Por Arnold Coelho Jornalista MTB 0006446/BA
A antiga Refinaria Landulpho Alves (RLAM) foi vendida pela Petrobras no governo Jair Messias Bolsonaro
A venda foi concluída em novembro de 2021 por US$ 1,65 bilhão para o grupo Mubadala Capital, um fundo de investimentos dos Emirados Árabes Unidos, que passou a gerenciar a refinaria por meio da empresa Acelen.
Na época da venda, o governo federal, estava sob a gestão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. A venda fez parte de um plano de desinvestimentos da Petrobras exigido pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para abrir o mercado de refino no Brasil e estimular a competitividade.
IMPORTANTE SABER
Hoje, nem o Governo Estadual, muito menos o Governo Federal possui poder legal para barrar, autorizar ou tabelar os aumentos de preços definidos pela refinaria Acelen na Bahia. Desde que a antiga Refinaria Landulpho Alves foi privatizada e passou a se chamar Refinaria de Mataripe, ela opera sob as regras de livre mercado estabelecidas pela lei brasileira.
GÁS DE COZINHA
Sim, a Acelen também aumenta de forma independente o valor do gás de cozinha (GLP) comercializado na Bahia, utilizando os mesmos critérios de mercado que aplica à gasolina e ao diesel.
A Refinaria de Mataripe não produz apenas combustíveis automotivos; ela é a principal fornecedora do gás de cozinha que abastece as distribuidoras de todo o estado. Portanto, quando os custos internacionais do petróleo sobem ou o dólar varia, a refinaria privada reajusta tanto os combustíveis quanto o preço do GLP entregue às empresas que enchem e vendem os botijões.
PARA QUEM PEDIU E APROVOU A PRIVATIZAÇÃO, ESSE É O PREÇO A SER PAGO.
Arnold Coelho
Não a privatização

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