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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Conheça 20 sinais de que a empresa colocou você na 'geladeira'

Empresas podem criam situações para forçar a saída do funcionário.

Sentir-se isolado ou preterido são indícios mais comuns, dizem especialistas

Marta Cavallini
Do G1, em São Paulo
Emprego, trabalho (Foto: Reprodução)
Quando funcionário não é chamado para
reuniões pode ser indício de que empresa
não valoriza mais o trabalho dele
(Foto: Reprodução)
Você se sente de lado no trabalho, não tem mais diálogo com a chefia, as tarefas diminuíram e ficaram menos importantes, o ambiente de trabalho parece pesado para o seu lado? Segundo especialistas, esses podem ser alguns sinais de que a empresa colocou você na “geladeira” ou quer que você peça demissão.  

“O clima muda, parece que tudo que você faz não agrada mais a ninguém na empresa, você começa a se sentir isolado e a cada dia um benefício ou trabalho é diminuído. Aos poucos suas tarefas vão ficando cada vez mais rotineiras e burocráticas. E outras pessoas começam a assumir aos poucos funções que você exercia anteriormente”, diz o consultor de carreiras Roberto Recinella.

“Se você tem a sensação de estar estagnado no emprego, é possível que já esteja sendo analisado por seus superiores. Geralmente, os funcionários passam a achar que estão no lugar errado, no momento errado”, diz Bibianna Teodori, master coach e coautora do livro "Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”.

“Quando não é mais lembrado com tanta frequência para novos desafios, quando faltam oportunidades de crescimento e há pouco investimento no seu desenvolvimento profissional, o funcionário pode estar deixando o time de profissionais da empresa”, diz o consultor Claiton Fernandez, autor do livro "Caminhos de um Vencedor".
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20 situações que indicam que a empresa não quer mais o funcionário ou o colocou na ‘geladeira’
Diminuição na quantidade de tarefas e atividades.
Clima hostil e conflitos propositais para gerar ambiente ruim de trabalho.
Ser preterido em relação aos demais.
Pouco diálogo/comunicação.
Falta de investimentos em capacitação e desenvolvimento profissional.
Funcionário é rebaixado de cargo ou tem horário de trabalho modificado sem ser consultado.
Colaborador é transferido de setor sem nenhuma explicação.
Funcionário é retirado de um projeto em andamento sem justificativa.
Gestor imediato muda de comportamento, fazendo cobranças com mais rigor ou não dá mais atenção.
Colegas começam a se afastar do colaborador.
Os gestores nunca têm tempo para o funcionário e não respondem às solicitações dele.
Alguns dos benefícios são retirados. Por exemplo, o colaborador podia sair 1 hora mais cedo uma vez por semana para ir a curso que faz há 2 anos, mas tem o benefício cortado.
Os relatórios são devolvidos frequentemente com observações sem sentido, apenas solicitando que os refaça o quanto antes.
Empregado não é mais chamado para participar de reuniões e projetos dos quais fazia parte.
Colaborador não é mais consultado pelos colegas ou gestores sobre temas estratégicos.
Funcionário não é mais chamado para happy hours e outras atividades extras da empresa.
O chefe não dá ordens e não se preocupa em cobrar prazos.
O chefe passa a transferir ao funcionário tarefas de pouca importância ou que ele não domina ou passa a exigir metas impossíveis.
O colaborador percebe que suas decisões não são acatadas e precisa brigar para que as coisas aconteçam.
O funcionário começa a observar que suas prioridades estão desalinhadas com as do chefe.
Fontes: Claiton Fernandez, Bibianna Teodori e Roberto Recinella
De acordo com Fernandez, ainda existem empresas que criam situações para forçar a saída do funcionário da empresa. “Os exemplos mais comuns são a inexistência de aumento salarial e benefícios em geral, ambiente hostil com provocações, execução de atividades que não condizem com a função”, afirma.     

