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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Floresta Azul: Prefeita é recebida por secretário estadual das relações institucionais

Da esquerda Secretário Estadual das Relações Institucionais Paulo Cézar Lisboa e a Prefeita de Floresta Azul Drª Sandra Cardoso
   A prefeita de Floresta Azul, Dra. Sandra Cardoso, foi recebida em audiência na noite de ontem, 30, pelo secretário estadual das relações institucionais Paulo Cézar Lisboa. O encontro aconteceu em Salvador na governadoria e contou com a presença da coordenadora executiva da SERIN, Elisa Pellegrini.
  Sandra reiterou junto ao secretário, o pedido de construção de uma nova ponte de acesso ao município. Informando que por determinação do governador Jaques Wagner o projeto foi elaborado pelo DERBA e o mesmo encontrar-se pronto para a execução desde junho de 2011.
  A construção de um sistema de abastecimento de água para o Distrito de Santa Terezinha, assim como as obras de iluminação do trevo e do acesso a cidade também constaram da pauta de reivindicações.
 O secretário Cézar Lisboa comprometeu-se em fazer um levantamento junto aos respectivos órgãos onde os projetos estão alocados, em seguida dará a prefeita uma posição quanto às providencias a serem adotadas.

No RN, livro gera polêmica sobre o que meninas e meninos podem fazer

Tia de aluna diz que exercício impõe estereótipos de homens e mulheres.

Editora de livro nega que questão reforça imposição de padrões.

Felipe Gibson
Do G1 RN
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Questão está em um livro de ciências da Editora Positivo (Foto: Reprodução/Facebook de Soraya Souza)Questão está em um livro de ciências da Editora Positivo (Foto: Reprodução/Facebook de Soraya Souza)
Uma atividade para alunos do 5º ano do ensino fundamental causou repercussão nas redes sociais ao propor que as crianças diferenciassem preferências de homens e mulheres. A questão foi aplicada em uma escola particular de Natal e questionada pela tia de uma das alunas. Mestre em psicologia escolar, Soraya Souza compartilhou o exercício em sua página no Facebook afirmando que a atividade impõe padrões. O exercício está em um livro de ciências da Editora Positivo, que nega o favorecimento de estereótipos na atividade, mas confirma que o material será mudado para 2014.

 
A questão pede que os alunos observem os itens sugeridos e, com base neles, respondam quais os meninos e meninas têm mais afinidade. Nas opções estão ações como "usar brinco", "lavar louça", "cuspir no chão", "usar biquini e sutiã", "jogar futebol", entre outras. Os alunos devem ligar os itens a duas opções: "meninos podem fazer" e "meninas podem fazer".

Soraya Souza, que teve a postagem compartilhada por quase seis mil pessoas, explica que tomou conhecimento da atividade depois que a própria sobrinha, de 11 anos, procurou a mãe perguntando sobre a questão. "Minha irmã ficou indignada. A menina disse que não marcou sutiã para os meninos porque normalmente eles não têm mamas grandes. Ela entende com todas aquelas coisas poderiam ser feitas, mas queria saber porque o livro explicava daquela forma", explica.

Para a mestre em psicologia escolar, a atividade é restritiva. "É feita uma comparação de gênero com base no sexo biológico. O que identifica uma pessoa como homem e mulher é ela quem vai dizer, e não o que ela pode ou não fazer. Vivemos em um país com índices elevados de violência contra a mulher e homossexual e onde mãe solteira é mal julgada pela sociedade. Está sendo reproduzido um estereótipo de gênero e isso é perigoso, pois é reportado na cabeça de quem já pensa assim", critica.

Soraya Souza fez postagem criticando exercício (Foto: Reprodução/Facebook)
Soraya Souza fez postagem criticando exercício
(Foto: Reprodução/Facebook)
Na resposta enviada a Soraya, além de negar a imposição de padrões, a Editora Positivo explica que "a atividade é parte de um contexto onde o objetivo é justamente promover o debate para combater relações autoritárias e questionar a rigidez dos padrões". De acordo com a editora, o manual do professor, que acompanha todos os livros da coleção, contém orientações metodológicas para condução das atividades.

A mestre em psicologia escolar discorda da posição. "Os professores foram responsabilizados, quando na verdade o contexto envolve a instituição e a escolha do material. Isso não é feito pelo professor, que está abaixo nessa cadeia. Não é possível acreditar que o docente dará conta de toda a questão envolvida no exercício", opina.

