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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Veja as 10 mentiras mais contadas em entrevistas de emprego

Entre informações falsas estão razões de demissão e competências.

Autenticidade cativa e revela qualidades, alerta especialista.

Do G1, em São Paulo
Ilustração - Dia da Mentira (Foto: Editoria de arte/G1)
Em época de escassez de vagas, não vale tudo para conseguir um emprego, principalmente mentir, alerta a headhunter e coach Luciana Tegon. Ela afirma que o candidato deve ser verdadeiro em qualquer entrevista de emprego, pois a autenticidade cativa e revela qualidades.

“É importante saber narrar a trajetória profissional de uma forma que conhecimentos e pontos fortes sejam valorizados, afinal, na disputa pela vaga, vencerá quem reunir a maior quantidade de atributos que a empresa busca”, diz.

Segundo Luciana, a conectividade entre empresas e recrutadores possibilita acesso rápido às informações e a consequente checagem de dados. Assim, as mentiras podem ser descobertas facilmente.

No Dia da Mentira, veja as 10 mais contadas nas entrevistas de emprego, de acordo com levantamento da coach.

fluência no idioma (Foto: G1)
Algumas pessoas optam por mentir sobre a fluência no inglês ou espanhol. Atenção porque as empresas checarão a fluência em fases avançadas do processo e se entenderem que você tentou enganá-los fecharão as portas para futuras oportunidades.

motivos de demissão de empregos anteriores (Foto: G1)
É bastante compreensível que um candidato não queira dizer que foi demitido por má performance, por ter resistido a mudanças ou por falta de habilidade como líder, então, justificativas como cortes e reestruturações são utilizadas com muita frequência.

prazo de permanência nos empregos anteriores (Foto: G1)
Com medo de serem eliminados pelo pouco tempo de casa, alguns candidatos mentem sobre o tempo que trabalharam em determinada empresa. Entretanto, algumas companhias checam a carteira profissional em fases preliminares do processo de admissão e, se houver divergência, a contratação poderá ser cancelada e a imagem do candidato, denegrida.

local de residência (Foto: G1)
Alguns candidatos que moram mais longe se cadastram colocando endereços mais próximos com receio de nem serem convidados para o processo seletivo, pois é sabido que muitas empresas não contratam quem pega mais de duas conduções por trecho.

competências (Foto: G1)
Candidatos declaram que são proativos, que possuem excelente relacionamento interpessoal, gostam de trabalhar em equipe e que alcançaram determinados resultados que efetivamente não espelham a verdade.


Cargo e atividades desempenhadas (Foto: G1)
Na tentativa de assumir posições maiores, não é incomum haver candidatos que declaram que eram líderes de áreas quando na verdade nunca tiveram uma equipe.


trabalhou em empresas conhecidas (Foto: G1)
Candidatos declaram ter trabalhado em grandes empresas e, para isso, muitas vezes, falsificam registro em carteira. Essa mentira, que pode inclusive ser tipificada como crime, não é tão rara quanto se pensa. Convencidas de que só terão chance se supostamente tiverem experiência em grandes empresas, algumas pessoas acabam fazendo isso.

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cursos e especializações (Foto: G1)
Candidatos mentem sobre cursos e especializações que não fizeram e inventam certificações que nunca obtiveram.



hobbies (Foto: G1)
Candidatos mentem sobre o que fazem em horas de lazer. Dificilmente um candidato vai dizer que bebe e vai para baladas aos finais de semana. Da mesma forma, há uma tendência a ocultar hobbies como motociclismo, esportes radicais e artes marciais que são atividades que geram um risco maior de afastamento por acidentes ou lesões.

condições de saúde (Foto: G1)
Com medo de não serem contratados, alguns candidatos omitem doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou cardiopatias.

CPI de Crimes Cibernéticos quer prisão de quem invadir redes sociais

Deputados federais e especialistas sugeriram leis contra crimes digitais.

Relatório final propõe bloqueio de serviços considerados ilegais na internet.

