Corrida ecológica

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

EUA a um passo de atacar o Irã

 


FONTE The News 

Informações de Washington indicam que os EUA estão cada vez mais próximos de iniciarem uma guerra no Oriente Médio caso não cheguem a um acordo com o Irã. A operação, inclusive, pode ocorrer até o fim de semanadependendo somente do comando de Trump.

  • Embora ambos os países tenham dito que as negociações avançaram após o encontro de Genebra nesta terça-feira, os americanos parecem não estar otimistas quanto a fechá-las.

Ao contrário do que ocorreu em junho do ano passado, esta operação seria uma ofensiva conjunta entre EUA e Israel, com o objetivo de destruir o programa nuclear e causar a queda do regime iraniano.

O que sustenta essa tese: Além de um novo porta-aviões, o Pentágono enviou à região dezenas de caminhões-tanque, 150 aviões de carga militar e outros 50 caças de elite (F-35 e F-22) nas últimas 24 horas. Com isso, os EUA alcançam o maior poderio aéreo no Oriente Médio desde a invasão do Iraque, em 2003.

Por que isso importa: Um conflito no Oriente Médio poderia trazer precedentes extremamente perigosos com relação à segurança, uma vez que outros países possivelmente também se envolveriam no caso.

  • Quanto à parte econômica, teria um impacto direto no preço do barril de petróleo, que subiu 4% ontem — para pouco mais de US$ 70 — após o Irã anunciar o fechamento parcial do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial.

Do outro lado, o Irã tem realizado exercícios com mísseis reais junto com um navio russo e deve lançar foguetes hoje em áreas do sul do país. Em meio à tensão, o líder supremo Ali Khamenei afirmou que o governo possui armas capazes de enviar os porta-aviões americanos "ao fundo do mar".


terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

A indústria do carnaval e o império das cervejarias continuam a conduzir esse nosso Brasil de muitas festas

 


POR Arnold Coelho Jornalista MTB 0006446/BA

Quero iniciar este texto deixando claro que não tenho problema algum com festa. Pelo contrário, acho necessário comemorar aniversários, conquistas e momentos especiais. O que não aprovo são festas caras, com cachês milionários, para agradar financeiramente meia dúzia de empresários, bandas e grandes cervejarias.

Por mais tradicional que seja o Carnaval no Brasil, e por mais que a indústria do entretenimento sustente o discurso de que gera emprego e renda para milhares de pessoas, continuo repetindo: isso é “pão e circo” (panem et circenses), expressão da Roma Antiga, quando o império distribuía alimento e promovia espetáculos para distrair o povo em tempos de crise.

Dar pão e circo é uma estratégia antiga. E, assim como funcionava na Roma Antiga, continua funcionando no Brasil. Distribuem-se migalhas, oferece-se entretenimento “gratuito”, enquanto os problemas estruturais permanecem intocados.

Apesar de reconhecer sua tradição cultural, eu preferiria ver menos investimentos no carnaval e mais recursos direcionados à educação, à saúde, à moradia e, principalmente, ao meio rural, com incentivo real à agricultura familiar. Um país rico é um país sem fome.

O investimento em grandes festas é excelente para bandas, artistas de cachês milionários e para a poderosa indústria do entretenimento, especialmente as cervejarias, que faturam cifras astronômicas a cada ano. Enquanto isso, a realidade da maioria da população pouco muda.

Na Quarta-feira de Cinzas, o povo volta à realidade nua e crua, com dívidas acumuladas, cartões de crédito estourados e um ano inteiro de trabalho pela frente para pagar o que foi gasto, muitas vezes sem planejamento.

O mais preocupante é que o ciclo se repete anualmente. A diversão vem primeiro; a conta chega depois. E, no fim, resta correr atrás de soluções, pedir ajuda divina e reorganizar o orçamento.

Mas o importante (dirão alguns) é que corremos atrás do trio elétrico, vestimos belos e caros abadás, desfilamos em escolas de samba, “bebemos todas” e vivemos intensamente os cinco dias de folia. As dívidas que esperem. Viva o Carnaval!


Arnold Coelho

Carnaval só via wifi

sábado, 14 de fevereiro de 2026

A saída de Toffoli da relatoria faz com que André Mendonça possa se tornar uma das figuras mais decisivas do cenário político e jurídico do país em 2026.