Quanto ao caso da sobrinha, Soraya explica que o assunto tem sido debatido junto à escola, porém a intenção da mãe é mudar o colégio da filha no ano que vem. "É preciso que as instituições tratem o tema de forma mais condinzente com a realidade. As mudanças na sociedade são sutis, demoradas, mas estão acontecendo", conclui.

Nota da Editora Positivo
A Editora Positivo considera legítima a preocupação com o tema e a relevância da questão. Entretanto, esclarece que a finalidade do exercício apresentado não é impor padrões ou corroborar com estereótipos de gênero. A atividade é parte de um contexto onde o objetivo é justamente promover o debate para combater relações autoritárias e questionar a rigidez dos padrões.

O manual do professor, que acompanha todos os livros da coleção, contém orientações metodológicas (OMs) ao docente para conduzir essa atividade, com o objetivo de subsidiar a ação do professor e abrir a discussão a todas as possibilidades que possam surgir no decorrer da aula.

Para conhecimento, seguem abaixo as orientações que acompanham essas atividades:

- Conduzir e acompanhar a conversa dos alunos, a fim de que seja mantido o respeito às opiniões, aos hábitos e personalidade de cada um.

- De acordo com os PCN Pluralidade Cultural e Orientação sexual (BRASIL, 2001) "A discussão sobre as relações de gênero tem como objetivo combater relações autoritárias, questionar a rigidez dos padrões de conduta estabelecidos para homens e mulheres e apontar para sua transformação. A flexibilização dos padrões visa permitir a expressão de potencialidades existentes em cada ser humano que são dificultadas pelos estereótipos de gênero. Como exemplo comum, pode-se lembrar a repressão das expressões de sensibilidade, intuição e meiguice nos meninos ou de objetividade e agressividade nas meninas. As diferenças não devem ficar aprisionadas em padrões preestabelecidos, mas podem e devem ser vividas a partir da singularidade de cada um, apontando para a equidade entre os gêneros".

Reiteramos que a Editora Positivo considera importante o debate sobre a questão e informa que o material que será utilizado pelos alunos em 2014 foi alterado a fim de promover um debate mais aprimorado entre os alunos sobre este tema.

Governo quer mediação obrigatória para acelerar processos no Judiciário

CCJ do Senado analisa anteprojeto que cria nova audiência para acordos.

Conflitos poderão ser resolvidos pelas partes com ajuda de um voluntário.

Rosanne D'AgostinoDo G1, em São Paulo
Parte dos processos judiciais que tramitam no país poderão ganhar uma nova audiência - um encontro de mediação com uma terceira pessoa para que as partes tentem resolver seu próprio conflito, sem passar pelo juiz. A medida, encampada pelo governo para tentar conter a morosidade do Judiciário, começa a ser discutida nesta quinta-feira (31) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado.

A CCJ do Senado se reúne nesta quinta para uma audiência pública. O anteprojeto foi finalizado no dia 2 de outubro por uma comissão de juristas instituída pela Casa e encaminhado à CCJ pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL). O Ministério da Justiça já enviou ao Senado suas justificativas defendendo a aprovação.
Segundo o Ministério da Justiça, embora adicione uma nova fase à já longa tramitação dos processos, a proposta pode ajudar a diminuir o tempo médio de resolução dos conflitos, de dez anos para três meses.
TIPOS DE MEDIAÇÃO PREVISTOS NO ANTEPROJETO DE LEI
Extrajudicial
Todo conflito que não se transforma em processo na Justiça e pode ser resolvido antes disso. Mediação não será obrigatória.
Judicial
Para processos que já estão no Judiciário. Mediação se torna obrigatória: 30 dias para se realizar a primeira sessão e 60 dias finalizar a etapa.
Pública
Conflitos que envolverem qualquer dos órgãos do Poder Público devem preferencialmente ser resolvidos por mediação. Não é obrigatória.
Online
 