Recinella explica que muitas vezes a empresa não quer arcar com os custos da demissão. “Na maioria das vezes é através da pressão psicológica, isolando o colaborador, diminuindo acesso às informações, delegando tarefas repetitivas, algumas vezes até humilhantes. O gestor passa a cobrá-lo exageradamente ou a não dar mais feedback”.


Às vezes foi o colaborador que mudou e está achando que foi a empresa"
Bibianna alerta que o cenário depende muito do fato de a pressão vir do chefe ou de uma situação geral da empresa, como corte de gastos ou mudanças na gestão. Se for corporativa, é muito mais difícil encontrar uma solução, segundo ela, pois diversas pessoas começarão a sair da organização. Já se for direcionada, uma opção é o funcionário procurar o setor de recursos humanos e tentar uma recolocação em outra área da empresa. “É importante detectar sempre por que aquilo está acontecendo. Pode ser uma reestruturação, um conflito ou mesmo contenção de custos da empresa”, diz.

Recinella aconselha fazer uma autoanálise e conversar francamente com o gestor para saber o que fazer. “Às vezes foi o colaborador que mudou e está achando que foi a empresa”.

Roberto Recinella
Em caso de se sentir “escanteado”, o funcionário pode pedir para conversar com o gestor imediato, segundo Recinella. “O funcionário deve se municiar de fatos que demonstrem suas contribuições nos resultados da empresa, ressaltar os pontos fortes e as ações concretas que está tomando para desenvolver os pontos de melhoria.”

E, em caso de não haver mais diálogo nem possibilidade de nova chance, Recinella recomenda que o profissional procure outra colocação melhor.

Bibianna Teodori alerta que às vezes não vale a pena o colaborador tentar reverter o quadro. “Quando o profissional já está cansado de seu trabalho e de sua equipe, a demissão pode representar um alívio”, diz.

Demissão do empregador
Bibianna relata um caso em que uma funcionária que se sentiu incomodada com as condições do trabalho pediu “justa causa” do empregador na Justiça trabalhista.

Ela conta que uma cliente, admitida em 2008 para exercer o cargo de gerente de vendas em um grande grupo de confecção, começou a ser pressionada em 2011 a pedir demissão. “Ela começou a sentir que estavam desconfiando dela. Pediram extrato da conta dela, celular para controlar informações. De repente, foi admitido outro gerente que começou fazer insinuações de que ela não era confiável. Foi afastada do cargo e foi colocada para ser vendedora de loja. Não tinha mais vontade de trabalhar. Eles mudavam ela de horário sem avisar, faziam de tudo para ela pedir demissão. Após alguns meses, ela entregou uma carta de rescisão indireta, na qual dizia que estava dando o contrato por rescindido, pois a loja não estava cumprindo com suas obrigações”, conta.

Permanecer na empresa muitas vezes significa se tornar uma pessoa mais agradável de conviver e gerar menos problemas de relacionamentos"
Bibianna Teodori
Dá para prevenir?
Segundo Bibianna, é importante o colaborador conferir sempre com seu superior se estão na mesma sintonia, checando as prioridades e o que é mais importante para a empresa. “Questione e pergunte regularmente sobre seu desempenho e trabalho. Peça feedback sobre suas ações e esteja aberto para ouvir e aceitar pontos de melhoria. Desenvolva novas habilidades”, diz.

Ela orienta ainda realizar o trabalho da melhor forma e cumprir as metas, sempre prestando atenção nos relacionamentos e ouvindo a liderança. “Ser um profissional melhor e permanecer na empresa muitas vezes significa se tornar uma pessoa mais agradável de conviver e gerar menos problemas de relacionamentos”.

Para Recinella, o primeiro passo é fazer uma autoavaliação e manter diálogo com o gestor, até mesmo para entender se está fazendo algo de errado ou prejudicando a equipe.
“Caso tenha pisado mesmo na bola, conserte. Desculpe-se e mostre atitudes que resgatem a confiança da equipe e da empresa, lembre-se que você estará sob observação e terá que se esforçar para voltar a ser como antes.”