 


FONTE The News 

O ministro agora é que tem a caneta para avançar com o caso do banco. Por ter um perfil teoricamente menos político do que Toffoli, integrantes do Centrão têm demonstrado apreensão com a forma como Mendonça deve conduzir o caso.

Parlamentares que tiveram contato com Daniel Vorcaro temem que o avanço das investigações exponha mensagens, áudios e vídeos de encontros privados com o dono do Master — que tinham muita bebida importada, comida fina e “convidadas”.

De acordo com reportagem da jornalista Malu GasparMoraes trocava mensagens diretamente com Vorcaro e é citado em diversas conversas contidas no celular do dono do Master, incluindo algumas que abordavam pagamentos à mulher do ministro.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Dois pesos e duas medidas

 


POR Arnold Coelho Jornalista MTB 0006446/BA

Defendo há cerca de duas décadas, em Ibicaraí, a preservação do nosso corredor de montanhas, das nossas matas e das nascentes que ali existem e são protegidas pela cobertura vegetal. São mais de 110 nascentes que, a cada 24 horas, disponibilizam cerca de cinco milhões de litros de água - volume suficiente para abastecer o município por até 72 horas.

Toda essa água é captada, tratada e distribuída para milhares de moradias de Ibicaraí, entre sede e distritos. Nossa cidade fornece, em média, dez metros cúbicos (ou dez mil litros de água por mês) para cada residência. E cobra taxas que partem de R$ 15,00 nos quatro distritos e chegam próximo aos R$ 50,00 no centro da cidade.

Um preço relativamente baixo para tanta água.

Se compararmos, por exemplo, com a cidade vizinha de Floresta Azul, que disponibiliza cerca de seis mil litros por mês, ou com a grande São Paulo, onde a média gira em torno de três mil litros mensais (e o que ultrapassa esse volume gera taxa extra) percebemos o quanto pagamos pouco. Mas por que estou falando de água e usando Ibicaraí como exemplo?

Simples: a água é um bem comum. Não compramos a água que chega à nossa torneira; pagamos apenas pela captação, tratamento, insumos, serviço (mão de obra) e distribuição. E tudo isso tem um custo elevado. Por isso defendo que pagamos pouco pela água que consumimos, e corremos o risco, por falta de investimentos na autarquia e pela ausência do Pagamento por Serviço Ambiental (PSA), de sofrer, em um futuro breve, com a falta de água nas torneiras.

Já participei de inúmeros debates sobre o tema e sempre encontro pessoas que consideram alto o valor pago mensalmente pelo líquido precioso e pelo serviço oferecido pela autarquia.

Ontem, terça-feira, 10 de fevereiro, passando pela rodoviária de Itabuna eu precisei comprar uma garrafinha de 500 ml de água por R$ 3,00. Em momento algum reclamei. Simplesmente pedi, paguei, recebi minha água e fui embora. Outras pessoas fizeram o mesmo.

Resolvi então fazer um cálculo simples.

Se uma garrafinha com 500 ml custa R$ 3,00, um litro custa R$ 6,00. Multiplicando por mil litros, chegamos ao valor de R$ 6.000,00. E se multiplicarmos por dez (afinal, recebemos mensalmente 10 mil litros de água) o valor seria de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) por mês.

Seria esse super valor que eu pagaria caso resolvesse “mudar de fornecedor” de água. Um valor infinitamente superior aos pouco mais de R$ 40,00 que pago mensalmente.

A pergunta que fica é: por que reclamamos tanto do valor da água barata que cai na nossa torneira e não reclamamos da água supercara vendida nos bares, lanchonetes, shoppings, mercados e rodoviárias?

A água é um bem comum. É essencial à vida e à sobrevivência humana. Como iremos cuidar das nossas nascentes, que nos fornecem água diariamente, se consideramos cara uma taxa irrisória cobrada para manter a captação e o sistema funcionando?

Precisamos sair do discurso raso e avançar para uma discussão mais ampla. É necessário pensar em uma cobrança adicional destinada a investimentos na autarquia; implementar o Pagamento por Serviço Ambiental (PSA), remunerando o dono da terra (o verdadeiro “agricultor de água”) para que proteja e conserve as nascentes; criar mecanismos de fiscalização, com guardas ambientais que monitorem cada nascente e denunciem desmatamentos; buscar investimentos na esfera estadual e federal e instituir um conselho municipal que acompanhe, mensalmente, a arrecadação e a aplicação dos recursos captados.