Helton Simões Gomes
Do G1, em São Paulo

Rede Tor permite a navegação anônima na internet. (Foto: Thinkstock)CPI de Crimes Cibernéticos quer prisão de quem invadir redes sociais (Foto: Thinkstock)
O bloqueio de “serviços que sejam considerados ilegais” e a possibilidade de se prender quem invadir perfis de redes sociais estão entre as oito propostas de lei feitas no relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Crimes Cibernéticos, que concluiu seus trabalhos nesta quinta-feira (31).
Instaurada em julho de 2015, a CPI tinha objetivo de investigar a prática de crimes cibernéticos e seus efeitos sobre a economia brasileira. Durante nove meses, ouviu 103 especialistas em criminalística, em direito digital, representantes da Polícia Federal, da Abin, do CDCiber do Exército, de provedores de internet (Oi, Claro, Vivo e TIM) e de serviços conectados (Google, Facebook, WhatsApp, Yahoo e Twitter, Microsoft).
Presidida por Mariana Carvalho (PSDB-RO), a CPI fez recomendações e sugeriu a criações a alteração de leis para tornar o ambiente da internet brasileira menos propenso aos crimes cibernéticos. Os texto final foi feito pelos deputados Espiridião Amin (PP-SC), Sandro Alex (PSD-PR), Rafael Motta (PSB-RN), Daniel Coelho (PSDB-PE) e Rodrigo Martins (PSB-PI).
Entre as sugestões está a criação de um código de boas práticas a ser adotado por empresas e entidades envolvidas com publicidade digital. Com ele, seria possível evitar anúncios em plataformas digitais que promovam conteúdo ilícito ou a prática de condutas ilegais. O alvo são sites que oferecem conteúdo audiovisual pirata.
Há ainda a sugestão de medidas para o combate a crimes cibernéticos contra o sistema financeiro, e a possibilidade de o Ministério da Justiça obrigar instituições financeiras a notificar fraudes cibernéticas.
As leis foram propostas e ainda não estão protocoladas. A partir delas, é possível sentir o tom da CPI dos Crimes Cibernéticos. Veja abaixo as sugestões de novas legislações:
Invasão de perfis em redes sociais
A proposta altera a legislação de crimes eletrônicos, que ficou conhecida como “Lei Carolina Dieckmann” (Lei nº 12.737, de 2012), que pune a invasão de computadores com a intenção de obter dados particulares. A proposta é ampliar e transformar em crime o acesso não permitido a qualquer sistema informatizado ou aparelho eletrônico que cause prejuízo econômico, alteração de dados, instalação de vulnerabilidades, obtenção de conteúdo ou o controle remoto da plataforma ou aparelho em questão.

Seriam incluídas invasões a smartphones e redes sociais. Essa conduta poderia dar até dois anos de cadeia. A pena aumentaria para até quatro anos se cometida contra presidentes da República, do STF, da Câmara, do Senado, das Assembleias Legislativas estaduais e distrital, Câmaras municipais e administradores públicos. Caso o acesso ocorra graças à violação de um mecanismo de segurança do sistema, o período de reclusão aumenta de dois a três terços da pena. O argumento dos deputados é que, quando aprovada, a lei Carolina Dieckman não especificou atitudes que poderiam incorrer em crime.
PF neles
Outro dos projetos de lei é a inclusão dos crimes praticados por meio de um computador ou contra um desses aparelhos sobre a esfera de atuação da Polícia Federal. Combinada à alteração proposta pelos deputados à Lei Carolina Dieckman, isso faria com que um adolescente com acesso não permitido à conta de Facebook de um colega podesse ser alvo da PF. Para deputados, a alteração deve ser feita por não haver norma que defina de qual polícia é a competência para investigar suspeitas de crimes cibernéticos.

Cadê meu celular?
A penalização não só com prisão mas multa de pessoas enquadradas em crimes cibernéticas é outra sugestão de lei. O Estado poderia confiscar valores e bens de criminosos para promover a “asfixia econômica de certos crimes”. “Além de ser uma pena eficaz contra a prática de delitos, impede que o mesmo instrumento seja novamente utilizado para práticas ilícitas”, dizem os deputados.

Verba turbinada
Para subsidiar as atividades da polícia judiciária, os deputados sugerem a criação de uma lei para destinar os recursos de um fundo bilionário voltado atualmente à fiscalização das telecomunicações. A ideia é usar até 10% do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). O dinheiro do fundo advém das taxas de fiscalização cobradas pela Anatel, de parte dos valores pagos por empresas que querem operar no Brasil e de multas aplicadas pela agência. Não é pouca coisa: entre 2001 e 2015, o Fistel arrecadou R$ 63,5 bilhões. Os deputados argumentam que os recursos ajudariam as polícias judiciais a se estruturarem para combater o crime cibernético.

