renda ajudam a movimentar a economia dos municípios brasileiros.

Quando uma família recebe seus recursos, esse dinheiro não fica necessariamente parado em uma conta bancária. Ele pode ser utilizado para comprar arroz, feijão, carne, leite, pão, gás de cozinha, roupas, medicamentos e outros produtos essenciais.

Grande parte desse consumo acontece justamente nos pequenos estabelecimentos comerciais, nas mercearias, nos mercadinhos, nas padarias, nas farmácias e nas lojas que fazem parte da realidade cotidiana dos bairros.

Assim, o dinheiro que chega à família de baixa renda pode se transformar em receita para o comerciante, pagamento para o fornecedor e renda para outros trabalhadores. É uma cadeia econômica que conecta a sobrevivência das famílias à atividade comercial.

Isso não significa que os programas sociais estejam livres de críticas ou que não devam ser constantemente avaliados. Significa, porém, que discutir políticas de transferência de renda exige compreender seus efeitos sobre o consumo, a pobreza e a economia local.

Quem defende o fim ou a redução de políticas sociais precisa explicar como as famílias atingidas manteriam suas condições básicas de vida e quais seriam os efeitos dessa redução sobre os pequenos negócios que dependem do consumo popular.

Contra o Bolsa Família, mas a favor do dinheiro que chega ao caixa?

É contraditório encontrar alguém que tenha como principais clientes pessoas beneficiadas por programas sociais e, ao mesmo tempo, trate essas famílias como se fossem um peso para a sociedade.

O comerciante tem todo o direito de expressar suas opiniões políticas e questionar os programas governamentais. Entretanto, também precisa reconhecer que a capacidade de consumo dos seus clientes influencia diretamente o movimento de seu estabelecimento.

Quando uma família perde renda, ela tende a priorizar ainda mais os itens indispensáveis e a reduzir outras compras. Essa mudança pode atingir o comércio local, principalmente em cidades pequenas, onde a circulação de dinheiro tem papel importante na sobrevivência de inúmeros empreendimentos.

Portanto, defender políticas econômicas e sociais sem considerar a realidade de quem compra, vende, trabalha e produz pode significar ignorar uma parte essencial do funcionamento da economia.

O pequeno comerciante também enfrenta dificuldades: impostos, aluguel, fornecedores, concorrência, despesas operacionais e oscilações nas vendas. Ele merece respeito e condições para empreender. Mas essas dificuldades não tornam os trabalhadores pobres seus adversários. Pelo contrário: comerciantes e consumidores dependem, em muitos aspectos, uns dos outros.

Direitos trabalhistas não são privilégios

Outra contradição aparece quando o mesmo comerciante que depende do consumo popular se posiciona contra os direitos trabalhistas.

Salário, férias, décimo terceiro, descanso e proteção previdenciária são componentes importantes da segurança econômica dos trabalhadores, conforme as regras aplicáveis a cada vínculo de trabalho.

Quando os trabalhadores recebem seus rendimentos, eles consomem, pagam contas e movimentam a economia. Quando têm seus direitos respeitados, também contam com maior proteção diante de situações que poderiam comprometer a renda familiar.

É evidente que os pequenos empreendedores precisam de políticas que simplifiquem obrigações, reduzam dificuldades burocráticas e favoreçam a geração de empregos. Mas é possível buscar melhores condições para as empresas sem transformar a retirada de direitos em solução automática para todos os problemas econômicos.

O debate sério deve procurar equilíbrio entre a sustentabilidade dos negócios e a dignidade de quem trabalha. Afinal, o trabalhador não é apenas alguém que recebe um salário: ele também é consumidor, pai, mãe, filho e integrante de uma comunidade.

A ilusão de pertencer à elite

Na política, existe uma diferença importante entre admirar pessoas ricas e fazer parte da elite econômica.

Um cidadão pode defender determinado político, apoiar suas ideias e votar nele. Isso faz parte da democracia. O problema começa quando alguém acredita que sua identificação política altera automaticamente sua posição social ou econômica.

O fato de um comerciante possuir um estabelecimento não o transforma necessariamente em milionário. Ter um negócio significa assumir responsabilidades, despesas e riscos, mas não garante riqueza, patrimônio elevado ou segurança financeira.

Da mesma forma, votar em um candidato identificado com setores economicamente privilegiados não significa passar a compartilhar os mesmos interesses materiais desses setores.

É preciso analisar propostas, resultados e consequências. Quem será beneficiado? Quem poderá perder proteção? Como as decisões afetarão o emprego, a renda, os serviços públicos e a vida das famílias?

