terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Mais um governo está por cair?

 


FONTE The News 

O Irã tem vivido a maior onda de manifestações desde 2022. Os nove dias seguidos de protestos já atingiram mais de 200 cidades, com ao menos 20 mortos e quase mil prisões.

O líder supremo, Ali Khamenei, chegou a ameaçar os manifestantes e até cortar a internet em várias regiões… Mas as ruas seguem cheias e vídeos como esses continuam viralizando.

O que está por trás da crise?

Desde 2018, os EUA têm imposto sanções pesadas ao país. Na prática, exportar petróleo — o que corresponde a 23% do PIB — ficou mais caro, mais difícil e cada vez mais dependente da China. O resultado chegou no dia a dia da população:

  • Queda no poder de compra, com inflação acima de 40% ao ano, corroendo salários e poupanças;

  • Escassez de produtos básicos nas prateleiras;

  • Aumento do desemprego.

A coisa já vinha se arrastando, mas o cenário esquentou em dezembro, depois que o governo mexeu no benefício social da gasolina subsidiada — que historicamente fazia o Irã ter um dos combustíveis mais baratos do mundo.

Com tantos protestos nas ruas, o assunto já chegou à Casa Branca. Trump declarou que os EUA estão “prontos para agir” caso as forças armadas do regime oprimam a população.

Do outro lado, com os protestos crescendo e aliados enfraquecidos — Hezbollah, Hamas e Venezuela —, informações de bastidores indicam que Khamenei, no poder há 35 anos, já teria um plano de fuga para a Rússia caso o controle escape das mãos do regime.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

A Venezuela tem uma nova presidente — pelo menos por enquanto

 


FONTE The News 

Horas após a captura de Nicolás Maduro pelos americanos, as Forças Armadas da Venezuela reconheceram Delcy Rodríguez como presidente interina por 90 dias.

  • A decisão seguiu determinação do Tribunal Supremo de Justiça e foi anunciada em rede nacional pelo ministro da Defesa.

Quem é Delcy: Aos 55 anos, ela era a vice de Maduro e está no núcleo duro do chavismo desde 2003. Em seu primeiro discurso, pediu calma, chamou a captura de Maduro de “sequestro” e avisou que a Venezuela “nunca será colônia de nenhuma nação”.

Para os EUA, não é uma surpresa. Já há algumas semanas, o governo americano considerava “aceitável” ter Delcy como líder do país, pelo menos por uma transição temporária.

Ontem, Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA, disse que Washington não quer governar o país, mas sim impor uma “quarentena do petróleo” já existente sobre o país.

Além disso, os americanos exigem que a Venezuela rompa laços com Irã, Hezbollah e Cuba, freie o narcotráfico e garanta que sua indústria petrolífera não beneficie os adversários dos EUA, como China, Irã e Rússia.

Ao que tudo indica neste primeiro momento, os EUA vão ficar de fora, apenas observando e “dando as cartas” do que querem. Caso algo saia da rota, eles devem agir.

Nas palavras de Trump, Delcy Rodríguez vai pagar um "preço muito alto, provavelmente maior do que Maduro" se não cooperar com os Estados Unidos.

Para não ficar por fora

Mais um governo está por cair?

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