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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Papa Emérito Bento XVI nega ter acobertado pedofilia

Ratzinger disse ter 'profunda consternação' por casos de abuso sexual.

Declarações foram feitas em carta a matemático.

Da AFP
O Papa Emérito Bento XVI expressou em uma carta dirigida a um matemático sua "profunda consternação" pelos casos de abusos sexuais contra menores cometidos dentro da Igreja e afirmou que nunca os acobertou.
A carta, da qual o jornal "La Repubblica" publica trechos nesta terça-feira (24), está dirigida ao matemático ateu Piergorgio Odifreddi e é uma resposta ao seu livro "Caro Papa, ti scrivo" ("Querido Papa, te escrevo").

"Só posso tomar nota com uma profunda consternação" dos abusos cometidos por sacerdotes, escreve o papa, que acrescenta: "Nunca tentei acobertar estas coisas"."O fato de o poder do mal penetrar até este ponto no mundo interior da fé é para nós um sofrimento que, por um lado, não podemos suportar, e por outro, nos obriga a fazer todo o possível para que incidentes deste tipo não voltem a se repetir", disse o Papa alemão, que renunciou em fevereiro deste ano.

Durante todo o seu pontificado, de 2005 a 2013, Joseph Ratzinger decretou a tolerância zero frente às revelações de vários casos de pedofilia dentro da igreja.
"Se não é lícito se calar ante o mal dentro da Igreja, também não é se calar sobre o grande rastro luminoso da bondade e da pureza que a fé cristã deixou atrás de si ao longo dos séculos", disse o Papa Emérito.
Desde sua renúncia, o Papa alemão, de 86 anos, vive em um monastério do Vaticano.
Papa Emérito Bento XVI fala durante sua homília na missa celebrada na Basílica, em 2007. (Foto: Divulgação/Arquivo Santuário Nacional)Papa Emérito Bento XVI fala durante sua homília na missa celebrada na Basílica de Aparecida, em 2007. (Foto: Divulgação/Arquivo Santuário Nacional)

Antes de julgamento da mãe, filho de executivo da Friboi protestou em NY

Júri de Giselma Campos começa nesta terça-feira (24) em São Paulo.

'Tenho rezado bastante e pedido discernimento', afirmou estudante ao G1.

Do G1 São Paulo
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Carlos Eduardo protesta em Nova York por demora no julgamento sobre morte de seu pai, executivo da Friboi (Foto: Juliana Santana de Souza/ Acervo pessoal)
Carlos Eduardo protesta por demora no julgamento
(Foto: Juliana Santana de Souza/Acervo pessoal)
Filho do empresário Humberto de Campos Magalhães, executivo da Friboi morto a tiros em dezembro de 2008, o estudante de administração Carlos Eduardo Magalhães aproveitou uma viagem de estudos a Nova York, nos Estados Unidos, em agosto deste ano, para fazer uma homenagem ao pai e um protesto contra a demora no julgamento do caso. O júri da mãe dele, Giselma Carmen Campos, acusada de mandar matar o ex-marido, começa nesta terça-feira (24) no Fórum da Barra Funda, em São Paulo.
Carlos Eduardo disse ao G1 nesta segunda-feira (23) que tem rezado bastante e pedido discernimento para enfrentar o início do julgamento em que será a principal testemunha de acusação contra sua mãe. "Tenho rezado bastante e pedido discernimento neste momento. Estou acreditando que estou fazendo o melhor para o meu pai. Então, isso me ajuda muito", disse.

A ideia surgiu após ele ver protestos de pessoas nuas pintadas apenas com tinta corporal, mas sem nenhum propósito. Ele afirma que se convenceu após uma conversa com o artista Danny Seatiawan. As fotos foram feitas por Juliana Santana de Souza, uma amiga brasileira que ele conheceu em Nova York.Durante o protesto, o estudante apareceu sem camisa na Times Square e em frente ao Central Park com o corpo pintado com palavras como "justiça" e "paz espiritual".


"Quando eu estava andando por lá, eu vi que ele fazia essas pinturas nas pessoas, mas sem nenhum propósito aparente. Era mais uma coisa de choque de valores. Foi aí que tive a ideia. Falei: 'acho que posso fazer uma coisa nesse sentido para, de certa forma, colocar para fora o que estou sentido e também fazer uma homenagem para o meu pai. Mostrar para mim mesmo que ainda estou aqui e que ainda estou lutando por ele. Que tudo que ele fez por mim, de alguma forma, estou podendo hoje honrar'", contou.