Essas perguntas são muito mais importantes do que a fantasia de pertencer a uma classe social apenas porque se compartilha o discurso de determinados grupos políticos.

O cachorro que protege a mansão, mas dorme do lado de fora

Há uma imagem popular que traduz essa contradição de maneira contundente: é como o cachorro que passa o dia inteiro latindo para proteger a mansão e, quando chega a noite, vai dormir na latoeira do lado de fora.

A metáfora representa quem acredita estar defendendo os interesses dos milionários, embora sua realidade econômica esteja muito mais próxima das dificuldades enfrentadas pela maioria dos trabalhadores e pequenos empreendedores.

Não se trata de dizer que todo comerciante precisa pensar da mesma maneira ou que pessoas de baixa renda devam votar em determinado partido. A democracia pressupõe pluralidade, liberdade de opinião e o direito de cada cidadão escolher seus representantes.

A reflexão é outra: será que as escolhas políticas estão sendo feitas a partir da realidade concreta de cada pessoa ou de uma imagem idealizada de riqueza, poder e status?

A consciência social começa quando o cidadão consegue distinguir aquilo que deseja ser daquilo que realmente é e, sobretudo, quando compreende como as decisões políticas afetam sua vida e a vida das pessoas ao seu redor.

O pequeno comerciante e o povo não precisam ser adversários

O Brasil precisa de pequenos comerciantes fortes, de empresas capazes de gerar empregos e de trabalhadores protegidos. Precisa também de políticas públicas eficientes, responsabilidade na administração dos recursos e oportunidades para que as famílias superem a pobreza.

Esses objetivos não precisam ser tratados como inimigos.

Uma economia saudável depende de produção, investimento, emprego, renda e consumo. Os programas sociais, quando bem estruturados e fiscalizados, podem contribuir para reduzir a pobreza e garantir condições mínimas de sobrevivência. Ao mesmo tempo, políticas de qualificação profissional, educação, saúde, infraestrutura e geração de empregos são fundamentais para ampliar as oportunidades.

O objetivo deve ser construir condições para que as famílias tenham renda, autonomia e perspectivas de futuro, sem abandonar quem ainda precisa de proteção social.

O comerciante que compreende essa dinâmica percebe que o consumidor de baixa renda não é seu adversário. É parte da comunidade que mantém seu negócio funcionando.

Conclusão: reconhecer de onde vem o sustento

A grande questão não é proibir o comerciante de criticar o Bolsa Família, questionar governos ou apoiar candidatos de direita, de esquerda ou de qualquer outra corrente política.

A questão é convidá-lo a refletir sobre as contradições entre seu discurso e sua realidade econômica.

Se os seus clientes são trabalhadores, aposentados e famílias beneficiárias de programas sociais, faz sentido ignorar a importância da renda dessas pessoas para o movimento do seu estabelecimento? Se ele depende da circulação de dinheiro nos bairros populares, não deveria também se preocupar com as condições de vida de quem compra seus produtos?

Consciência de classe não é obrigação de votar em determinado partido. É a capacidade de compreender a própria realidade, reconhecer os interesses envolvidos e avaliar as consequências das escolhas políticas.

O comerciante merece respeito por seu trabalho, assim como o trabalhador merece respeito por seus direitos e o cidadão pobre merece respeito por sua dignidade.

Porque o dinheiro que chega ao caixa de um pequeno estabelecimento não nasce apenas da vontade do proprietário de vender. Ele também vem da capacidade de compra de quem entra pela porta, muitas vezes contando cada moeda para levar o essencial para casa.

E fica a reflexão final: não adianta desprezar o dinheiro do pobre no discurso político e depender dele para fechar o caixa no fim do dia.

O verdadeiro desenvolvimento não acontece quando uma parte da sociedade deseja subir sozinha, deixando os demais para trás. Acontece quando há oportunidades para produzir, trabalhar, empreender e viver com dignidade.

Blog Ibicaraí Política — informação, opinião e reflexão sobre a realidade social brasileira.

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Projeto de estímulo a amamentação do Materno-Infantil de Ilhéus é case de sucesso em evento internacional, na Europa

 



ASCOM Hospital Materno-Infantil de Ilhéus 

Jornalista Maurício Maron


A experiência desenvolvida no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, uma obra do Governo da Bahia administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), de promover a amamentação em um ambiente livre de estresse com uma intervenção não farmacológica e de baixo custo, através de um espaço acolhedor, dedicado ao cuidado, à vida e ao fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê, estará sendo apresentada nesta sexta (09) e sábado (10), no “1º Congresso Internacional Mame Bem”, evento que tem como propósito “mudar o mundo pela amamentação” e que acontece em Porto, Portugal.