Ou priorizamos esse tema agora, ou, em um breve futuro, estaremos importando água de outros municípios a preços surreais. Precisamos cuidar e valorizar a água que “ainda” temos no nosso município.


*Arnold Coelho*

Precisamos cuidar da nossa água

Fim da escala 6x1: A próxima pauta em Brasília

 


FONTE The News 

O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que pretende colocar a proposta em votação pelo fim da escala 6x1 até maio, gesto lido como uma clara ajuda ao governo Lula, que deseja que a pauta seja aprovada ainda neste ano.

Como funciona hoje? A Constituição permite até 44 horas por semana, sem definir a divisão dos dias, o que viabiliza modelos como o 6×1 — 6 dias de trabalho para 1 de folga —, comum no comércio e em serviços.

O que está em debate: A proposta reúne textos apresentados pelos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Erika Hilton (PSOL-SP), que defendem a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais.

O problema é que o assunto divide opiniões

👍 Apoiadores da medida afirmam que a mudança poderia melhorar a qualidade de vida dos 48 milhões de CLTs, aumentando a produtividade e alinhando o Brasil a tendências globais de jornadas mais curtas.

👎 Já críticos alertam para possíveis impactos econômicos. Um estudo do CLP estima que até 640 mil empregos poderiam ser afetados, muito por conta da nossa baixa produtividade, que cresce 0,5% ao ano — abaixo da média global de 1,5%.

Olhando para frente… Embora a tendência é de que o projeto seja aprovado, a mudança não deve ocorrer de maneira imediata. O texto prevê uma transição gradual, começando com 40h/semana e chegando às 36h/semana ao longo de alguns anos.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Barro Preto amplia acesso à internet gratuita em espaços públicos por meio do Conecta Bahia

 


ASCOM Barro Preto 

O município de Barro Preto ampliou o acesso à internet gratuita em espaços públicos, fortalecendo a inclusão digital e oferecendo mais conectividade à população. O serviço, que já funcionava na Praça João de Sousa Leal (Praça da Prefeitura), agora está ativo também em dois novos pontos estratégicos da cidade: a Praça Hermes Souza Brandão (Praça do Mercadão) e a Praça Manoel Palmeira (Praça do Rasga Caçola).



A ampliação do serviço acontece por meio do Conecta Bahia, iniciativa do Governo do Estado da Bahia, sob a liderança do governador Jerônimo Rodrigues, que tem como objetivo democratizar o acesso à internet, promover inclusão digital e garantir mais liberdade de navegação para a população baiana.

Com a expansão dos pontos de acesso, moradores e visitantes passam a contar com conectividade gratuita em locais de grande circulação, facilitando o acesso à informação, à educação, aos serviços digitais e à comunicação no dia a dia. A iniciativa também contribui para tornar os espaços públicos mais funcionais, modernos e acessíveis.

A chegada dos novos pontos de internet em Barro Preto é resultado de articulações institucionais realizadas pelo município, por meio dos poderes Executivo e Legislativo, em agendas na capital do estado, reforçando o compromisso da gestão em buscar parcerias que tragam benefícios concretos para a cidade.

A ampliação do serviço representa mais um avanço para Barro Preto, conectando pessoas, aproximando oportunidades e fortalecendo o uso dos espaços públicos como ambientes de convivência, acesso e cidadania.

Não são só os EUA que têm se preocupado com o caso Epstein

 


FONTE The News 

Atravessou o Atlântico. O escândalo envolvendo Jeffrey Epstein está fazendo o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, enfrentar a sua maior crise política desde que assumiu o cargo, em 2024.

Isso porque a divulgação de novos documentos sobre o magnata reacendeu polêmicas envolvendo Peter Mandelsonnomeado por Starmer como embaixador britânico em Washington.

  • Os arquivos indicam que Epstein enviou US$ 75 mil a Mandelson entre 2003 e 2004, além de revelar que os dois mantinham contato após a condenação do financista em 2008.

Por que você deve saber disso? Starmer é nada menos que o 5° premiê britânico dos últimos 10 anos. O Reino Unido tem tentado restaurar a credibilidade política do país, mas a notícia pode ser o início de mais uma crise em Londres.

Tanto que, com a repercussão, o diretor de comunicação do governo e o chefe de gabinete de Starmer renunciaram aos seus cargos na última semana.

A oposição conservadora passou a pressionar pela saída do premiê, enquanto alas do próprio Partido Trabalhista discutem possíveis sucessores. Contudo, o primeiro-ministro afirmou que não pretende renunciar.