Carlos Eduardo disse que o protesto foi bem recebido. "Muitas pessoas pessoas ficavam chocadas de saber como as coisas funcionam aqui. Teve bastante gente que achou super legal e teve gente que só passou e não deu opinião a respeito. De forma geral, foi muito bom porque as pessoas se aproximavam de mim para conversar sobre qualquer coisa", afirmou.
Na frente do corpo de Carlos Eduardo, o artista escreveu, em um braço, "justica", e, no outro, "paz espiritual". Nas costas de Carlos Eduardo, o artista escreveu: "pelo que você luta?". A resposta estava escrita nos braços: "justiça" e "paz espiritual". Segundo Carlos, que também é professor de inglês, as pessoas escreviam à caneta em suas costas os objetivos de suas lutas.
Morte do executivo
Humberto de Campos Magalhães foi morto a tiros por um motoqueiro em uma rua da Zona Oeste da capital paulista em 4 dezembro de 2008. Carlos Eduardo e a mãe deverão ficar frente a frente na sala no Tribunal do Júri no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste. Ele tem certeza de que ela é culpada: "Foi ela que mandou matar meu pai", disse ele ao Fantástico. Além de Giselma, também deverá ser julgado o irmão dela, Kairon Valfer Alves.

Tenho rezado bastante e pedido discernimento neste momento. Estou acreditando que estou fazendo o melhor para o meu pai"
Carlos Eduardo Magalhães
Giselma viveu durante 20 anos com o executivo. Segundo a polícia, depois da separação, ela passou a planejar o assassinato do ex-marido. O celular do filho mais velho do executivo foi usado no crime. A acusação diz que Giselma entregou o telefone a um pistoleiro. O assassino ligou para o executivo, dizendo que o filho dele estava passando mal, no meio da rua. Humberto foi até o local  e bateu de casa em casa, à procura de notícias do filho. Quando entrou no carro, um motoqueiro se aproximou e depois de uma rápida discussão disparou dois tiros, um dos quais atingiu o executivo.

O celular usado para atrair a vítima ajudou a esclarecer o crime. O aparelho foi encontrado na casa de Kairon, irmão de Giselma, no Maranhão. Segundo a polícia, Kairo contratou dois pistoleiros na Cracolândia, região central de São Paulo. A investigação mostrou que Giselma pagou ao irmão e aos assassinos R$ 30 mil para que o ex-marido fosse assassinado.

Humberto Magalhães, de 43 anos, era de origem humilde. Começou como açougueiro e virou o maior executivo da empresa. O empresário se casou com Giselma e teve dois filhos: Carlos Eduardo era o mais novo. As brigas constantes do casal levaram ao fim um relacionamento de 20 anos, mas, segundo o filho, Giselma nunca aceitou a separação. “Sempre foi uma relação muito dificil entre os dois, de discussões dentro de casa, gritaria de virar a madrugada discutindo”, diz Carlos Eduardo.
Frases escritas nas costas de Carlos Eduardo, filho de empresário da Friboi morto em 2008 (Foto: Juliana Santana de Souza/ Acervo pessoal)
Frases escritas nas costas de filho de empresário
(Foto: Juliana Santana de Souza/ Acervo pessoal)

Humberto saiu de casa no fim de 2007 e namorou outras mulheres. “Primeiramente a polícia imaginou se tratar de um latrocínio, mas no porta-malas do carro tinha uma valise com cheque, dinheiro e cartões”, disse o promotor do júri, José Carlos Cosenzo. Logo nos primeiros dias da investigação, Giselma começou a apresentar um comportamento suspeito, de acordo com a Promotoria.
Cosenzo afirma que quando saiu o mandado de busca e apreensão para apreender os computadores e telefones, a empresária recebeu a polícia, mas tentou jogar um chip de telefone na privada. “De repente ela disse: ‘estou com vontade de ir no banheiro’. Abaixou, tirou o chip do celular e jogou na privada”, conta o promotor.

A investigadora conseguiu puxar o chip de dentro da bacia da privada. A partir dele, os investigadores rastrearam uma rede de ligações telefônicas. E identificaram a quadrilha responsável pela morte de Humberto Magalhães.