O case de sucesso, considerado por especialistas europeus como “impactante e inovador pelas características que apresenta”, tem como convidadas, as idealizadoras do projeto “Bosque do Aleitamento Materno”, do HMIJS, as enfermeiras Viviane Barreto e Bárbara Kruschewsky, que atuam na unidade hospitalar. “Este projeto não é apenas uma questão de conforto, mas, sobretudo, um fator biológico determinante para o sucesso do aleitamento e para o bem-estar da puérpera e do recém-nascido”, defende Viviane.

Ambiência acolhedora

Uma sala do HMIJS foi especialmente planejada e preparada com painéis visuais que remetem a uma ambiência de bosque. No local, foram instalados difusores aromáticos, com oferta de serviços de musicoterapia, iluminação quente apropriada e materiais educativos, que passarão a ser distribuídos entre as pacientes. O bosque representa um convite ao encontro com a ecologia do cuidado, onde cada gesto de amamentar é reconhecido como um ato de amor, proteção e promoção da saúde. A iniciativa beneficia a Unidade Canguru, o Alojamento Conjunto e, parcialmente, a UTIN. 

O projeto é resultado de um amplo campo de pesquisa, estimulando a produção e a valorização de dados e experiências que contribuam para o avanço científico e o fortalecimento das práticas de cuidado. Por meio de orientações qualificadas, acolhimento e incentivo às mães e famílias, o bosque visa fortalecer uma rede de solidariedade que salva vidas, especialmente de recém-nascidos prematuros e de baixo peso. 

De acordo com as idealizadoras da iniciativa, o "Bosque do Aleitamento Materno" demonstrou que intervenções planejadas na ambiência transformam a experiência da hospitalização, fortalecendo a humanização do cuidado e o protagonismo materno. A integração entre elementos naturais e estímulos olfativos potencializou os resultados clínicos observados. O modelo apresenta alta replicabilidade e baixo custo operacional, consolidando-se como ferramenta de gestão assistencial que alia evidências científicas de neurobiologia ao conforto ambiental e à dignidade das famílias em unidades neonatais.

Com a iniciativa, as idealizadoras esperam reduzir quadros de ansiedade materna, aumentar a capacidade de ejeção láctea, elevar a satisfação materna e estimular a adesão a práticas culturalmente inclusivas. Destaca-se que o HMIJS é o único hospital da Bahia habilitado para atendimento aos povos indígenas, que historicamente compreendem o cuidado com a vida de forma integrada à natureza. O projeto, além de integrar estímulos sensoriais a práticas naturalistas, prevê o monitoramento sistemático de indicadores clínicos e psicossociais.

Referência

O Hospital Materno-Infantil é a única maternidade 100% SUS da região. Possui porta aberta, leitos de UTI neonatal, unidade semi-intensiva e método canguru, além de uma ala pediátrica com 23 leitos clínicos e 10 leitos de UTI pediátrica, todos regulados.

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

BARRO PRETO: Juraci da Saúde consolida liderança e leva Barro Preto a votação expressiva nas eleições gerais



ASCOM BARRO PRETO 

O prefeito de Barro Preto, Juraci da Saúde e toda a sua equipe, confirmou nas eleições deste domingo (4) a força política que vem construindo no município. Os candidatos apoiados por ele lideraram a votação na cidade em todos os cargos em disputa, com números que chamam a atenção de lideranças de toda a região.

Na disputa para a Câmara dos Deputados, Neto Carletto foi o mais votado em Barro Preto, com 1.785 votos, e garantiu a reeleição. Para a Assembleia Legislativa, Eduardo Salles recebeu 1.586 votos no município, a maior votação entre os candidatos a deputado estadual, e também foi reeleito.

Na corrida ao Senado, a cidade deu 5.071 votos à dupla apoiada pelo prefeito: 2.557 para Rui Costa e 2.514 para Jaques Wagner, ambos eleitos. Para o Governo do Estado, Jerônimo Rodrigues somou 2.812 votos em Barro Preto e foi reeleito ainda no primeiro turno. Na disputa presidencial, Lula foi o mais votado no município, com 2.978 votos, e segue para o segundo turno.

O desempenho reforça uma trajetória de vitórias consecutivas. Depois de conquistar a Prefeitura nas urnas, Juraci da Saúde passou a imprimir na gestão um ritmo de trabalho reconhecido pela população, com avanços na saúde, na infraestrutura e no atendimento ao cidadão. Esse resultado administrativo se refletiu agora na confiança do eleitor, que acompanhou as indicações do prefeito nas esferas estadual e federal.