Zoom out: Os investidores estão com certo temor sobre uma eventual turbulência política no país, que tem a sexta maior economia do mundo.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

A decisão que está agitando Brasília

 


FONTE The News 

Penduricalhos. O ministro Flávio Dino, do STF, determinou que Executivo, Legislativo e Judiciário revisem, em até 60 dias, todos os chamados “penduricalhos” pagos a servidores públicos. Mas, afinal, o que são esses penduricalhos?

Na prática, são benefícios e indenizações usados para aumentar salários acima do teto do funcionalismo, hoje no mesmo nível do salário de ministros do Supremo (cerca de R$ 47 mil). Entre eles estão:

  • Auxílio-saúde e auxílio-educação, fornecido mesmo sem comprovação de gastos;

  • Auxílio-combustível e locomoção, pago, inclusive, a quem não comprova que se locomove para trabalhar;

  • Gratificações por acúmulo de funções, exercida na mesma jornada de trabalho;

  • Venda de férias e folgas de 1 a cada 3 dias trabalhados, além dos descansos de sexta-feira a domingo;

  • “Auxílio-peru” e “Auxílio-panetone”, gratificações natalinas ou bônus de fim de ano pagos em determinadas categorias do funcionalismo público ou tribunais.

Segundo Dino, muitos desses pagamentos têm natureza salarial disfarçada de indenização, o que violaria a Constituição. O tema pesa principalmente no Judiciário, que gastou R$ 6,7 bilhões acima do teto em 2024.

Para se ter ideia da relevância do tema, em geral, os tribunais brasileiros consomem 1,6% do PIB, bem acima da média de países emergentes (0,5%) e desenvolvidos (0,3%).

A decisão de Dino ocorreu dois dias após o Congresso aprovar um projeto que prevê pagamentos de até R$ 77 mil a servidores do Legislativo, furando o teto. No fim, a medida representa mais uma etapa das farpas entre Supremo e Congresso.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Felicidade, parte dois

 


POR Arnold Coelho Jornalista MTB 0006446/BA

Já escrevi um texto sobre o assunto e hoje bateu a vontade de tocar mais uma vez nesse tema tão importante na vida do ser humano. 

Para muitos, a felicidade é um estado de bem-estar interior, um momento de comunhão com coisas boas, que nasce quando existe equilíbrio entre o que você sente, o que vive e o que valoriza. Estar feliz independe de ser rico ou pobre, bonito ou feio, preto ou branco, alto ou baixo, gordo ou magro.

A felicidade se faz presente quando você está em paz com a sua consciência, com saúde, em harmonia com a família e cercado de pessoas amigas. No meu caso específico, soma-se a tudo isso o contato com a natureza e o meio ambiente.

No início da minha trajetória de vida, eu colocava a felicidade como um conjunto de conquistas e realizações pessoais. Hoje, percebo que a felicidade não se compra, não tem preço. Digo isso porque conheço pessoas ricas que se empanturram de drogas lícitas e ilícitas na tentativa de encontrar essa tal felicidade. Alguns convivem, de forma silenciosa, com a doença do século XXI: a depressão.

Como bom cristão, condiciono a minha felicidade à minha relação com Deus, ao convívio com a minha família (filhos, esposa, netos e outros parentes), aos amigos, a uma boa dose diária de treinos na academia, às corridas pelo menos três vezes por semana e às minhas intermináveis caminhadas e trilhas pela zona rural. Tudo isso aliado a uma pitada de trabalho, para garantir o sustento e pagar as contas.

Precisei passar dos 50 anos para descobrir que a felicidade não se compra, pois ela não tem preço fixo. E que um dos grandes vilões da felicidade é não saber administrar o próprio tempo, deixando sempre para amanhã o que pode ser feito hoje.

Por isso, aprendi a reservar meu tempo de lazer e a cultivar a minha felicidade, fazendo o que gosto, ao lado de quem eu gosto.


Arnold Coelho

Seja feliz sempre.

Tour pelas principais manchetes da quinta-feira

 


FONTE The News 

Layoff em D.C. O Washington Post anunciou a demissão de 1/3 de seus funcionários, desmantelando departamentos inteiros como o de notícias internacionais e esportes. O jornal de Jeff Bezos justifica os cortes pela queda drástica no tráfego online e no número de assinantes.