Organizador de ‘rolezinho’ é morto por amigo na Zona Leste de SP

Garoto de 16 anos foi atingido por tiro na cabeça na segunda (26). 

Leonardo Alvarenga era famoso pelos encontros que ajudava a promover.

Lívia Machado
Do G1 São Paulo
Leonardo era famoso por organizar 'rolezinhos' na Zona Leste da cidade  (Foto: Reprodução Facebook)Leonardo era famoso por organizar 'rolezinhos' na Zona Leste da cidade (Foto: Reprodução Facebook)
Conhecido por ajudar a promover ‘rolezinhos’, encontros organizados pelas redes sociais, principalmente, em shoppings da capital paulista e da Grande São Paulo, Leonardo Henrique Soares Alvarenga, de 16 anos, foi morto na madrugada desta segunda-feira (27), no Parque Guarani, na Zona Leste da cidade.
Segundo a polícia, o garoto foi atingido por um tiro na cabeça, disparado pelo funileiro Leonardo Pereira de Almeida, de 18 anos, amigo de Alvarenga. Os dois voltavam de uma festa acompanhados de outras quatro pessoas, todas de 17 anos, no carro de Almeida.

Os cinco adolescentes foram novamente ouvidos e revelaram que Almeida tinha atirado no amigo ao "brincar" com uma arma emprestada.À polícia, o grupo disse inicialmente que foi abordado por dois motoqueiros que anunciaram o assalto e atiraram no menino. Após perícia no veículo, porém, foi constatado que o disparo tinha partido de dentro do automóvel.

O revólver calibre 38 pertencia a Robson dos Santos Lopes, de 30 anos, que foi preso em flagrante por porte ilegal de arma. De acordo com testemunhas, Lopes é traficante na região e amigo apenas de Almeida. O caso foi registrado no 32° Distrito Policial, em Itaquera, e os dois suspeitos de envolvimento estão detidos.
Duas postagens no Facebook em que o garoto revela o sonho de ser famoso e diz ser fã de MC Daleste (Foto: Reprodução Facebook)
Duas postagens no Facebook em que o garoto
revela o sonho de ser famoso e diz ser fã de
MC Daleste (Foto: Reprodução Facebook)
Popularidade
Ao G1, amigos de Leonardo Alvarenga revelaram que a família do menino está revoltada com primeira versão contada pelos colegas do garoto. Os parentes acreditam que o crime tenha sido premeditado, e alegam que ele foi morto por “inveja”.

Darlan Mendes, também responsável por promover rolezinhos pela internet, conheceu Alvarenga há três meses. Leonardo queria fazer parte da "Associação Rolezinho: a Voz do Brasil", uma das organizações criadas após a polêmica dos encontros, da qual Darlan era membro. “Ele já era considerado um famosinho, tinha curtidas, fazia sucesso nas redes sociais. Ele veio me pedir para ajudar, para organizar”, conta.
Embora fossem amigos há poucos meses, Mendes diz que Alvarenga era um menino tranquilo e bastante empenhado nos eventos. Juntos, eles realizaram o 'rolezinho-manifesto' em agosto deste ano, no Shopping Itaquera, na Zona Leste.
De acordo com a associação, cerca de seis mil pessoas compareceram para reivindicar o direito de circular no centro comercial. Mendes afirma que os adolescentes só podem entrar no estabelecimento após passar por revista dos seguranças e acompanhados por um responsável. Muitos já foram barrados por conta dos antigos episódios de tumulto e violência que ocorreram no início do ano.
“Os rolezinhos que estamos fazendo oficialmente, e estamos na décima edição, nunca tiveram atos de violência, tumulto, roubos. Conseguimos conscientizar os jovens com essa ação”, defende Darlan Mendes.
Ele também relata que o colega andava sempre bem vestido, com roupas e tênis de marcas conhecidas. Fã de MC Daleste, funkeiro assassinado durante um show em Campinas em julho de 2013, Leonardo Henrique Alvarenga sonhava em ser famoso.
Em sua página no Facebook, há diversos posts em que o garoto afirma que um dia será conhecido. Os amigos acreditam que ele tinha vontade de ser MC.
"Roleta russa"
Uma das testemunhas do crime comenta que o menino era bastante assediado pelo público feminino e, constantemente “provocado” por outros garotos. “Ele era tranquilo, não saia na intenção de brigar, mas sempre arrumavam briga com ele. Era famoso no Facebook, um menino de olhos claros, bonito, com bastante menina", explica.