Para lideranças políticas da região, Juraci se firma como um dos nomes de maior capacidade de mobilização do sul da Bahia. Ao manter a cidade unida em torno de um mesmo projeto, ele garante a Barro Preto aliados com mandato na Assembleia Legislativa, na Câmara dos Deputados, no Senado e no Governo do Estado, ampliando o acesso do município a investimentos e políticas públicas.

Em agradecimento, o prefeito destacou o papel da população no resultado. "Cada voto mostra que Barro Preto acredita no trabalho que estamos fazendo. Essa vitória pertence ao nosso povo, e seguiremos trabalhando para trazer cada vez mais conquistas para a nossa cidade", afirmou.

terça-feira, 29 de setembro de 2026

BARRO PRETO - Na Rua do Cortume ja é possível ver os avanços levando uma boa realidade para os moradores da localidade

 


FONTE MOURA NOTÍCIAS 

A obra representa a realização de um antigo sonho da comunidade e marca mais um avanço na infraestrutura do município

A Rua do Cortume, em Barro Preto, começa a ganhar uma nova realidade. As imagens mostram o avanço dos trabalhos no local, com a construção das guias e a preparação da via para receber melhorias que há muito tempo eram aguardadas pelos moradores.

O que antes era um sonho para a comunidade, aos poucos, começa a sair do papel. Os moradores da localidade já podem comemorar o avanço da obra, que promete trazer mais organização, segurança e melhores condições de acesso para quem vive na região.

O prefeito Juraci da Saúde vem comemorando os avanços na infraestrutura de Barro Preto e destaca a importância de transformar antigas reivindicações da população em ações concretas. A Rua do Cortume é mais um exemplo de uma demanda que começa a ganhar forma e beneficiar diretamente a comunidade.

Com máquinas, trabalhadores e materiais já no local, a transformação da Rua do Cortume está em andamento. Para os moradores, cada etapa concluída representa a esperança de finalmente contar com uma rua mais estruturada e digna.


segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Turma da Caminhada faz ação ecológica com 70 participantes e planta 35 mudas na Fazenda Futurosa


 Por Arnold Coelho 0006446/BA

Cerca de 70 amantes da natureza, integrantes da Turma da Caminhada, se reuniram na manhã do último domingo, dia 27 de setembro, para mais uma ação de plantio no meio rural de Ibicaraí. Desta vez, o destino foi a Fazenda Futurosa, localizada na estrada da Santa Maria, no lado norte do município, de propriedade da médica Jemima Céo e Adenilton (Ito). 

A Turma se reuniu logo cedo na Praça do Bairro Novo e, de lá, partiu em direção ao meio rural e à fazenda. A caminhada até o local durou cerca de 90 minutos. Pelo caminho, os participantes puderam contemplar o clima do campo, passando por roças de cacau, estradas rurais, áreas verdes, ar puro e pequenas propriedades que compõem a paisagem rural de Ibicaraí. 

O grupo chegou ao destino por volta das 7h30 e foi recebido pelo casal anfitrião, que aguardava os aventureiros com um delicioso café da manhã, preparado com a contribuição dos participantes. 

Localizada entre duas montanhas, a Fazenda Futurosa é um exemplo de cuidado com a natureza e sustentabilidade. A propriedade possui áreas de mata fechada, diversos pontos de nascentes e uma grande variedade de árvores nativas. O casal também cultiva diferentes espécies, entre elas cacau, banana, cupuaçu, limão, laranja, pitanga e flores artesanais. 

Amantes da natureza, Ito e Jemima fazem questão de preservar a área e também desenvolvem ações de reflorestamento em pequenos trechos anteriormente ocupados por pastagens. 

Depois do café da manhã, os participantes se organizaram em duplas e iniciaram o plantio. Com a participação de várias crianças, foram plantadas 35 mudas de árvores, entre espécies nativas e frutíferas, como pau-brasil, ipê-rosa, cedro, mogno, jequitibá, mangueira, jaqueira e abacateiro. 

A atividade terminou por volta das 10 horas. Antes do meio-dia, todos já estavam de volta às suas casas, cansados, mas felizes por terem contribuído, mais uma vez, para devolver à natureza um pouco de tudo aquilo que ela nos oferece. E, naturalmente, já pensando em quando será a próxima aventura. 

Essa ação só foi possível graças ao envolvimento dos integrantes da Turma da Caminhada e às parcerias que vêm fortalecendo esse trabalho ambiental. A UESC, mais uma vez, forneceu 110 mudas para as ações de plantio. A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente também colaborou com o cuidado das mudas e forneceu calcário, além do apoio da funcionária Daniela Pereira e da estudante de Biologia e estagiária da Secretaria, Gabriela Coelho. 