Meio de solução de conflitos via internet, nos casos de comercializações de bens ou prestação de serviços via internet no âmbito nacional. Não é obrigatória.
* A mesma lei será aplicada a mediações comunitárias, escolares, penais, trabalhistas, fiscais, em serventias extrajudiciais e outras.
Mudanças
A proposta cria a audiência de mediação em alguns tipos de processos, como os que envolvem patrimônio, contratos, órgãos públicos e empresas privadas.
Pelo projeto, assim que uma das partes entrar com a ação, haverá 30 dias para realizar a mediação, onde uma terceira pessoa escolhida pelo juízo ou eleita pelas partes (veja os requisitos mais abaixo) vai ajudar os dois lados a entrarem num acordo.
O anteprojeto prevê duas hipóteses básicas de mediação: extrajudicial (antes de o conflito virar um processo) e a judicial (quando a demanda já está no Judiciário). No segundo caso, a mediação será obrigatória.
O PL cria ainda a mediação pública, nos litígios envolvendo órgãos públicos ou de direitos difusos (questões ambientais, de consumidor etc.) ou coletivos (causas trabalhistas, sindicais, indígenas etc.); e a mediação online, pela internet.
“Nós estamos muito confiantes. O governo está entusiasmado”, afirma Flávio Caetano, secretário da Reforma do Judiciário, do Ministério da Justiça. “O Brasil está atrasado em relação ao mundo. Estamos com um excesso de litigância, e os processos só aumentam. Com a mediação, conseguiríamos evitar essa enxurrada de ações e ainda resolver os processos em andamento em um prazo muito menor."
Segundo o texto, a mediação é eficaz porque cria nas partes a sensação de poder de solucionar seus próprios problemas, principalmente em questões mais corriqueiras, envolvendo vizinhos, relações de consumo e família.
ONDE PODERÁ SER UTILIZADA
Pode
- direitos disponíveis. Ou seja, os direitos dos quais as pessoas podem abrir mão. Ex: patrimônio, contratos;

- direitos indisponíveis, mas que podem ser transacionados. Ex: meio ambiente ou condições para guarda de filhos de casais divorciados (nestes casos, sempre com a participação do Ministério Público)
Não pode
- filiação, adoção, pátrio poder, nulidade de patrimônio, interdição de pessoas, recuperação judicial, falência e medidas cautelares (arresto, sequestro, penhora e bloqueio de bens).
No caso da separação de um casal com filhos menores, por exemplo, poderiam ser resolvidas questões de guarda e alimentos em um acordo consensual sem recorrer a um juiz e por decisão do próprio casal.
A presença de advogado é obrigatória, mas pode ser dispensada dependendo do caso. A regra será a mesma dos atuais processos.
"E ainda, se a pessoa comprovar que tentou a mediação fora da Justiça, também terá desconto nas custas, e será assegurada a gratuidade aos mais pobres. Esse acordo tem força de um título executivo. Faz lei entre as partes", explica o secretário.
Estamos com um excesso de litigância, e os processos só aumentam. Com a mediação, conseguiríamos evitar essa enxurrada de ações e ainda resolver os processos em andamento em um prazo muito menor"
Flávio Caetano, secretário da Reforma do Judiciário, do Ministério da Justiça
Litígios da União e estados
O governo também tenta amenizar o maior gargalo do Judiciário – hoje, cerca de 50% de todos os processos têm como parte a administração pública, como em questões fiscais e previdenciárias. "Essa lei possibilita que o Poder Público crie centros de mediação dentro dos seus órgãos para buscar acordos. Hoje a regra é recorrer. Temos que mudar isso", diz o secretário.
Para a OAB, o projeto pode estimular resoluções de conflitos dentro e fora do Judiciário. "A mediação no Brasil, embora já praticada, é muito incipiente em termos de abrangência", afirma Silvia Rodrigues Pachikoski, que coordena os trabalhos da Comissão de Mediação e Arbitragem da OAB de São Paulo.
"O entendimento do Senado foi no sentido de que uma lei vai estimular e propagar a mediação como um instituto de solução de conflitos. E, pela prática brasileira, as coisas começam a partir de uma lei”, diz a advogada, que foi membro da comissão de juristas especialmente convocada pelo Senado que redigiu o anteprojeto.
Segundo ela, foram ouvidas 46 entidades para relatar o texto final, e um dos principais pontos foram os litígios envolvendo órgãos públicos. "A administração pública é hoje a maior ré em processos. Existe uma responsabilidade do estado por essa avalanche de ações. Tem que ter uma posição mais ou menos obrigatória em algum momento para que que force a administração, porque hoje cultura é de recorrer de tudo, nada que agilize", afirma.
A mediadora voluntária Jurema Rodrigues da Silva (à direita) durante curso no Centro de Mediação Central da capital paulista: 'O papel do juiz é o do julgador, e o nosso papel é diferente, trabalhar as partes' (Foto: Jurema Rodrigues da Silva/Arquivo pessoal)A mediadora voluntária Jurema Rodrigues da Silva
(à dir.) em curso no Centro de Mediação Central da
capital paulista: 'O papel do juiz é o do julgador, e o
nosso papel é diferente, trabalhar as partes'
(Foto: Jurema Rodrigues da Silva/Arquivo pessoal)
Voluntários
Diferentemente da conciliação, em que o terceiro conciliador é um juiz que opina sobre a causa, e da arbitragem, em que há um árbitro, na mediação o terceiro apenas auxilia, sem emitir opinião, fazendo com que as partes resolvam o conflito por conta própria.
É o chamado mediador, que pode ser qualquer cidadão formado em curso superior há pelo menos dois anos, que tenha feito curso de capacitação em instituições reconhecidas e esteja cadastrado no tribunal onde irá atuar.