A jovem diz que era amiga de Leonardo Alvarenga, e de outras duas meninas que estavam no carro. Ela revela que conheceu Almeida naquela noite, durante a festa. Ainda conforme a testemunha, eles deixaram o baile por volta das 2h30 da segunda-feira, e foram para a casa de Alvarenga.
Em um dado momento, uma das jovens teria pedido para ir embora. Almeida teria combinado de levá-la para casa, mas antes teria que abastecer o carro. O grupo todo foi junto. No meio do caminho, o rapaz entrou em um rua escura, deserta, conhecida como ponto de tráfico na região, próxima à Avenida Jacu-Pêssego.
Na biqueira, o funileiro encontrou o amigo que portava a arma. “Todo mundo ficou com medo, assustado, mas ele estava emocionado em ver o revólver. Ninguém sabia que ele iria parar ali. O Leo pedia para a gente sair de lá, e dizia que esse cara não gostava dele.”
A adolescente ainda afirma que o dono da arma teria descarregado o revólver e simulado o disparo contra a própria cabeça, antes de emprestá-la. “O Leonardo Almeida pegou a arma, mirou para o nosso amigo, e perguntou se ele estava assustado. O Leo estava com cara de medo. De repente, vi um clarão na minha cara. Depois, olhei e vi que o Leo estava com um buraco na cabeça e o sangue escorrendo. Gritei e pedi para ele correr para o Pronto-Socorro, rápido.”
Alvarenga foi levado pelos próprios colegas para o Hospital Santa Marcelina de Itaquera. Ele foi socorrido, mas morreu um dia depois de ser baleado. De acordo com a jovem, ela e as demais testemunhas foram ameaçadas pelo atirador para não contarem a ninguém o que tinha ocorrido. “Ele falava: ‘Essa história não vai sair do carro, porque se sair vai todo mundo ser preso ou subir (gíria que significa morrer)'.
A menina soube que Alvarenga foi enterrado nesta quarta-feira (29). Ela não conseguiu ir à cerimônia porque a família do menino rechaçou a presença do grupo envolvido na morte. “Eu estou com muito medo das ameaças, não posso sair na rua. Medo pelos familiares virem na minha casa. Fiquei traumatizada, estou tendo pesadelo. Nós mentimos por medo.”
A associação dos rolezinhos pretende fazer homenagens ao garoto nos dias 1° e 8 de novembro, quando realizarão dois encontros na Zona Leste. "Esses dias serão dedicados ao Leonardo, que sempre nos ajudou", afirma Darlan Mendes.

Inflação do aluguel tem a menor alta em 12 meses desde 2010, diz FGV

Preços no atacado sobem menos que para o consumidor.

Em outubro, inflação pelo IGP-M ficou em 0,28%.

Do G1, em São Paulo

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), conhecido como a inflação do aluguel, porque é usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, acumulou alta de 2,96% nos 12 meses até outubro, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). É a menor taxa para um período de 12 meses desde abril de 2010, quando ficou em 2,88%.
No mês de outubro, o IGP-M variou 0,28% em outubro. Em setembro, a variação foi de  0,20%. Em outubro de 2013, a variação foi de 0,86%.
A variação acumulada em 2014, de janeiro até outubro, é de 2,05%.
Usado no cálculo do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede os preços no atacado, passou de 0,13% em setembro para 0,23% em outubro.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que calcula os preços no varejo e também entra no cálculo do IGP-M, registrou variação de 0,46% em outubro, ante 0,42% em setembro. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo alimentação (0,40% para 0,63%), com destaque para o item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -6,85% para 2,36%.

Outros itens que tiveram aumento e contribuíram para a alta do IPC foram roupas (-0,11% para 0,69%), tarifa de telefone residencial (-1,85% para 0,16%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,43% para 0,67%).

Com peso menor no IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou variação de 0,20%. No mês anterior, a taxa foi de 0,16%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,43%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,34%. O índice que representa o custo da mão de obra não registrou variação.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Outubro Rosa reúne mais de 100 mulheres em Coquinhos

 
Texto e fotos: Ascom Floresta Azul | Saúde
 A Secretaria de Saúde de Floresta Azul, através da Unidade Básica de Saúde (UBS) Pompilho Borges, no distrito de Santa Terezinha (Coquinhos), e a Dra. Thayane Reis realizaram na manhã de ontem (terça-feira 28) um grande encontro com mais de cem mulheres do distrito para falar sobre o Programa Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama. A ação acontece todo ano durante o mês de outubro.
Na oportunidade estiveram presentes também a Ginecologista Dra. Janaina Souza Lima, a enfermeira da UBS, Cláudia Vasconcelos e uma equipe de apoio com cinco agentes de saúde, e o administrador do distrito, Pedro Alberto. Foram distribuídos panfletos explicativos para todas as mulheres presentes. Em seguida a Dra. Thayane falou sobre a importância do auto exame e a descoberta do problema no início. Na parte final do encontro foram sorteados brindes e servido um delicioso café da manhã.
A iniciativa dessa ação é da Dra. Thayane, que colaborou com a confecção de 16 camisas com o tema da campanha, a arrumação do local, um delicioso café da manhã, além da distribuição de 20 brindes que foram comprados com a colaboração de todos os funcionários da UBS e os agentes de saúde. A ação teve o apoio da Associação dos Pequenos Produtores e Moradores do Distrito de Santa Teresinha (APPMDSAT), que forneceu os toldos, e de comerciantes locais.
"O câncer de mama quando diagnosticado cedo tem cura. Toda mulher precisa aprender a fazer o auto exame. Qualquer sinal de alguma alteração na mama nos procure aqui no posto. Sei que muitas mulheres não gostam de procurar a UBS e relatar o problema, mas o melhor remédio é a prevenção. Tenham essa unidade de saúde sempre como a extensão das suas casas", disse a Dra. Thayane Reis.

Ibicaraí - Equipe de Saúde da Unidade Básica Gelson Lopes realizou feira de saúde para lembrar o outubro rosa


Texto e fotos enfermeira Marcia Pinto

Na última sexta - feira (24), a enfermeira Marcia Pinto que é responsável pela Unidade Básica de Saúde Gelson Lopes, localizada no Bairro Agripino Monteiro (Bairro Novo), realizou uma importante feira de saúde na sua unidade, a fim de lembrar a campanha OUTUBRO ROSA.

Na oportunidade todos que por lá passaram, aferiram a pressão arterial, mediram a glicemia, tiveram consulta medica e assistiram à palestra sobre o câncer de mama.


A enfermeira Marcia Pinto, é atuante e vem se mostrando muito responsável no trato com a coisa pública. Ponto para Marcia Pinto.  

Presidente da Amurc avalia o cenário político e os desafios para os municípios


Fonte ASCOM AMURC 

Após a reeleição da Presidente Dilma Rousselff, no último domingo (26) e do Governador Rui Costa, o presidente da Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano – Amurc, Lenildo Santana destaca as perspectivas da atual conjuntura política para os municípios, em especial da região Sul da Bahia.
Em entrevista, Lenildo, que também é o atual prefeito de Ibicaraí e presidente do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável – Litoral Sul revela que medidas urgentes precisam ter tomadas para sustentar o atual sistema de saúde nos municípios, tendo em vista que os recursos destinados para esse fim não tem permitido o atendimento por completo às demandas da população, que ainda reivindicam por melhorias na educação, transporte, infraestrutura, dentre outras necessidades.
 Com relação às eleições de 2014 qual a sua perspectiva do novo mandato da Presidenta reeleita, Dilma Rousself para os municípios?
A Presidenta Dilma acumulou uma experiência muito grande neste primeiro mandato. Teve a oportunidade de vivenciar uma profunda crise financeira mundial, viveu de forma muito intensa e democrática as manifestações populares nas ruas em junho passado, assegurou a estabilidade econômica do país em meio a crise mundial, mantendo o nível de emprego e a redução da pobreza. Todavia, sofremos com a questão da elevação da taxa inflação e os casos de corrupção que mesmo tendo sido duramente enfrentados pela Presidenta, insistem em acontecer.
Estes serão, sem dúvida nenhuma os dois grandes desafios que precisaremos encarar de imediato, adotando medidas efetivas na questão do controle da inflação e envidando todos os esforços para assegura o cumprimento da legislação pelo judiciário no combate a corrupção. Outra questão prioritária é a questão da saúde, será preciso buscar alternativas para o financiamento do sistema de saúde, pois no atual modelo os recursos destinados aos municípios não tem permitido o atendimento das demandas da população, e isso vem se agravando.
 Como você avalia o atual cenário para consolidação dos investimentos estruturantes para o Sul da Bahia, a exemplo do Complexo Logístico Intermodal, duplicação da BR 415, que integram a bandeira de reivindicações da Amurc?
A reeleição da presidenta Dilma e a eleição do governador Rui Costa foram extremamente importantes para a região, visto que, no momento atual as ações de implantação de um conjunto de obras importantes encontram-se bastante avançadas e com algumas inclusive já em andamento, como é o caso da Ferrovia Norte-Sul, da Ponte Ilhéus-Pontal, do Hospital Regional de Ilhéus e da UFSB. Estas obras não sofreram solução de continuidade, como geralmente ocorre na troca de governos. Isso vai permitir a população o acesso a estes bens em um período menor ao que seria necessário numa eventual mudança.
Durante a eleição ficou muito claro para o Governo do Estado e para o Governo Federal, que a população regional espera muito mais, mesmo tendo entendido a importância da sequência do projeto de governo. Foi manifestado por todos os gestores e membros da campanha que é preciso priorizar a conclusão das obras estruturantes para nossa região.
É importante também deixar claro que o pacote de obras a ser desenvolvido aqui, na região é o maior já realizado simultaneamente neste território e que o mesmo vai provocar mudanças profundas na economia e no desenvolvimento local.
 A proposta da reforma política sinalizada pela Presidenta alterará em que no tocante ao Municipalismo?
É prematuro falar das consequências da reforma política, até porque ela não foi apresentada ainda pela Presidenta. Portanto, não temos a definição do que efetivamente mudará, mas é sabido por todos que um dos elementos mais discutidos e que deverá ser votado é a questão do financiamento público de campanha, um instrumento capaz de evitar o financiamento empresarial e contribuir para evita os crimes resultantes de Caixa Dois.
Na Câmara Federal transitam diversos projetos de reforma política, como: proposta para voto distrital, lista fechada de candidatos, unificação das eleições, fim da reeleição para cargos executivos são alguns dos temas em pauta. A Presidente fala em um projeto a ser construído com a participação popular através de um plebiscito. Creio que, embora este mecanismo fortaleça o projeto para votação na Câmara, enfrente dificuldades para com o Legislativo.
 A Reforma Tributária permitirá o equilíbrio financeiro entre os três entes federados (União, Estados e Municípios)?