Tira isso daí já
Outra ideia é modificar o Marco Civil da Internet para responsabilizar serviços de internet que não retirarem imagens, vídeos ou outro conteúdo em até 48 horas após o pedido de qualquer pessoa que vir nesses materiais atentado contra a honra. “A amplificação do dano advém da característica das redes sociais que permitem a replicação e a continuidade das postagens de forma impessoal e com pouco ou nenhum esforço”, justificam os deputados. “Deve-se considerar a impossibilidade prática do direito ao esquecimento. Bastam alguns cliques para que postagens sejam revividas e o pesadelo das vítimas seja reiniciado”, concluem.

Nome, RG, CEP e IP
Os deputados sugeriram ainda alterar as leis de organizações criminosas, lavagem de dinheiro e o Marco Civil da Internet para que provedores de internet considerem o endereço de IP como informação cadastral. Assim, forças policiais e o Ministério Público poderiam pedir sem precisar de ordem judicial as informações pessoais de quem estivesse por trás desse dado. Ele serve como identificação na internet. Isso incluiria nome, filiação e endereço domiciliar do indivíduo.

Os deputados dizem que facilitaria a identificação de suspeitos de crimes. “As autoridades de investigação muitas vezes não possuem acesso a diversas informações dos perpetuadores de crimes devido a facilidades da própria tecnologia – como mecanismos de ocultamento de IPs – mas pela simples falta de coleta ou acesso a dados essenciais do internauta.”
Fora do ar
Outro projeto de lei estabeleceria a possibilidade de bloquear serviços conectados a partir de ordens judiciais. Isso permitia que provedores de internet fossem obrigados pela Justiça a barrar o acesso a aplicações da internet consideradas ilegais. A prática iria tornar corrente o mecanismo que, no ano passado, fez o WhatsApp ficar inacessível no Brasil por pouco mais de 12 horas. Os deputados assumem que a medida será uma violação ao princípio da neutralidade de rede, estabelecido pelo Marco Civil da Internet. Ele prega a transmissão de qualquer conteúdo enviado pela internet com igual velocidade e condições técnicas. A ideia é tirar do radar dos brasileiros na internet serviços que, por exemplo, ofereçam conteúdos que violem os direitos autorais ou pornografia infantil.

Educação digital
As salas de aula não foram esquecidas. Outra sugestão de projeto de lei é incluir a educação digital no Plano Nacional de Educação (PNE). Deputados dizem que o acesso à internet no Brasil é limitado, feito em grande a partir de celulares e que a navegação na internet "não é necessariamente produtiva”. “Inúmeras pesquisas apontam que, no Brasil, o uso primário da internet é a conexão às redes sociais, restando as demais atividades o segundo plano”, argumentam. Eles acreditam que isso pode ser revertido com ensino básico do funcionamento de ferramentas digitais
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Família do Amapá consegue na Justiça direito à ‘pílula do câncer’

Medicamento polêmico no país não é autorizado pela Anvisa.

Decisão obriga USP e estado de SP a concederem o remédio por 6 meses.

Fabiana Figueiredo
Do G1 AP

Fosfoetanolamina sintética (Foto: Ely Venâncio/EPTV)
Fosfoetanolamina sintética ficou conhecida como
a pílula do câncer (Foto: Ely Venâncio/EPTV)
A família da amapaense Nilza Gonçalves Neves, de 81 anos, diagnosticada há um mês com câncer nas vias biliares, conseguiu na Justiça Federal o direito ao composto químico fosfoetanolamina, também conhecido como 'pílula do câncer'. O produto, fabricado pela Universidade de São Paulo (USP), promete auxiliar no tratamento contra a doença e provocou polêmica no país.
No dia 18 de março, o juiz federal João Bosco determinou que o Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, responsável pela distribuição do medicamento, e o Estado de São Paulo forneçam a substância à paciente amapaense, no prazo de 10 dias, após notificação.
A ação foi ajuizada pela advogada e neta da paciente, Rafaela Neves. Ela disse que, após o diagnóstico, começou a pesquisar sobre o medicamento a partir da repercussão que a fosfoetanolamina teve no Brasil. O STF chegou a suspender a oferta do medicamento, que já era distribuído há muitos anos no país.
Justiça Federal no Amapá (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Decisão teve origem na Justiça Federal no Amapá
(Foto: Abinoan Santiago/G1)
Para conseguir o remédio através da Justiça, a família precisou apresentar o laudo médico da doença e a receita, que foi dada por uma médica após consulta no Rio de Janeiro. Segundo Rafaela, a profissional de saúde conhece os efeitos do medicamento no organismo e acompanha outros pacientes que já fazem uso dele, por isso, recomendou.
“É uma questão delicada por ser uma substância que não tem aprovação na Anvisa. Falamos com ela para que fornecesse a receita, que é elemento fundamental para que a liminar seja concedida. A partir da receita e o laudo médico informando que o paciente não tem medidas médico-curativas, cirurgia, radioterapia e quimioterapia, que sejam capazes de curar o câncer, pudemos ajuizar a ação. Com isso, o magistrado entendeu que era viável a tutela que foi concedida”, disse a advogada.
Com o estado avançado da doença em Nilza, a família acredita que o remédio pode ser um método para dar melhor qualidade de vida à paciente e até mesmo a cura do câncer.
“Diante dos relatos de pacientes, e porque tivemos um diagnóstico muito recente, é que procuramos esse remédio para garantir uma sobrevida melhor para minha avó ou até mesmo curar o câncer. O que a gente pede é ter tempo necessário para que ela faça o uso dessa substância”, concluiu Rafaela.
Questão judicial
De acordo com a decisão, uma recomendação médica solicita que a paciente tenha ingestão diária de 3 cápsulas pelo período de 6 meses, competindo ao estado de São Paulo a obrigação pelo baixo custo de produção e competindo à USP a produção e entrega dos compostos.

