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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Beltrame reforça pedido de segurança para as eleições municipais no RJ

Ele ressaltou a necessidade de se ocupar o Conjunto de Favelas da Maré.

Representante da pasta lamentou o assassinato do militar da Força Nacional.


Nicolas Satriano
Do G1 Rio
Autoridades de segurança se reúnem neste domingo no Gabinete Integrado de Acompanhamento (GIA) do Comitê Executivo de Segurança Integrada Regional - CESIR/RJ para acompanhar as atividades da área para Cerimônia de Encerramento dos Jogos Rio 2016,  (Foto: Philippe Lima/ SESEG)Autoridades de segurança se reúnem neste domingo no Gabinete Integrado de Acompanhamento (GIA) do Comitê Executivo de Segurança Integrada Regional - CESIR/RJ para acompanhar as atividades da área para Cerimônia de Encerramento dos Jogos Rio 2016, (Foto: Philippe Lima/ SESEG)
Termina a Olimpíada 2016 e a atenção dos fluminenses se volta para a segurança pública do estado após os jogos. Neste domingo (21), enquanto tinha início a cerimônia de encerramento, o secretário de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame, em entrevista no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), reforçou o pedido ao governo federal para que as Forças Armadas permaneçam no estado até, pelo menos, a realização das eleições municipais.
"Já pedi para que eles permaneçam aqui não só para o Paralímpico, mas, que posteriormente [aos Jogos]. Acho que esse é o modelo [de segurança] que pode vir a ajudar qualquer outro estado, qualquer outra grande capital brasileira, embora haja a limitação constitucional. Mas quando se quer, se muda lei e constituição da noite para o dia nesse país. Por que não mexer nisso de uma maneira bastante produtiva?", indagou Beltrame.
Para o secretário, fica como legado para a segurança nos Jogos a integração entre as forças, algo que ele disse que tem sido feito e solicitado pela administração estadual desde 2007, quando assumiu a pasta.
Autoridades de Segurança se reúnem no Centro Integrado de Comando e Controle para Cerimônia de Encerramento (Foto: Philippe Lima/ SESEG)Autoridades de Segurança se reúnem no Centro Integrado de Comando e Controle para Cerimônia de Encerramento (Foto: Philippe Lima/ SESEG)
"Na situação em que o país se encontra, nós não podemos, hoje, nos dar ao luxo de ver uma outra instituição sangrar, ver uma outra população de outro estado sangrar, e as instituições entrincheiradas em determinações constitucionais não poderem vir e prestar o seu apoio", afirmou.
Em relação à morte do soldado da Força Nacional assassinado ao entrar por engano na Vila do João, no Conjunto de Favelas da Maré, Beltrame lamentou a morte do servidor público e garantiu que, caso área seja pacificada, "fatos dessa natureza" não voltariam a acontecer. Além disso, para Beltrame, problemas crônicos em locais como nos conjuntos da Maré e Alemão não devem ser solucionados nos próximos meses.
"É um problema que a cidade tem, que a cidade apresenta. É lamentável a perda de um servidor público baleado, mas essa é a história da cidade, essa cidade tem isso. Esse problema da Vila do João não é de ontem, é de muito tempo. E o que nós fizemos para minimizar isso? Nós não tivemos uma área onde tenha UPP, com todos os problemas que pode ter a UPP, nós não tivemos uma área onde essas coisas aconteçam. Então, aquele lugar ali, para resolver o problema, é necessário e urgente que se ocupe. A ocupação pode trazer seus problemas, mas fatos dessa natureza, eu garanto a vocês, que não aontecerão mais", afirmou.

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