Segundo a Promotoria, Giselma contratou Kairon, que é ex-presidiário. Kairon contratou Osmar que era uma pessoa que trabalhava como segurança. E Osmar contratou Paulo, apontado como executor.  No primeiro momento, Giselma negou conhecer Kairon. Mas, ao comparar os documentos dos dois, a polícia teve uma surpresa. “Foi verificado que eles eram irmãos. De pais diferentes, mas era a mesma mãe”, disse o promotor.
“Acredito que ela mandou assassinar o meu pai por interesse financeiro. Ela não queria dividir o patrimônio que ela tinha com o meu pai com outra pessoa”, diz Carlos Eduardo. Descoberta, Giselma tentou incriminar o próprio filho. “Ela, através das ligações que fazia para pessoas, meio que tentava jogar culpa para mim. Dizia que tinha medo porque eu talvez pudesse estar envolvido”, diz Carlos Eduardo.

A polícia chegou a suspeitar do filho do empresário, mas o rastreamento do aparelho celular dele levou à prisão de Kairon, que entregou todo o esquema.

Giselma ficou presa preventivamente por um ano e seis meses na Penitenciária Feminina de Santana, na Zona Norte de São Paulo. A decisão pela soltura de Giselma foi do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Celso de Mello concedeu a liminar no dia 27 de setembro, após analisar o pedido de habeas corpus impetrado pelo advogado da ré, Ademar Gomes.

O Fantástico tentou falar com Giselma, mas ela não atendeu às ligações. Carlos Eduardo tem pouco contato com a mãe. Se falam raramente e só para tratar da venda de bens da familia. Os dois homens contratados para matar o empresário já foram condenados: pegaram 20 anos de cadeia cada um. Carlos Eduardo espera que Giselma seja condenada pela morte do pai dele. "Infelizmente foi ela que mandou fazer isso. O que eu queria realmente era não ter uma mãe que fosse uma assassina",  afirmou

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Fabrica de Chocolate da Agricultura Familiar, Bahia Cacau de Ibicaraí atrai grupo internacional.


   A primeira fabrica da agricultura familiar do Brasil, a Bahia Cacau de Ibicaraí, estará recebendo nesta terça-feira (23), às 14h00min, um grupo de Peruanos que faz parte da agricultura familiar daquele pais, e, estará visitando a fabrica de chocolate Bahia Cacau.

   Esta é uma missão diplomática, de um convenio do governo Peruano e Brasileiro, sendo um intercâmbio de experiência de troca de tecnologia na cultura do cacau, que visa adquirir experiência junto à agricultura familiar Brasileira. É uma ação do ministério das relações exteriores por meio da CEPLAC.

  Existem perspectivas de futuras transações internacionais, do brilhante chocolate fino produzido em Ibicaraí. Esta é a quarta etapa do convênio sendo que as três primeiras foram realizadas em Cusco no Peru.



No Brasil, 37% das cidades são atendidas por 1 só empresa de celular

São 2.056 cidades, mostra análise do G1 feita na base de dados da Anatel.
Mais de 70% do Piauí e do Maranhão tem só um serviço à disposição.

Helton Simões Gomes Do G1, em São Paulo

Desaprovar um serviço de celular e recorrer a outro não é uma opção para os moradores de 37% das cidades brasileiras. Esses municípios são atendidos por apenas uma operadora de celular, segundo levantamento realizado pelo G1 na base de dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A realidade é vivenciada por 2.056 das 5.565 cidades do Brasil. No entanto, em 15 dos 26 Estados mais o Distrito Federal o índice de municípios onde opera apenas uma empresa de celular é superior à média brasileira.
Composto por Mato Grosso, Goiás, Rondônia, Minas Gerais, Acre, Pará, amazonas, Bahia, Paraíba, Amapá, Rio Grande do Norte, Roraima, Tocantins e Maranhão, o grupo é encabeçado pelo Piauí, onde chega a 79% o número de municípios com apenas uma prestadora de serviços de celular. (Veja a distribuição das operadoras por cidades no mapa abaixo).
Por meio da rede celular, é ofertada também pacotes de internet móvel. Os números levantados pelo G1 mostram ainda que mais da metade (50,93%) dos municípios brasileiros têm seus consumidores disputados por apenas duas operadoras. A base de dados consultada pela reportagem considera a presença de uma operadora em uma cidade desde que tenha instalada lá uma antena, as chamadas estações de rádio-base (ERB).
Durante o lançamento de uma empresa de banda larga em agosto, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, criticou a falta de apetite das empresas de ir para o interior do país. “Nós temos um problema que é as grandes empresas não enxergarem a periferia e o interior. Um choque de competição e inovação é fundamental no mercado."