Caso haja descumprimento, a multa é no valor de R$ 5 mil diários para as duas instituições. A USP e o estado de São Paulo podem recorrer da decisão
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Dilma exonera vice-presidente da Caixa Econômica

Decisão foi publicada nesta sexta-feira (1º) no 'Diário Oficial da União'.

Presidente também exonerou o diretor da Casa da Moeda.

Do G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff exonerou o vice-presidente da Caixa Econômica Federal Roberto Derziê de Santanna. A exoneração foi publicada na edição desta sexta-feira (1º) do "Diário Oficial da União".
Antes de ir para a Caixa, Derziê atuava como secretário-executivo da Secretaria de Relações Institucionais, em 2015, quando a pasta estava sob o comando do vice-presidente Michel Temer. A demissão de Derziê é mais uma de servidor ligado ao PMDB depois que o partido deixou a base aliada, nesta semana.
Dilma exonerou também o diretor da Casa da Moeda do Brasil, Paulo Ricardo de Mattos Ferreira.
Nesta quinta (31), já havia saído no "DOU" as exonerações de dois indicados do PMDB no governo. Um deles foi Walter Gomes de Souza, colocado no cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Denocs) por indicação do pemedebista Henrique Eduardo Alves, que deixou o ministério do Turismo no início da semana.
O outro é Rogério Abdalla, que era diretor Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a pedido da bancada do PMDB do Senado.

Com bandeira verde, conta de luz fica sem cobrança extra a partir de hoje

Produção de energia está em situação mais favorável, aponta Aneel.

Bandeira é verde pela 1ª vez desde que o sistema entrou em vigor.

Do G1, em São Paulo
As contas de luz ficam um pouco mais baratas a partir desta sexta-feira (1º). Isso porque, com a entrada em vigor da bandeira tarifária este mês não haverá custo adicional para os consumidores. Até março, estava em vigor a bandeira amarela, que estabelece uma cobrança extra de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos.
Esta é a primeira vez desde que o sistema de bandeiras entrou em vigor, em janeiro de 2015, que a bandeira cai para verde. A passagem significa que a situação da produção de energia do país está mais favorável. Segundo a Aneel, houve aumento de energia disponível com redução da demanda; e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro.
A eliminação da cobrança extra em abril não significa que o sistema de bandeiras tarifárias será abolido. Se no futuro o governo necessitar ligar mais usinas térmicas novamente, a cobrança será retomada.
Em 2015, os brasileiros pagaram um total de R$ 14,712 bilhões a mais nas contas de luz devido à cobrança da bandeira tarifária.
as bandeiras tarifárias da energia elétrica / VALE  ESTA (Foto: Editoria de Arte/G1)


Hidrelétricas
O desligamento de parte das termelétricas, que permite a mudança na cor da bandeira, é possível porque, neste verão, vem chovendo bastante no Sudeste e no Centro-Oeste do país. As duas regiões concentram hidrelétricas que respondem por cerca de 70% da capacidade brasileira de geração de eletricidade.