Diplomacia sob pressão. Após ameaçarem abandonar o diálogo, os EUA recuaram e aceitaram retomar as negociações nucleares com o Irã, em Omã. A decisão ocorreu após apelos urgentes de nove líderes árabes que temem uma escalada militar.

Crise em Rafah. Novos ataques e operações militares em Rafah intensificam a pressão humanitária na Faixa de Gaza. A operação interrompeu o fluxo de ajuda pelo principal corredor humanitário, deixando centenas de milhares sem acesso a mantimentos e combustível.

Aposta na AI. A Alphabet (Google) anunciou o resultado de 2025, registrando uma receita de quase US$ 403 bi e um lucro de US$ 132 bi — alta anual de 32%. Ainda assim, as ações da BIG TECH caíram cerca de 2% pelo fato da empresa ter dito que vai investir até US$ 185 bi em 2026, bem acima dos US$ 65 bi esperados.

Eixo Washington-Pequim. Em ligação entre Trump e Xi Jinping realizada nesta quarta-feira, o presidente americano pressionou pela retomada das compras chinesas de soja e energia dos EUA, além de discutir soluções para as guerras na Ucrânia e no Irã.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Barro Preto confirma participação na Copa Cacau e reforça compromisso com o esporte


ASCOM Barro Preto 

Barro Preto estará presente na Copa Cacau, competição promovida pelo Consórcio CDS-LS (Consórcio de Desenvolvimento Sustentável do Litoral Sul), que reunirá municípios consorciados em um importante momento de integração regional, incentivo ao esporte e fortalecimento dos laços entre as cidades participantes.

A participação do município reafirma o compromisso da gestão municipal com a valorização do esporte como ferramenta de inclusão social, formação de jovens e promoção do bem-estar coletivo. Barro Preto entra na competição com organização, planejamento e apoio total à seleção municipal, garantindo as condições necessárias para uma representação digna e competitiva.

Os preparativos já estão em andamento. A confecção do uniforme oficial da seleção foi iniciada, assim como o planejamento do elenco e a organização dos treinamentos, demonstrando o cuidado e a seriedade com que o município trata o esporte. Todo o suporte necessário está sendo estruturado para que os atletas possam focar no desempenho dentro de campo.

As reuniões de alinhamento da competição acontecem na sede do consórcio, sob a presidência do vice-presidente do CDS-LS e idealizador da Copa, o prefeito Marciel Pinheiro, fortalecendo a integração entre os municípios envolvidos no campeonato.

Para o prefeito Juraci Dias, a Copa Cacau representa mais do que uma disputa esportiva:

“A Copa Cacau é uma grande oportunidade de integração entre os municípios e de valorização dos nossos atletas. Barro Preto acredita no esporte como instrumento de transformação social, e estamos confiantes de que nossa seleção fará uma bela participação, levando o nome do município com orgulho e dedicação”, destacou o prefeito.

A Prefeitura de Barro Preto segue investindo e incentivando o esporte em todas as suas dimensões, entendendo que apoiar competições como a Copa Cacau é fortalecer a juventude, promover inclusão e construir um futuro com mais oportunidades para todos.

Trump escala guerra contra Harvard e exige US$ 1 bilhão

 


FONTE The News 

Governo federal x Elite acadêmica. O embate entre Trump e Harvard ganhou mais um capítulo, depois que o presidente veio a público exigir que a universidade pague uma indenização de US$ 1 bilhão.

  • O governo acusa a instituição de má conduta, incluindo negligência em casos de antissemitismo e promoção de “ideologias radicais”.

É replay? Trump fez acusações muito parecidas em abril de 2025, quando o mesmo congelou US$ 2,2 bilhões em verbas federais. Na ocasião, Harvard processou o governo e conseguiu liberar parte do dinheiro na Justiça.

A universidade nega as acusações e defende que as demandas do governo violam a Primeira Emenda e a autonomia acadêmica.

Panorama: Harvard não está sozinha. Brown (US$ 50 mi) e Northwestern (US$ 75 mi) também fecharam acordos financeiros com o governo para preservar seus financiamentos.

Desde então, estava na mesa uma proposta de acordo de US$ 500 milhões feita pela universidade, mas que foi classificada como um “insulto” pelo presidente.

Em suas redes sociais, ele declarou que deseja "não ter mais nada a ver com Harvard no futuro", sugerindo um rompimento permanente de financiamento.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Feliz Ano Novo, Congresso

 


FONTE The News 

Talvez você já esteja na correria desde os primeiros dias de janeiro, mas os nossos parlamentares só voltaram ontem ao trabalho para iniciar um ano decisivo: tudo o que passar — ou travar — em Brasília pode ter um grande impacto nas urnas.