De acordo Eduardo Levy, porta-voz da Sinditelebrail (sindicato das empresas de telecomunicações), as companhias não são multadas, porque “o Estado brasileiro assim decidiu”. Ele afirma que a baixa presença ocorre porque as empresas cumprem apenas o estabelecido pela Anatel em seus editais.
“O Brasil não é o que nós vivemos aqui, você em São Paulo, eu em Brasília. Quando a Anatel prepara um edital para cobrir o Brasil inteiro, ela junta áreas de grande interesse econômico financeiro, com áreas onde não há nenhum interesse ou baixo interesse, áreas onde a implantação é mais barata com áreas onde a implantação é mais onerosa”, explica --no Distrito Federal, há mais de quatro operadoras e, no Estado de São Paulo, só 8% das cidades são atendidos por  uma única empresa de celular. Além disso, o executivo argumenta que apenas 8% da população vivem em cidades
O cumprimento das regras também é responsável pelo apagão de sinal em algumas estradas, diz Levy. “Não há obrigação de cobrir um só metro de estrada nenhuma. Ao contrário, toda e qualquer que tiver o serviço de celular, ou está dentro da área de cobertura do município, ou tem um interesse que as empresas descobriram posteriormente.”
De fato, as regras estabelecidas pela Anatel afirmam que, se houver cobertura de 80% do principal distrito de uma cidade, aquele município está coberto. Levy também lembra que o edital do 3G realizado no Brasil em 2009 fixava que 927 municípios deveriam ser atendidos pela tecnologia até abril de 2013. No entanto, hoje, 3.114 tem acesso ao serviço.
Bolsa de Valores virtual
“O mundo tem mudado muito. Os smartphones têm ficado mais baratos. Os equipamentos têm ficado mais baratos. As empresas têm procurado formas de fazer a expansão.”
Uma série de mudanças para intensificar a competição está sendo implementada para alterar esse quadro. Uma delas é uma espécie de Bolsa de Valores virtual para que as operadoras que dominam a distribuição de serviços um uma localidade aluguem a empresas menores partes ociosas de sua infraestrutura, como torres, dutos, linhas dedicada, interconexões, acesso local e roaming. A Anatel apresentou o chamado Sistema de Negociação de Ofertas de Atacado (SNOA) na última terça-feira (17), que já está em operação.
“O mercado de atacado facilita a expansão das redes alternativas”, afirma João Moura, presidente da Telcomp (associação das empresas competitivas). Segundo ele, para as outras operadoras “por mais que construam rede, sempre precisarão contratar um complemento”.
“A empresa passa a rede de um lado da rua, mas se o cliente está do outro lado ela não consegue ir para o outro lado, porque não consegue um poste ou autorização da prefeitura para furar a rua”, explica Moura. “Alguém pode dizer: ‘Se a concessionária está lá, ela atende, não precisa de outra’. Às vezes contratando um serviço [de infraestrutura] que já existe, [outras empresas] podem oferecer um serviço diferenciado, porque chegou com outra estrutura, com outro atendimento ao cliente.”
Outra iniciativa é a redução da cobrança de ligações telefônicas para clientes de outras operadoras, para diminuir o chamado “efeito clube”, que faz 80% das chamadas ocorrerem dentro da rede de uma mesma operadora.
MAPA CIDADES COM UMA OPERADORA (Foto: ARTE/G1)

Depois de recuar quase 3% na última semana, dólar opera em queda

Receios com futuro da política monetária do Fed pairam sobre mercado.
Na sexta-feira, dólar subiu 0,82% e fechou a R$ 2,2195.

Da Reuters
Depois de recuar quase 3% na última semana, o dólar opera em queda ante o real nesta segunda-feira (23), em meio a preocupações renovadas sobre o futuro da política monetária expansionista dos Estados Unidos.

