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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

LULA E A ASCENSÃO SOCIAL DOS MAIS POBRES: É ISSO QUE INCOMODA TANTA GENTE!

 



Por André Luiz Evangelista Jornalista MTB 0006515/BA

O Partido dos Trabalhadores (PT), ao longo dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, promoveu mudanças importantes no cenário social brasileiro. Desde a chegada de Lula à Presidência, em 2003, milhões de brasileiros passaram a enxergar novas possibilidades de acesso à educação, ao crédito, à alimentação, ao emprego e à inclusão social.

Antes de questionar, é preciso olhar para a história e reconhecer os avanços que permitiram a muitos brasileiros de baixa renda sonhar com uma realidade diferente daquela que parecia predestinada às suas famílias.

Durante os governos petistas, políticas de ampliação do acesso às universidades, expansão do ensino técnico, financiamento estudantil, fortalecimento de programas sociais e valorização do salário mínimo contribuíram para abrir portas que, durante muito tempo, permaneceram praticamente fechadas para parcelas significativas da população.

A educação superior, por exemplo, passou a fazer parte dos sonhos de muitos jovens cujos pais jamais tiveram condições de frequentar uma universidade. O acesso ao crédito e às oportunidades de empreendedorismo também ajudou trabalhadores a construir pequenos negócios, conquistar autonomia financeira e melhorar suas condições de vida.

E é justamente essa possibilidade de ascensão social que merece ser debatida com seriedade. Quando o filho de uma família humilde consegue se formar, conquistar uma profissão, abrir uma empresa ou ocupar espaços antes inacessíveis, toda a sociedade ganha.

O pobre não quer tomar o lugar de ninguém. Quer ter oportunidade de construir o próprio caminho!

Na saúde, na educação, na assistência social e no acesso ao crédito, existem políticas públicas que precisam ser avaliadas pelos seus resultados, sem ignorar dificuldades, falhas e desafios que ainda persistem. O Brasil continua enfrentando desigualdades profundas, mas isso não apaga a importância de iniciativas que ampliaram oportunidades para milhões de pessoas.

E há outro ponto que merece atenção: o agronegócio brasileiro também recebe expressivos volumes de recursos por meio do Plano Safra, com linhas de financiamento destinadas a diferentes segmentos do setor rural. Os governos Lula mantiveram e ampliaram instrumentos de apoio à produção agrícola, incluindo o agronegócio empresarial e a agricultura familiar.

Portanto, é preciso abandonar a ideia de que apoiar os mais pobres significa ser contra os produtores rurais, os empresários ou quem construiu patrimônio. Um país pode — e deve — incentivar a produção e fortalecer.

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