Pensando nisso, o Planalto deve intensificar as articulações no Congresso para aprovar pautas populares. 

  • Segurança: Na Câmara, a principal vitrine do semestre é a PEC da Segurança Pública, que tenta dar mais poder à PF e à PRF. A proposta enfrenta resistência de governadores, que veem risco de interferência nos estados.

  • Fim da escala 6x1: O texto, atualmente no Senado, busca reduzir a jornada de trabalho semanal para 36 horas — pauta considerada de vital importância para o governo;

  • Regulamentação do trabalho via app: O governo quer criar uma remuneração mínima por entrega ou corrida para os trabalhadores e garantir que todos tenham acesso à Previdência Social. O texto, que visa uma modalidade que emprega +1,7 milhão de pessoas, ainda não foi enviado ao Legislativo;

  • Medidas provisórias: A principal delas é o Gás do Povo, um vale-gás integral para famílias de baixa renda. O texto-base foi aprovado ontem e o governo corre contra o tempo, já que a validade dela vai até o dia 10 deste mês.

Além disso, Lula e seus ministros também atuam para a aprovação do acordo Mercosul–União Europeia, que pode dar um boom em diversos setores da economia, incluindo o agro.

Com um 2025 de tapas & beijos entre Planalto e Legislativo, Lula sabe que precisa do Congresso para poder aumentar suas chances de se reeleger. Talvez, até por isso, ele tem tentado se reaproximar de Alcolumbre, presidente do Senado.

Mas isso não significa que a vida do governo será fácil na Casa. Além da forte oposição de parlamentares, a CPI do INSS e uma possível CPI do Banco Master podem atrasar os projetos do governo.



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

IBICARAÍ- A primeira trilha do ano foi extremamente bruta



POR Arnold Coelho Jornalista MTB 0006446/BA

Para muitos, a primeira trilha do ano foi a da Confraternização em Sandoval. Mas, para os aventureiros mais experientes, trilha com menos de 10 km é apenas um simples passeio. E, para iniciarmos o ano em grande estilo, resolvi marcar uma trilha extremamente bruta até o topo da montanha da Manacá, no sítio de Zé das Flores.

Pense em um lugar longe, de difícil acesso e alto. O marcador de Valdoilson registrou 1.003 metros de altitude e 27km (distância final), saindo da casa dele.

Saímos no domingo, às 5h50, da praça do Bairro Novo, em Ibicaraí, em um grupo de 33 aventureiros. Nossas trilhas costumam ter hora para sair; a chegada pertence à vontade do nosso Criador.

Seguimos os primeiros quatro quilômetros pela estrada do Jacarandá e, antes de chegar em Antônio Soldado, pegamos um ramal à esquerda, no sentido Manacá.

Depois de duas ladeiras brutas, chegamos à fazenda de Zé Guilherme, onde paramos para fotos. Em seguida, passamos pela fazenda do irmão de Aroldão e subimos as temidas ladeiras da Estância Manacá até outro ramal, onde novamente entramos à esquerda.

Dali, seguimos por cerca de dois quilômetros de mata fechada com trechos de difícil acesso até chegar ao sítio de Zé das Flores, onde fomos muito bem recebidos com um delicioso café e aipim.

Depois de hidratados e alimentados, voltamos por outro caminho até o balneário da Patioba, onde paramos para tomar um banho revigorante, respirar, apreciar o belíssimo local e registrar as famosas selfies.

A parte final da aventura foi a mais desgastante. Saímos da Patioba, pegamos o ramal dos Pintos, passamos pelos Portais e seguimos até a BR-415, sob um sol escaldante, rumo ao destino final.

Já era quase 15 horas quando chegamos em Ibicaraí, todos extremamente exaustos. Mas, maior que o cansaço foi a nossa satisfação e a pergunta de sempre:

Quando será a próxima caminhada?


Arnold Coelho

Caminhar é um estilo de vida

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O vírus que está colocando a Ásia em alerta

 


FONTE The News 

O mundo ainda tem trauma de termos como quarentena e triagem em aeroportos, mas eles voltaram ao vocabulário asiático nesta semana.

O timing não ajuda... A China está às vésperas do Ano Novo Lunar, período que movimenta mais de 640 milhões de pessoas em viagens internas. O receio é que o vírus "pegue carona", transformando um surto localizado em uma crise regional.