Perto das 9h30 (horário de Brasília), a moeda norte-americana tinha queda de 0,41%, a R$ 2,2104 para a venda. Veja a cotação
Na sessão anterior, a moeda dos Estados Unidos fechou em alta de 0,82%, cotada a R$ 2,2195 para a venda. Na semana, contudo, a moeda acumulou desvalorização de 2,73%. No mês, a queda chega a 6,94%.
Na sexta-feira, o presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, afirmou que o banco central norte-americano ainda pode reduzir seu programa de compra de títulos na reunião de outubro se os dados apontarem para uma economia mais forte.
Mas analistas do UBS disseram que "parece improvável" que o Fed opte por agir tão em breve após a decisão de deixar a política inalterada. Eles disseram que a postura do Fed na semana passada vai manter o dólar fraco por um trimestre antes que a tendência de alta de longo prazo seja retomada.
Nesta segunda-feira, o Banco Central segue com seu cronograma de intervenções diárias no mercado de câmbio, por meio de mais um leilão de swap cambial tradicional – equivalente à venda de dólares no mercado futuro.
Na quarta-feira, o Fed disse que continuará comprando títulos ao ritmo de US$ 85 bilhões por mês por enquanto, expressando preocupação de que um forte aumento nos custos de empréstimos nos últimos meses possa pesar sobre a economia.

Dilma chega a NY para participar da Assembleia-geral da ONU

Presidente defenderá em discurso regras contra espionagem internacional.
Ela terá ainda encontro com empresários sobre investimentos no Brasil.

Nathalia Passarinho Do G1, em Nova York

Presidente Dilma Rousseff é recepcionado na chegado a Nova York (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)Presidente Dilma Rousseff é recepcionada na
chegado a Nova York (Foto: Roberto Stuckert Filho
/PR)
A presidente Dilma Rousseff chegou por volta das 7h desta segunda-feira (23) a Nova York para participar da Assembleia-Geral das Nações Unidas, onde irá fazer discurso nesta terça contra a espionagem norte-americana no Brasil. Ela passa o dia sem compromissos oficiais e deve finalizar o texto da declaração que fará na abertura do evento.

Por tradição, o presidente do Brasil sempre faz o discurso inicial da Assembleia-Geral. Esta será a terceira participação de Dilma na Assembleia-Geral da ONU desde que tomou posse em janeiro 2011. O evento, que tem sede nos Estados Unidos e reúne mais de 190 chefes de Estado, ocorre uma semana depois de a presidente cancelar viagem oficial que faria a Washington em Outubro para reuniões com o presidente norte-americano, Barack Obama.
Na chegada ao hotel em Nova York, Dilma acena para jornalistas (Foto: Nathalia Passarinho/G1)Na chegada ao hotel em Nova York, Dilma passa por jornalistas (Foto: Nathalia Passarinho/G1)
A decisão foi tomada após o mal estar gerado com as denúncias de que a NSA, agencia de segurança norte-americana, espionou Dilma, seus assessores e também a Petrobras, segundo revelou o programa Fantástico.


Primeira chefe de Estado a discursar na Assembleia-Geral da ONU, a presidente deverá pedir que as ações de inteligência entre nações sejam regulamentadas pelo organismo internacional. Dilma quer a elaboração de normas específicas e limites a ações de espionagem.
A presidente deverá ainda fazer uma defesa do respeito à soberania dos países e à privacidade de correspondências na internet. 
A fala antecede o discurso de Barack Obama, que subirá à tribuna da Assembleia das Nações Unidas logo após Dilma.
Apesar de elaborar discurso com uma crítica pública às operações de inteligência dos EUA, a presidente usará parte do tempo em Nova York para assegurar a investidores norte-americanos que as relações comerciais entre os dois países não devem ser afetados.
Na quarta-feira (25), por volta de 12h30, Dilma fará discurso de encerramento em um seminário sobre possibilidades de investimento em infraestrutura no Brasil.
O evento, organizado por um banco norte-americano, terá participação de empresários estrangeiros e presença em peso da equipe econômica do governo.
De acordo com o Itamaraty, o ministro de Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, terá uma reunião bilateral nesta semana com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, para tratar do tema da espionagem e de questões comerciais.
Segundo assessores, na reunião com John Kerry, Luiz Alberto Figueiredo vai cobrar explicações sobre as denúncias de espionagem, mas também vai frisar que o impasse político não pode afetar a relação comercial entre os dois países.
Agenda
De acordo com o Planalto, Dilma também vai dedicar sua participação nas Nações Unidas para defender o cumprimento de compromissos firmados na Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada em junho do ano passado, no Rio de Janeiro.
A conferência produziu um documento assinado pelos 188 países que participaram do evento.

