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terça-feira, 4 de novembro de 2014

'Miniveículos' são brinquedos de luxo que agradam pais e filhos em BH

Réplicas de Fusca e de calhambeque MP Lafer são um sucesso.

Minicarros custam R$ 15,9 mil e R$ 19,9 mil, respectivamente.

Alex Araújo
Do G1 MG
Brincar de carrinho é coisa de criança. Certo? Errado. Réplicas de carros como o Fusca e o calhambeque MP Lafer têm feito sucesso entre pais e filhos. O empresário de Belo HorizonteMarcos Cardoso abriu há pouco mais de um mês uma agência na Região Oeste que vende miniveículos motorizados na Região Oeste. Ele garante que os brinquedos chamam a atenção de quem passa na rua. “Os pais vêm com os filhos, mas a gente vê que eles [os pais] têm interesse em brincar também. É uma boa desculpa”, contou, descontraído.
O empresário Marcos Cardoso aposta nos miniveículos, brinquedos de luxo. (Foto: Pedro Ângelo/G1)O empresário Marcos Cardoso aposta nos miniveículos, brinquedos de luxo. (Foto: Pedro Ângelo/G1)
O Fusquinha conversível pesa 190 quilos, tem 2,10m x 1m e custa R$ 15,9 mil. Já o calhambeque tem 230 quilos e mede 2,25m x 1,10m e sai ao preço de R$ 19,9 mil. Os miniveículos são semiautomáticos, possuem três marchas, 125 cilindradas, movidos a gasolina, atingem até 35 km/h e podem transportar duas pessoas, com 140 quilos no total. Os carrinhos são fabricados em fibra.
Por serem brinquedos, Cardoso ressaltou que os minicarros não podem circular em vias públicas e que os clientes são orientados a usá-los dentro de propriedades particulares como fazendas, sítios e condomínios. O empresário disse ainda que os carrinhos fazem, em média, 35 km por litro de gasolina. Eles são fabricados em Londrina (PR), em todas as cores e podem também ser estilizados, com o time do coração ou um personagem infantil, por exemplo.
Para o primeiro semestre de 2015, ele pretende construir, ao lado da agência, pistas e alugar miniveículos para quem quer ter o gostinho de dirigir os brinquedinhos, mas não tem como comprá-los. Para aqueles que podem adquiri-los, o sonho pode ser parcelado em até seis vezes no cartão de crédito.
Cardoso orienta que a manutenção deve ser realizada a cada 20 horas ininterruptas de uso. “É preciso fazer a troca de óleo, a limpeza do carburador e do filtro, como é feito nos carros normais. Os pneus duram de acordo com o uso e o solo onde os carrinhos andam”, salientou.
Atrativa, minimoto chama a atenção das crianças (Foto: Alex Araújo / G1)
Atrativa, minimoto chama a atenção das crianças
(Foto: Alex Araújo/G1)
Motocicletas
Além dos carrinhos, Marcos Cardoso também trabalha com minimotocicletas cross e street, que variam de 50 a 110 cilindradas. No mês de abertura da loja ele vendeu oito motocross e sete streets, além de quatro quadriciclos.

Já que é o único representante da marca em Belo Horizonte e na Região Metropolitana e de olho no nicho de mercado, Cardoso ainda pretende comercializar minivespas, patinetes elétricos, triciclos, minikarts e minitrucks.
Detran-MG
De acordo com a coordenadora de Administração de Trânsito do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG), delegada Rafaela Gigliotti, os brinquedos motorizados realmente não possuem autorização para trafegar em qualquer tipo de via pública porque não estão enquadrados pelo Código Nacional de Trânsito.

Ainda segundo a delegada, os brinquedos não são considerados veículos e por isso não têm emplacamento, chassi e Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Rafaela salienta que o brinquedo “não é meio de locomoção, é apenas um brinquedo”.
Painél de um dos miniveículos mostra a fidelidade ao design original. (Foto: Pedro Ângelo/G1)Painel de um dos miniveículos mostra a fidelidade ao design original. (Foto: Pedro Ângelo/G1)

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