Como alguém contrai o vírus? Diferente de outras doenças sazonais, o Nipah é transmitido por morcegos através de alimentos contaminados ou pelo contato direto com fluidos humanos — como sangue, saliva, suor, etc.

Sem vacinas ou medicamentos para ele, o que está mais preocupando as autoridades é a alta taxa de letalidade, que pode chegar a 75%. Na prática, o quadro pode evoluir rapidamente de uma simples dor de garganta para uma inflamação cerebral fatal.

Vindo para o Brasil, por enquanto, o risco de uma disseminação local é considerado baixo por especialistas, já que o vírus não tem a mesma facilidade de contágio aéreo que o COVID-19Sabemos o que você está pensando: “Sai pra lá, amigão.”

A “chance” que o Banco Central teria dado ao Master

 


FONTE The News 

Em 2024, último ano de Roberto Campos Neto à frente do Banco Central, o regulador já monitorava de perto a falta de liquidez do Master.

Documentos enviados ao TCU revelados pelo Estadão mostram que o banco de Vorcaro tinha muita dívida para pagar e pouco dinheiro em caixa para honrar os compromissos.

Era um problema conhecido dentro do BC. Mesmo assim, Campos Neto teria evitado intervir duas vezes — em março e depois em novembro daquele ano.

A relevância: O fato revela que o Master já era visto como problema há mais tempo do que se pensava. Isso indica que a bola de neve do escândalo poderia ter sido interrompida bem antes de chegar ao patamar atual.

“Por que Campos Neto não interrompeu então?” Ao que parece, a aposta dele era numa solução de mercado: deixar o próprio Master tentar se salvar, vendendo os ativos saudáveis (good bank) e isolando os papéis problemáticos (bad bank).

O objetivo disso seria reduzir o custo para o sistema financeiro e evitar um rombo maior ao FGC, o fundo que garante depósitos.

Enquanto isso, o banco seguia acelerando. O Master saltou de R$ 3,7 bilhões em ativos em 2019 para R$ 82 bilhões em 2024, apoiado em papéis de alto risco, como precatórios.

Na prática, quanto mais tempo passava, maior ficava o problema que o BC teria de enfrentar se tudo desse errado. O final dessa história você já sabe…

…Deu errado. O Master tentou levantar R$ 15 bilhões com investidores de longo prazo, mas conseguiu só R$ 2 bilhões. No fim, coube a Gabriel Galípolo, já como novo presidente do BC, decretar a liquidação em novembro.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

União Europeia e Índia selam acordo histórico

 


FONTE The News 

Após quase 20 anos de idas e vindas, a União Europeia e a Índia apertaram as mãos para um acordo histórico de livre comércio.

A negociação, anunciada em Nova Déli, cria uma zona de livre comércio para cerca de 2 bilhões de pessoas e promete dobrar as exportações europeias para a Índia nos próximos 6 anos.

  • Para a União Europeia, o bloco se favorece com a queda das barreiras no setor automotivo. A Índia aceitou reduzir as tarifas de carros europeus de 110% para apenas 10% (em uma cota de 250 mil veículos).

  • Para a Índia, o país garante facilidades para exportar vestuário e, principalmente, maior mobilidade para seus talentos de tecnologia trabalharem na Europa.

Juntos, eles representam 25% do PIB mundial. Mas, indo além, a relevância está no fato que, em 2025, o valor das negociações Índia-UE (US$ 136 bilhões) superou o valor das negociações EUA-UE (US$ 132 bilhões) pela primeira vez na história.

Trump tem um dedo nisso… A tarifa de 50% de Trump sobre a Índia — punição pela compra de petróleo russo — tornou a Europa ainda mais estratégica para os indianos.

Além disso, para os europeus, o novo pacote é uma saída estratégica para reduzir a dependência da China e se proteger da imprevisibilidade comercial americana.

Falando na Índia... 

A brasileira Embraer, 3ª maior fabricantes de aeronaves do mundo, anunciou uma parceria com o conglomerado do bilionário Gautam Adani para produzir aeronaves em solo indiano. Se sair do papel, será a primeira fábrica de aviação civil da Índia.

EUA a um passo de atacar o Irã

  FONTE The News  Informações de Washington  indicam que os EUA estão cada vez mais próximos de iniciarem uma guerra no Oriente Médio  caso ...