 Após discursar na abertura da Assembleia-Geral da ONU, Dilma participa, às 15h de terça (24), da primeira sessão do Foro de Alto Nível de Desenvolvimento Sustentável, criado para analisar as realizações e deliberações da Rio+20.
Outro tema que terá a atenção da presidente em sua participação na reunião das Nações Unidas é o conflito na Síria. Dilma vai apresentar a posição do governo brasileiro de condenar o uso de armas de destruição em massa, mas irá destacar ser contrária ao uso da força contra o governo sírio.
De acordo com o Planalto, não estão previstas reuniões bilaterais da presidente com chefes de Estado. No final da tarde de terça (24), ela deverá se reunir com o presidente da Telefônica, Carlos Izuel. O tema do encontro ainda não foi divulgado.
Já o ministro de Relações Exteriores do Brasil terá pelo menos 10 encontros bilaterais com chanceleres de outros países. Além de conversar com John Kerry, Luiz Alberto Figueiredo se reunirá com ministros de potências emergentes, como China, Índia, Rússia e África do Sul.

sábado, 21 de setembro de 2013

O Major PM Waldilson comemora aniversário em Ibicaraí na Bahia.



   
   No inicio da tarde deste sábado (21), o Major PM Waldilson Cerqueira e sua esposa Rosana, abriram às portas de sua residência em Ibicaraí, para receber parentes e amigos para comemorar o aniversário do Major.

   O que era pra ser uma reunião de Família, se tornou um verdadeiro acontecimento, pois o Major Waldilson é uma pessoa muito querida, e, as presenças mostraram a sua força entre os seus comandados e também no meio político.

   Registramos a presença do prefeito de Ibicaraí e presidente da AMURC Lenildo Santana, do prefeito de Itajú do Colônia Padre Edinaldo, do vereador Alan Rogério, do secretário de Agricultura Carlos Durval de Conde Moura, do secretário de Infraestrutura Leildo Santana, DO Venerável de  honrra Dr. Jailton Dias, do Capitão PM Brito Júnior, do Capitão PM Edmon Cesar, dos Aspirantes PM Carlisson, Cerqueira, Mendes e Luís, do Tenente Rafael, de Ilhéus vieram os Tenentes PM Geraldão e Max, também se fizeram  presentes o Sub Tenente PM Arisvaldo, Sargento PM Luiz, a imprensa representada pelos Blogueiros André Luiz Evangelista,  Erasmo Barbosa, Igor Pinto, JP Assis, Waldyr Montenegro e do  comunicador Josevan Dias do Palestina em foco.

   Lindinha prima do Major Waldilson acompanhada do seu esposo Juvenal Rodrigues, recebia a todos que chegavam com muita animação. A senhora Rosana, que é esposa do Major Waldilson, mostrou que gosta de receber convidados e recebeu muito bem.
   Todos se divertiram sem moderação até o inicio da noite, bebida muito boa, comida excelente, verdadeiramente foi uma tarde e inicio de noite pra lá de agradável.

   “Sinto-me muito a vontade na cidade de Ibicaraí principalmente por ter a certeza de estar fazendo um bom trabalho, agradeço a DEUS por ter me conduzido para uma cidade, onde eu e minha família fomos muito bem recebidos, e, isso é combustível para que eu possa desempenhar um trabalho com grande excelência, como o que tenho certeza, que tenho desempenhando juntamente com meus comandados.” Disse o Major PM Waldilson Cerqueira comandante da 63ª CIPM/IBICARAÍ.

Vida Longa ao Major PM Waldilson e toda à sua casa.



 
 
 
 
 
  

IBICARAÍ- JONATHAS SOARES JUVENTUDE, ARTICULAÇÃO POLÍTICA E A SUCESSÃO MUNICIPAL EM 2028

  OPINIÃO  POR André Luiz Evangelista Jornalista MTB 0006515/BA DEIXANDO BEM CLARO, QUE NA ELEIÇÃO PARA PREFEITO, NÃO VOTO NEM NELES, E NE...