Crise de Eike freia obra de superporto e traz prejuízos para município do RJ

São João da Barra perdeu R$ 36 milhões em arrecadação no 1º semestre.
O G1 passou 3 dias na cidade para ver consequências sociais e ambientais.

Isabela Marinho
Do G1 Rio
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Em 2006, o Grupo EBX anunciou a construção do Superporto do Açu, em São João da Barra, no Norte do Rio de Janeiro, com investimento previsto de R$ 3,8 bilhões. Nos anos seguintes, o município melhorou os índices de desenvolvimento humano, aumentou a arrecadação e viu novas vagas de emprego serem abertas.

Com a queda das ações e os apuros do grupo de Eike Batista, no entanto, as obras desaceleraram, e os reflexos da crise começaram a aparecer. No primeiro semestre de 2013, segundo a Secretaria Municipal de Fazenda, São João da Barra perdeu R$ 36 milhões em arrecadação e viu 1.332 postos formais de emprego – um sexto das vagas do município – desaparecerem.
MAPA São João da Barra 30/10 (Foto: Editoria de Arte / G1)
Em 2011, com o trabalho no porto ainda intenso, o município chegou a ocupar a 18ª posição no ranking de emprego e renda da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Hoje, ocupa o 34º lugar. O recolhimento de Imposto Sobre Serviços (ISS), que em 2006 era de R$ 1,18 milhão e que em 2011 subiu para R$ 12,7 milhões, dá sinal de que vai recuar em 2013.
O secretário municipal de Fazenda, Ranulfo Vidigal, segue otimista. "Temos uma projeção de que a gente tenha não menos que 30 mil empregos no horizonte de 10 anos. Nós perdemos mil em um universo de 10 mil que foram criados", disse. "Na minha previsão, esta perda é temporária".
Os habitantes de São João da Barra, no entanto, estão preocupados. O G1 passou três dias no município e constatou alguns dos impactos causado pelo declínio das obras do porto na vida dos moradores (assista ao vídeo acima). Andando pelas imediações do canteiro de obras, é possível ver restaurantes e pousadas vazios ou fechados. Comerciantes contabilizam prejuízos, moradores contestam a desapropriação de terrenos e agricultores sofrem os efeitos dos impactos ambientais da construção.
Lançado por Eike Batista, o superporto do Açu, no entanto, não está mais sob controle do empresário. Em setembro, a LLX, responsável pelo porto, assinou acordo com o grupo EIG para um investimento de até R$ 1,3 bilhão na companhia que, ao final, torna o grupo controlador da empresa.
Prejuízos
Entusiasmado com a promessa do crescimento da cidade, Manoel Paulo Ribeiro vendeu um sítio para investir em um restaurante, há seis anos, quando o empreendimento foi anunciado. Ele chegou a ter 11 funcionários, mas, atualmente, mantém apenas quatro. Fornecedor de quentinhas na região, Manoel contou ao G1 que levou um calote de R$ 50 mil da empresa ETE, prestadora de serviços do Grupo EBX.