Também fica o agradecimento aos amigos e aventureiros Givaldo e Valdoilson, que coletaram as mudas na UESC e trouxeram até Ibicaraí; aos guias Alan, Valdoilson, Gel, Alex, Bobô e Eliana; à minha esposa, Fátima, que me ajudou na organização; e, de maneira especial, ao casal Ito e Jemima, que acreditou na proposta e abriu as portas da Fazenda Futurosa para receber a Turma da Caminhada e o plantio das 35 mudas. 

No fim, todos saíram ganhando: a natureza, que recebeu novas árvores; as crianças, que aprenderam na prática a importância de plantar; e cada participante, que voltou para casa com a sensação de ter feito a sua parte. 

A natureza agradece a todos os envolvidos em mais essa bela ação ambiental. 

 

Arnold Coelho 


Viva a Natureza!

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Confrades da AGRAL participa da posse da diretoria e dos novos acadêmicos da ALJUSBA

 



A confreira e professora doutora Josanne Francisca Morais Bezerra (cadeira 30), primeira mulher a dirigir a Academia Grapiúna de Artes e Cultura (AGRAL) — entidade fundada na cidade de Itabuna, sul da Bahia, no dia 4/4/2011, por um grupo de intelectuais da cidade —, participou, na noite de sexta-feira, no dia 18/9, na Câmara Municipal de Itabuna (CMI), da posse da diretoria e dos novos acadêmicos da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (ALJUSBA). 

Participou também da festiva sessão o jornalista-confrade Antônio Paulo de Oliveira Lima, membro efetivo da cadeira 33 da Academia Grapiúna de Artes e Cultura (que tem como patrono o jurista Orlando Gomes dos Santos) e que, inclusive, atuou como mestre de cerimônias do evento. 

A ALJUSBA — fundada em Itabuna por abnegados pensadores do direito regional em 13/05/2011, sendo a primeira do gênero do interior do Estado da Bahia e a sexta do país, com abrangência no sul, baixo sul e extremo sul da Bahia —, que já tinha empossado administrativamente sua nova diretoria e o conselho fiscal para o biênio 2026/2028 logo após a eleição de 08/06, empossou agora, festivamente, a 'Chapa União e Trabalho' e os novos confrades e confreiras da instituição eleitos em 20/07. 

A “Casa das Letras sulbaiana” empossou os acadêmicos Geraldo Calasans da Silva Júnior – Cadeira nº 38, patrono Pedro Ribeiro e antecessor Israel Nunes da Silva; Luciano de Oliveira Souza Tourinho – Cadeira nº 13, patrono Jorge Fialho e antecessor Carlos Eduardo Lima Passos da Silva; e Wanessa Rocha Bonfim Gedeon – Cadeira nº 02, patrono Ruy Barbosa de Oliveira e antecessor José Carlos Oliveira. Carolina Simões da Silveira Peltier Cajueiro – Cadeira nº 16, patrono Aurelino Leal e antecessor Josevandro Raymundo Ferreira Nascimento, por motivo de saúde não foi empossada, ficando para uma data a ser marcada. 

A Academia Grapiúna de Artes e Letras (nascida como Academia Grapiúna de Letras) reúne escritores, poetas, artistas diversos, cientistas, juristas, comunicadores, produtores e empreendedores culturais, com o objetivo de cultivar e promover a literatura, as artes e a ciência, sobretudo a chamada Literatura Sulbaiana ou Literatura do Cacau. 

A AGRAL promove palestras, concursos literários e eventos culturais referentes aos seus patronos e patronesses, além de outorgar títulos honoríficos a personalidades grapiúnas. Organizada nos moldes da Academia Brasileira de Letras, com 40 membros efetivos, a instituição faz parte da Rede de Integração Cooperativa das Academias de Letras da Bahia (RICA), no âmbito da Academia de Letras da Bahia, esta última criada em 1917. 

Vercil Rodrigues 

Membro Emérito Fundador da Academia Grapiúna de Artes e Letras (AGRAL), cadeira 1; idealizador e presidente de Honra Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (ALJUSBA), cadeira 1 e Membro-tesoureiro da Academia de Letras de Ilhéus (ALI), cadeira 21.

LULA E A ASCENSÃO SOCIAL DOS MAIS POBRES: É ISSO QUE INCOMODA TANTA GENTE!

  Por André Luiz Evangelista Jornalista MTB 0006515/BA O Partido dos Trabalhadores (PT), ao longo dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva...