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MARIA FLOR

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sábado, 28 de maio de 2016

Ibicaraí – Prefeito acompanhado de vereadores e deputados cobrou urgência do governador para reimplantação da adutora Floresta Azul / Ibicaraí



Texto André Luiz Evangelista Foto ASCOM Ibicaraí

Na manhã da última sexta-feira (27), o prefeito Lenildo Santana acompanhado dos vereadores Valtaire Moreira, Osaná Crisóstomo, Flavio Ramos, Alam Rogério e dos deputados Rosemberg Pinto e Josias Gomes, se encontrou com o Governador Rui Costa na Cidade de Aurelino Leal.

O prefeito Lenildo Santana, cobrou do governador Rui Costa a religação da adutora da barragem de Floresta Azul para Ibicaraí, tendo em vista que esta existia e foi retirada antes do ano de 2009 (dois mil e nove).


“Estamos lutando há mais de cinco meses, para solucionar a questão do abastecimento de água em Ibicaraí, sabemos que a crise hídrica não afeta apenas aos ibicaraienses, mas temos buscado dia a dia sanar este grave problema, e, entendemos que a solução é a reconstrução adutora da barragem Floresta Azul / Ibicaraí por parte do governo do estado, e temos feito este pleito junto ao governador Rui Costa, pois com a reativação desta adutora, resolve definitivamente a questão da água em Ibicaraí.” Disse o prefeito Lenildo Santana.  

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Em gravação, Renan sugere mudar lei da delação premiada, diz jornal

Primeira conversa
SÉRGIO MACHADO - Agora, Renan, a situação tá grave.
RENAN CALHEIROS - Grave e vai complicar. Porque Andrade fazer [delação], Odebrecht, OAS. [falando a outra pessoa, pede para ser feito um telefonema a um jornalista]
MACHADO - Todos vão fazer.
RENAN - Todos vão fazer.
MACHADO - E essa é a preocupação. Porque é o seguinte, ela [Dilma] não se sustenta mais. Ela tem três saídas. A mais simples seria ela pedir licença...
RENAN - Eu tive essa conversa com ela.
MACHADO - Ela continuar presidente, o Michel assumiria e garantiria ela e o Lula, fazia um grande acordo. Ela tem três saídas: licença, renúncia ou impeachment. E vai ser rápido. A mais segura para ela é pedir licença e continuar presidente. Se ela continuar presidente, o Michel não é um sacana...
RENAN - A melhor solução para ela é um acordo que a turma topa. Não com ela. A negociação é botar, é fazer o parlamentarismo e fazer o plebiscito, se o Supremo permitir, daqui a três anos. Aí prepara a eleição, mantém a eleição, presidente com nova...
[atende um telefonema com um jornalista]
RENAN - A perspectiva é daquele nosso amigo.
MACHADO - Meu amigo, então é isso, você tem trinta dias para resolver essa crise, não tem mais do que isso. A economia não se sustenta mais, está explodindo...

terça-feira, 24 de maio de 2016

PDT apresenta ao Conselho de Ética denúncia contra Romero Jucá

Em gravação, Romero Jucá sugere 'pacto' para barrar a Lava Jato.

Para Telmário Mota, caso do ministro é mais grave que o de Delcídio.

Do G1, em Brasília
O PDT apresentou no início da tarde desta terça-feira (24) uma denúncia contra o senador Romero Jucá (PMDB-RR) no Conselho de Ética do Senado. O documento foi entregue à Secretaria de Apoio a Órgãos Parlamentares (SAOP) pelo senador Telmário Mota (PDT-RR), primeiro vice-líder do partido na Casa, e pelo presidente da sigla, Carlos Lupi.
Jucá, que foi nomeado ministro do Planejamento do governo do presidente em exercício Michel Temer, aparece em diálogo divulgado pelo jornal "Folha de S.Paulo" nesta segunda (23) sugerindo ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado um "pacto" para tentar barrar a Operação Lava Jato. As conversas ocorreram em março deste ano, mas as datas dos diálogos não foram divulgadas.
Após a repercussão negativa das conversas, Jucá foi exonerado do cargo de ministro, a pedido, pelo presidente em exercício Michel Temer.
"A nosso sentir, não há qualquer dúvida de que o senador Romero Jucá abusou de suas prerrogativas constitucionais, pois realizou conversa incompatível com a conduta de um parlamentar", diz a representação do PDT.
"O representado, no entanto, ignorou seus deveres institucionais e colocou seus interesses políticos pessoais em primeiro lugar. Resta claro que o denunciado, por sua conduta indigna e incompatível com a estatura do cargo que exerce, praticou quebra de decoro parlamentar", afirma o partido no documento.
Nesta segunda, Mota disse considerar o teor dos diálogos de Jucá com Sérgio Machado é “mais grave” que a do senador Delcídio do Amaral, que teve seu mandato cassado neste mês, por tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato ao oferecer R$ 50 mil mensais à família de Nestor Cerveró para tentar convencer o ex-diretor da Petrobras a não fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).
“A fala do senador Jucá é mais grave que do Senador Delcídio, porque o Delcídio queria proteger um possível delator. Romero quer parar a Operação Lava Jata. A proposta dele é neutralizar a Justiça brasileira, fazer um pacto para ela não cumprir com seu dever constitucional”, afirmou na segunda.
Conselho de Ética
A denúncia não pede diretamente a cassação do senador. Ao final, o documento pede que “caso entenda que a denúncia é fundada em indícios bastantes que, se comprovados, justificariam a perda do mandato, o Conselho encaminhará os autos à Mesa, para que seja apresentada a representação”.

A denúncia em si pode levar a punições como advertência ou censura. A representação, ao contrário, pode resultar na perda do mandato do parlamentar.
As regras do Conselho de Ética preveem que, “caso entenda que a acusação é fundada em indícios bastantes que, se comprovados, justificariam a perda do mandato, o Conselho encaminhará os autos à Mesa, para a apresentação de representação”.
Ou seja, para que uma denúncia leve à perda de mandato, ela precisa ser transformada em uma representação. Esse é exatamente o pedido final do documento protocolado por Telmário Mota e assinado por Carlos Lupi.
Após a apresentação da denúncia, cabe ao presidente do Conselho de Ética fazer o exame preliminar de admissão do documento, que pode ser arquivada ou admitido. Se a denúncia admitida, será designado, por sorteio, relator, que realizará sumariamente a verificação de procedência das informações, ouvido o denunciado.

Dólar opera em queda, de olho em novas medidas econômicas

Na segunda, a moeda avançou 1,92%, a R$ 3,5823.

Em maio, o dólar acumula alta de 4,1% e no ano, queda de 9,2%.

Do G1, em São Paulo
O dólar opera em queda nesta terça-feira (24), com o mercado reagindo de forma otimista, embora cautelosa, às medidas anunciadas pelo presidente em exercício, Michel Temer, para tentar equilibrar as contas públicas e retomar o crescimento da economia.
Às 14h28, a moeda norte-americana caía 0,61%, a R$ 3,5604. Veja a cotação do dólar hoje. A divisa atingiu R$ 3,5423 na mínima do dia, pouco depois do pronunciamento de Temer.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h10, queda de 0,76%, a R$ 3,5549
Às 10h, queda de 0,82%, a R$ 3,5528
Às 10h50, queda de 0,93%,  R$ 3,5488
Às 11h11, queda de 0,87%, a R$ 3,551
Às 11h50, queda de 0,92%, a R$ 3,5492
Às 12h30, queda de 0,82%, a R$ 3,553
Às 13h20, queda de 0,79%, a R$ 3,5538
Às 13h40, queda de 0,47%, R$ 3,5655

O Banco Central não intervenção no câmbio, mantendo-se ausente do mercado pelo quarto dia de negócios seguido.
Cenário local sob as atenções
O mercado seguia atento também aos desdobramentos do cenário político, após oafastamento de Romero Jucá do Ministério do Planejamento, e à votação da votação da meta fiscal deste ano no Congresso Nacional.

O Congresso Nacional deve votar nesta terçaa proposta de revisão da meta fiscal para 2016. A proposta de revisão da meta fiscal de 2016 prevê um déficit (despesas maiores do que receitas) das contas públicas de até R$ 170,5 bilhões. Se deputados e senadores não aprovarem a nova projeção, o governo terá de cumprir a meta enviada pela presidente afastada, Dilma Rousseff, com previsão de superávit de R$ 24 bilhões.
Medidas econômicas
Operadores receberam bem as propostas econômicas, mas analistas ressaltaram que elas não são suficientes para consertar a economia e que as medidas não trazem cortes efetivos de despesas. Além disso, ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional, processo que promete ser turbulento.

Queda do dólar nesta terça
Mercado reage de forma otimista às medidas econômicas anunciadas pelo govermo, mas com cautela
Operadores aguardam a votação da nova meta fiscal no Congresso
Desdobramentos do cenário político seguem sob as atenções
BC não anunciou intervenção no câmbio
 A primeira medida anunciada pelo presidente em exercício Michel Temer foi a proposta de devolução, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de ao menos R$ 100 bilhões em recursos repassados pelo Tesouro Nacional nos últimos anos que, no total, somam mais de R$ 500 bilhões.
Outra medida anunciada por Temer é a proposta de adoção de um teto para os gastos públicos, proposta semelhante à que foi feita pela equipe econômica da presidente afastada Dilma Rousseff. Além disso, o presidente em exercício disse que "talvez" seja extinto o fundo soberano brasileiro, trazendo cerca de R$ 2 bilhões para reduzir a dívida pública.
Último fechamento
O dólar fechou em alta na segunda-feira (23), após o governo divulgar a nova meta fiscal que enviará ao Congresso, com rombo de até R$ 170,5 bilhões em 2016, e depois dadivulgação de conversa gravada do ministro do Planejamento, Romero Jucá, na qual ele sugere que uma troca no governo federal resultaria em "pacto" para frear os avanços da operação Lava Jato.

A moeda norte-americana subiu 1,92%, a R$ 3,5823 na venda. No mês de maio, o dólar tem valorização de 4,1%. Em 2016, contudo, a moeda dos EUA tem perda de 9,26%.

Bovespa sobe com votação de meta fiscal e anúncio de medidas

Ações do BB caem após governo propor extinção do fundo soberano.

No mês de maio, a bolsa recua 9,8%.

Do G1, em São Paulo
A Bovespa opera em alta esta terça-feira (24), após o anúncio de medidas econômicas pelo governo Temer, e com investidores à espera de votação no Congresso Nacional para alterar a meta fiscal de 2016, tendo como pano de fundo o quadro externo favorável. A alta, após sete pregões seguidos no vermelho, encontra suporte ainda no cenário externo mais favorável.
Às 14h30, o Ibovespa subia 0,24%, a 49.450 pontos. Veja a cotação.
A alta é puxada pelo avanço das ações da Petrobras, mas também pressionada pela queda pelos papéis do Banco do Brasil diante da possibilidade de extinção do Fundo Soberano, proposto pelo presidente em exercício, Michel Temer.
As ações preferenciais da Petrobras subiam perto de 1%, com expectativas ligadas ao governo e no avanço dos preços do petróleo.
Após reunião do Conselho de Administração da empresa na véspera, uma fonte próxima da situação disse à Reuters que o colegiado deverá aprovar Pedro Parente para a presidência-executiva da estatal ainda nesta semana, após seu nome passar por teste de integridade, e o atual diretor-financeiro da companhia, Ivan Monteiro, deverá permanecer no cargo.

Banco do Brasil cai mais de 3%
Na outra ponta, as ações do Banco do Brasil eram destaque de queda, perdendo mais de 3%, diante da possibilidade de extinção do Fundo Soberano brasileiro, que detêm um volume razoável de papéis do banco estatal, segundo a Reuters.

Temer, afirmou nesta terça que o governo possivelmente extinguirá o fundo soberano e trará patrimônio de cerca de R$ 2 bilhões do fundo para reduzir a dívida pública. O ministro da Fazenda,Henrique Meirelles, disse em seguida que a extinção do fundo será imediata e que significa venda das ações do BB, mas que o processo será cuidadosamente avaliado.
Alta da bolsa nesta terça
Mercado reage ao anúncio de medidas econômicas
Investidores aguardam votação da meta fiscal no Congresso
Cenário externo favorável ajuda os negócios
Ações da Petrobras operam no azul, com alta do petróleo e expectativas sobre o governo
Ações do Banco do Brasil destoam do movimento positivo e despencam, com possível fim do fundo soberano
Medidas econômicas
A primeira medida anunciada por Temer foi a proposta de devolução, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de pelo menos R$ 100 bilhões em recursos repassados pelo Tesouro Nacional nos últimos anos que, no total, somam mais de R$ 500 bilhões.

Outra medida anunciada por Temer é a proposta de adoção de um teto para os gastos públicos, proposta semelhante à que foi feita pela equipe econômica da presidente afastada Dilma Rousseff.

Meta fiscal
Temer abriu apresentação das medidas econômicas destacando a importância da aprovação da mudança da meta fiscal, que será o primeiro teste do governo interino, e destacou a necessidade de se "trabalhar pelo chamado bem comum". A proposta de revisão da meta fiscal de 2016 prevê um déficit (despesas maiores do que receitas) das contas públicas de até R$ 170,5 bilhões.

Na visão da equipe da CM Capital Markets, segundo a Reuters, a votação do projeto de lei que altera a meta fiscal servirá como parâmetro sobre a base aliada para as próximas votações.
Para o gestor Marco Tulli Siqueira, da mesa de operações de Bovespa da Coinvalores, a trégua na bolsa encontrava suporte na exoneração do ministro do Planejamento, Romero Jucá,combinada com manutenção da votação da meta e anúncio de medidas nesta sessão.
Agentes financeiros entenderam que o governo agiu rápido no caso envolvendo Romero Jucá, no que foi considerada a sua primeira crise, embora ainda persistam dúvidas sobre o efeito da notícia no apoio ao governo de Michel Temer, segundo a Reuters. A saída de Jucá ocorreu após a divulgação de conversa gravada sobre a operação Lava Jato.
Véspera
A Bovespa fechou em queda nesta segunda-feira (23), fechando cinco pregões seguidos no vermelho e diante da repercussão da divulgação de conversa gravada do ministro do Planejamento, Romero Jucá, na qual ele sugere que uma troca no governo federal resultaria em 'pacto' para frear os avanços da operação Lava Jato.

O Ibovespa caiu 0,79%, aos 49.330 pontos. No mês de maio, a bolsa recua 9,8%. Em 2016, acumula valorização de 13,7%.

Teto para gastos limitará despesas com Saúde e Educação, diz Meirelles

Medida é abrangente, forte e tem efeito continuado, disse ministro.

Gastos cairão de 1,5 a 2 pontos percentuais do PIB em 3 anos, afirmou.

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta terça-feira (24) que a proposta de estabelecer um teto para os gastos públicos, limitado à inflação do ano anterior (ou seja, sem aumento real) limitará os gastos do governo federal com Saúde e Educação.
A medida, anunciada mais cedo nesta terça pelo presidente em exercício, Michel Temer, será enviada ao Congresso Nacional por meio de uma proposta de emenda constitucional (PEC). Para que tenha validade, é preciso que seja aprovada pelos parlamentares.
"Haverá vinculação das despesas da saúde e educação a esse teto. Para que a proposta como um todo seja consistente, não há duvida de que há outras medidas administravias e legislativas necessárias", disse Meirelles.
Ele lembrou que, atualmente, essas despesas são vinculadas à receita líquida do governo. Com a alteração da norma, se aprovada peloCongresso Nacional, elas passarão a ter um percentual definido em relação ao teto fixado, crescendo não mais do que a inflação, explicou o ministro da Fazenda.
"É parte fundamental e componente estrutural dessa PEC que as despesas de saúde e educação sejam parte desse mesmo processo de mudança das regras de crescimento das despesas públicas no Brasil", completou ele.
Critérios de vinculação
De acordo com o ministro, haverá, portanto, mudança nos critérios de vinculação da saúde e da educação, que terão de ser "compatilizadas a esse teto".

"Só isso já representa um fator de grande importância. É uma medida muito forte que sinaliza um programa de controle de despesa para os próximos anos. Ela é abrangente, forte e que tem efeito continuado", avaliou o minisitro da Fazenda.

Segundo ele, mais importante do que cortes pontuais de despesas temporárias que tenham efeito limitado, "como se fez muitas vezes no passado", o teto para gastos públicos é "mais estrutural e com efeito da maior seriedade, que é um teto para a evolução da despesa pública nos próximos anos".
"O crescimetno real acumulado da despesa não financeira [gastos orçamentários] de 1996 a 2015 foi de 180%, acima da inflação. Estamos limitando isso a um crescimento real zero. Apenas a inflação. Isso faz com que haja necessidade de cortes em uma série de despesas para que seja respeitado esse teto", acrescentou Meirelles.
De acordo com o ministro da Fazenda, esse teto representará, nos próximos três anos, pela primeira vez desde a Constituição uma queda de 1,5 a 2 pontos percentuais em comparação com o Produto Interno Bruto (PIB).
"Cai de 1,5 a 2 pontos percentuais [em relação ao PIB] nos próximos três anos. O que é uma reversão fortíssima. Evidentemente que isso vai demandar uma série de medidas complementares para que se possa cumprir isso", declarou o ministro da Fazenda.
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