Com mais chuvas, aumentou a quantidade de água armazenada nos reservatórios dessas hidrelétricas. Isso permite ao governo usar a energia das hidrelétricas para atender a uma parte maior da demanda nacional e, consequentemente, reduzir o uso de termelétricas.
Para se ter uma ideia, de 31 de dezembro de 2015 a 28 de fevereiro de 2016, as hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste saíram de um armazenamento médio de 29,82% para 50,69%.
Até o início do ano passado, a situação era bem diferente: reservatórios registravam níveis muito baixos devido à estiagem.
Outro fator que permite o desligamento de parte das térmicas é a queda no consumo de energia no país, resultado da crise econômica.
Contas de luz
Assim como o uso mais intenso das termelétricas ajudou a aumentar o preço da energia no país, o desligamento delas – junto com a suspensão da cobrança das bandeiras – vai contribuir, em 2016, para baratear um pouco as contas de luz.

Mas ainda não é possível saber o impacto dessas decisões para os consumidores, já que esse custo varia de acordo com a distribuidora – são 63 em todo o país. Nos próximos meses, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai analisar o reajuste anual de cada uma delas.

Porém, há ainda outros custos pressionando o preço da tarifa elétrica no Brasil. Isso impede que a queda no valor das contas de luz seja maior e compense os fortes aumentos registrados no ano passado.
Entre esses custos está o repasse, aos consumidores, dos R$ 12,9 bilhões da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e o pagamento dos empréstimos bancários feito pelo governo entre 2014 e 2015, para socorrer as distribuidoras.

Desportistas participam de reunião com a SMECDLJ sobre o Revezamento da Tocha Olímpica


Texto e fotos: Ascom Floresta Azul | SMECDLJ
Inovação, participação, interação e muita disponibilidade, foi assim a reunião que aconteceu na noite da última segunda-feira, 28 de março, às 19:30h, na Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Desportos, Lazer e Juventude (SMECDLJ), com alguns representantes dos jovens desportistas da cidade de Floresta Azul.
A reunião contou com a presença da secretária municipal de Educação, Sayonara Leão; os gerentes Waldemar Sodré (Esporte) e Genivaldo Pereira (Cultura); Josmano, Alex, Erisvaldo, Elton, Renildo, Gildo, Wlisses Neto e Zhomme, que representaram os desportistas do município.
A reunião foi bastante proveitosa, uma vez que foram  abordados assuntos concernentes ao revezamento da Tocha Olímpica. Na oportunidade foram colocadas opiniões de forma coletiva para o Plano de Ação, onde todos se dispuseram a colaborar no projeto da recepção da Tocha.

Nova quadra começa a receber cobertura em Floresta Azul


Texto e fotos: Ascom Floresta Azul | Infraestrutura
A futura quadra coberta que está sendo construída na antiga praça Lomanto Júnior, no centro de Floresta Azul, e vai funcionar como anexo do Grupo Escolar João Alves de Macêdo, recebeu na manhã da última segunda-feira, 28, toda a estrutura de ferro que irá compor o telhado da quadra. Segundo o engenheiro da construtora Andrade e Rocha Construções e Serviços, responsável pela construção da quadra, toda a estrutura do telhado foi feita em parceria com a montadora Cronnus Engenharia, e ainda hoje (quarta-feira, 30) a empresa iniciará o processo de solda e aplicação dos arcos que irão sustentar o telhado da quadra.  
A quadra coberta está sendo construída através de uma parceria da prefeitura de Floresta Azul com o Governo Federal, via Ministério da Educação - PAC 2 e tem a construtora Andrade e Rocha Construções e Serviços como empresa responsável pela execução da obra. A nova quadra coberta tem custo da ordem de 510 mil reais e tem a previsão de entrega para o início do segundo semestre desse ano.
"É uma obra grandiosa que vai, acima de tudo, trazer lazer, diversão e mais uma opção ao povo florestense que gosta de praticar esportes. Pretendemos fazer com recursos próprios uma pista para caminhadas ao redor da quadra e uma academia ao ar livre para atender a todo esportista que gosta de diariamente praticar exercícios físicos, além de estacionamento e jardins. O que antes era um imenso espaço perdido no centro da cidade vai se tornar em um futuro próximo um belíssimo espaço de entretenimento para a população", disse a prefeita Dra. Sandra Cardoso.

Confrades da AGRAL participa da posse da diretoria e dos novos acadêmicos da ALJUSBA

  A confreira e professora doutora Josanne Francisca Morais Bezerra (cadeira 30), primeira mulher a dirigir a Academia Grapiúna de Artes e C...