A reforma tributária é sem nenhuma dúvida a reforma mais importante para o municipalismo. É inconcebível a forma como as receitas e despesas nos municípios são distribuídas hoje. O município, menor arrecadador é quem assume o maior custeio dos serviços prestados ao cidadão. Muitos destes serviços foram impostos ou criados após a Constituição de 1988, sendo o ônus imposto ao município, sem que houvesse a devida transferência de recursos para a sua cobertura.
Por outro lado a Câmara Federal vem sistematicamente alterando os custos com pessoal nos municípios com a votação de projetos de instituição de pisos salariais ou elevação destes pisos, sem criar as receitas correspondentes para a sua cobertura. Despesas de responsabilidade declaradamente de outros entes, a exemplo aqui na região, o transporte universitário, acabam sendo assumido integralmente pelos municípios para não prejudicarem os munícipes.
A proposta de reforma tributária deverá contemplar uma nova distribuição da renda, um novo pacto federativo, permitindo ao município condições para atender as demandas dos seus munícipes dentro daquilo que preconiza a Constituição Federal.
 A aprovação de 1 % do FPM para 2015 auxiliará os municípios na atual crise?
Toda receita destinada aos municípios é benéfica, mas precisamos ter o entendimento de que as demandas municipais são bem maiores que um por cento            (1 %). A constituição estabelece o percentual de quinze por cento (15%) para a saúde, os municípios atualmente já investem algo em torno de dezoito por           cento (18%). Para a educação é cobrando investimento de vinte e cinco por cento (25%), alguns municípios já fazem o investimento superior a vinte e oito           por cento (28%).
Superar os limites mínimos é bom, entretanto, é necessário que haja previsão de receitas capazes de atender estas demandas, fato que não ocorre na           atualidade, pois quando alguém superar o limite da saúde deixa de investir em infraestrutura, por exemplo. É uma engrenagem complexa em que os investimentos precisam ocorrer de forma articulada, para que todos os setores sejam atendidos, pois, embora nem sempre seja compreendido pelo cidadão, há uma articulação entre os diversos serviços públicos, repercutindo um no funcionamento do outro.
Quando uma estrada rural está ruim, aumenta o custo de transporte de alunos, portanto, a educação tem seus custos elevados. Quando um esgoto corre a céu aberto, nesta área aumenta os casos de verminoses e doenças de pele, elevando os custos da saúde naquela localidade. Assim é possível afirma que, o repasse de um por cento (1%) ajuda, mas não resolve os problemas financeiros dos municípios.
 Qual o comportamento da Amurc durante os pleitos eleitorais, no tocante a sua posição institucional?
A AMURC é um órgão colegiado composto por prefeitos de diversos partidos. Portanto, precisa manter a postura de neutralidade na disputa em respeito aos seus integrantes. Independente do partido, a entidade cumpriu seu papel, atendendo aos gestores nas suas demandas e agindo de forma imparcial.
Estamos 100 % unidos peara o desenvolvimento regional através do Associativismo e o Consorciamento.
 Em relação a discussão da Região Metropolitana quais são os passos futuros a serem trabalhados e qual será o papel da Amurc neste processo?
Antes da eleição, tivemos uma conversa com o Governador eleito, Rui Costa, falando da criação da Região Metropolitana do Sul da Bahia, e ele se mostrou bastante interessado no assunto, compreendendo que é imprescindível esta discussão diante do contexto de investimentos planejados para a região.
Estaremos solicitando ainda este ano, uma audiência para apresentar ao mesmo, as discussões realizadas pelo grupo que defende a implantação. São eles: Uesc, Amurc, Sedur, Bahiagás e prefeituras da região.
 O que se espera com relação as ações associativas para os próximos anos?
A principal ação associativa a ser tratada na região com relação ao municipalismo diz respeito a efetivação das ações do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável do Território Litoral Sul – CDS-LS. O Mesmo foi criado em março deste ano e precisa efetivamente desenvolver suas ações para auxiliar os gestores municipais na solução de problemas, cuja capacidade local é de difícil solução, quer pela dificuldade financeira, ou mesmo pela capacidade técnica.
Já estamos com um convênio firmado e outros dois em andamento para tratarmos de questões locais, referentes ao Meio Ambiente e Licenciamento Ambiental.
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