"Tivemos que pegar empréstimo e estou equilibrando, me arrastando com quatro funcionários para não ter que despedir. Eu já tinha iniciado uma obra de ampliação do restaurante e também não quis parar com a esperança de que no futuro seja mais lucrativo e sem prejuízo. Todo mundo investiu tudo com a chegada deste empreendimento", disse Manoel.
Edmilson Oliveira, responsável pelo departamento jurídico da ETE, confirmou que a empresa está em débito com Manoel Paulo. "Nós confirmamos, mas não reconhecemos este valor. É algo em torno de R$ 38 mil. Estamos em negociação, devemos bater este valor com ele [Manoel] e esse pagamento será  feito no prazo máximo de um mês", disse. A LLX e a OSX, do grupo de Eike, afirmaram que não têm nenhum contrato em débito com a empresa ETE.

Fabrício Salles foi afetado de duas formas. Ele é dono de uma loja de acessórios automotivos em São João da Barra e possui um caminhão que foi agregado por uma empresa na construção do porto. Salles disse que ficou de junho a outubro sem receber pelo aluguel do veículo. Ele só foi receber pelos três primeiros meses de serviço, quantia em torno de R$ 35 mil, no dia 24 de outubro.

"Eu banquei tudo, paguei o motorista do caminhão, cheguei até o meu limite bancando manutenção e funcionário. A empresa pagava tudo no prazo correto. Depois que teve esse problema com o Eike Batista, houve esse atraso. Agora eles estão acertando. Eu entendi a situação da empresa e continuei prestando serviço", contou.

Salles contou que também sentiu os impactos na região através da queda do número de clientes. "Com essa queda nas obras do porto, todos os comerciantes sentiram algum tipo de impacto. Muita gente foi embora e com isso diminuiu a circulação de dinheiro na cidade", lamentou.
Imissão de posse feita pela Codin ns terras da família Toledo; réu consta como ignorado (Foto: Divulgação/ LXX)
Na imissão de posse das terras da família Toledo,
réu consta como ignorado (Foto: Divulgação/LXX)
Família Toledo mostra documento para comprovar terras (Foto: Arquivo Pessoal/ Marcos Pedlowski)
Família Toledo mostra documento para comprovar
terras (Foto: Arquivo Pessoal/ Marcos Pedlowski)
Impasse nas desapropriações

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Outubro Rosa em Floresta Azul

 
Texto By: Arnold Coelho – Fotos By: Antonio Lima
  Aconteceu na manhã de quarta-feira, 30 de outubro, na praça central de Floresta Azul (Jardim Encantado), uma caminhada com os alunos da rede municipal de ensino, denominada Outubro Rosa, “O câncer de mama quando diagnosticado cedo tem cura! – Aprenda a fazer o autoexame de mama”.
  A ação foi realizada pela Prefeitura de Floresta Azul, com a coordenação da Secretaria de Saúde, em conjunto com o Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF e a Secretaria de Educação. A caminhada teve a presença de centenas de alunos e foi coordenada pela fisioterapeuta Aurilecy Maíra, que contou com o apoio do fisioterapeuta do NASF, Fábio Cardoso, da fisioterapeuta Juliana Freitas e do educador físico Elckson Alves.
  Foram exibidas faixas e pequenas placas em favor do movimento e foi entregue um panfleto educativo - explicando como a mulher pode fazer o autoexame em casa e quais procedimentos fazer em caso de descoberta de qualquer irregularidade - às pessoas que passavam e assistiam a ação.
 O fisioterapeuta Fábio Cardoso disse que essas ações têm grande importância na prevenção do câncer de mama. “São ações simples que despertam a mulher para a prevenção dessa doença silenciosa. Na segunda quinzena de novembro irá acontecer a segunda etapa dessa campanha, denominada Novembro Azul. A ideia é prevenir para não precisar remediar”, disse Fábio.
 A secretária de Saúde, Domilene Borges, falou da importância da população interagir com a campanha e parabenizou o grupo NASF, pela realização dessa ação no município e avisou que em novembro acontecerá outra caminhada denominada de “Novembro Azul”.

Ibicaraí – Encerramento do curso de capacitação de combate a endemias.

 
   Na manhã desta quarta-feira (30), na Câmara Municipal de Vereadores de Ibicaraí, aconteceu o encerramento, do curso de capacitação dos monitores para o projeto Projovem, em uma ação de reciclagem e prevenção contra a Dengue, Leishmaniose e Esquistossomose.

  Estiveram presentes o Secretário de Saúde Antônio Pinheiro Farias, o coordenador de projetos que também representou a Secretária de Assistência Social Jair Ferreira, professora Ana Paula Nascimento coordenadora do Grupo de Convivência e Fortalecimento de Núcleos Familiares, além de alunos e coordenadores deste grupo, alunos e coordenadores da APAE e diretoras da rede de ensino municipal.

   Esta ação foi executada pela Secretaria de Saúde/Vigilância Epidemiológica e Secretaria de Assistência Social/Projovem, este curso teve o principal objetivo, de preparar os profissionais que atuam no Projovem, a estarem aptos a orientar os alunos a cerca da prevenção contra a Dengue, Leishmaniose e Esquistossomose.

   Os monitores, já passaram o aprendizado adquirido, para os alunos do Projovem, que irão fazer visitas nas escolas publicar e privadas, a fim de repassarem os ensinamentos adquiridos.


  Às coordenadoras do projeto a educadora Anilma Lacerda e a enfermeira e coordenadora da Vigilância Epidemiológica Priscilla Araújo, se disseram bastante satisfeitas, com os resultados do curso. Foram apresentados, de forma oral por cada coordenador participante, as finalidades e objetivos do curso. E ao final, os facilitadores da oficina de música, apresentaram uma belíssima canção   educativa e que orienta a prevenção contra a DENGUE,  canção esta que já se encontra no YOU TUBE com o título MÚSICA EM COMBATE A DENGUE (CLIKE  AQUI)os participantes ainda foram presenteados com uma lembrancinha (armadilha contra o Aedes aegypti), armadilha esta feita de forma artesanal. 





terça-feira, 29 de outubro de 2013

Estudo aponta que há mais brasileiros no topo da pirâmide de renda do que na base


  • Grupo de ricos, com 5,2%, supera o de muito pobres pela 1ª vez em 20 anos, segundo Iets

RIO - Pela primeira vez em 20 anos, o número de brasileiros na classe de renda mais alta do país está maior do que o da mais pobre. Estudo do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets) mostra que o ano passado terminou com 10,3 milhões pessoas ou 5,2% da população na classe alta-alta, que inclui as famílias com renda per capita mensal acima de R$ 2.555,50, conforme informou o colunista Ancelmo Gois no GLOBO de domingo.
NICE DE PAULA (EMAIL)
Publicado: 
 
Atualizado: 
Na classe baixa-baixa, que abriga pessoas com renda de até R$ 83,20 por mês, havia 7,97 milhões, ou 4% da população total do país. Em 2011, essas classes tinham praticamente o mesmo tamanho: 4,7% dos brasileiros estavam no topo dessa pirâmide e 4,8%, na base. Quando se olha as últimas décadas, o avanço foi enorme: em 1992, apenas 2,1% da população estavam no grupo de renda mais alta e 15,5% entre aqueles com menores ganhos.
- É uma tendência, um pouco resultado das políticas que estão fazendo com que a pobreza vá desaparecendo do país. No grupo da pobreza extrema, o Bolsa Família foi fundamental. Porém, o que mais contribuiu para a migração das pessoas da renda baixa-baixa para baixa-média ou baixa-alta foi a melhora do mercado de trabalho - diz o economista Manuel Thedim, que elaborou o estudo com base nos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE e usou os critérios de classe e renda adotados pela Secretaria Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República. A SAE divide a população em oito classes.
Ricos ganham 175 vezes mais
O pesquisador ressaltou a importância da valorização do salário mínimo e também a estabilidade econômica, que garantiu melhoras para os trabalhadores de menor renda e também para aqueles com maior qualificação.
- O mercado de trabalho ajudou muita gente a migrar para a classe de renda mais alta.
A má notícia é que a desigualdade do país continua muito grande: a renda total (salários, aluguéis, benefícios sociais) recebida pelo grupo dos mais ricos é 175 vezes maior do que a dos mais pobres. Em outras palavras, apesar de ser apenas 1,2 ponto percentual maior em termos numéricos, a classe alta detém 30,2% da renda gerada no país, contra apenas 0,2% que fica com grupo dos mais pobres.
- A distribuição de renda no Brasil melhorou bastante, é um sucesso, porém ainda há uma distância muito grande que a gente tem que superar. Corremos uma parte da maratona, mas falta muito - diz Thedim.
Apesar de lenta, a melhora na distribuição de renda também aparece nos números. De um ano para o outro, o grupo dos mais ricos ficou 8,3% maior e sua fatia na renda total cresceu um pouco menos: 5,23%. Já o grupo dos mais pobres encolheu 14% e sua fatia na renda, embora ainda muito pequena, se manteve estável
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